«The Wicked Messenger» (Bod Dylan), The Marley's Ghost:
Eu diria que o «Brasil de Janeiro» precisaria ficar de olho, viu.
E a realidade não se cala...
#m=image%2Fjpeg&dim=564x813&blurhash=%5E7R3TWRj00-%3BM%7BRj%7Eq00-%3Bj%5BRj%25M%25M_3RjIU-%3BM%7B-%3BRjWB%25MIUWB00M%7B%3FbRj%25Mt7%25MofIUt7t7%25M_3M%7B%25MRjRjt7M%7B-%3BWBt7RjD%25%25MRj-%3BWBxu%25M&x=36beac4bee2a7702dd69928bd3010b99fa97f70da14df49a2c602c99e5024956
Talvez isso nem importe para eles no curto prazo. Talvez apostem em livros, filmes etc para legitimar a narrativa às gerações futuras. Talvez...
«Den Báu», Camargo Guarnieri (compositor):
Li ano passado um livrinho ruim, confuso, mas este trecho eu gravei:
«A tristeza é a maior inimiga em que a infância tropeça.» (A outra infância, Hermann José Reipert).
Bem posto esse «formados». Mas, olha, fogem de deveres que precedem aos de cidadão.
I've been opting to follow hashtags. It seems more interesting to me.
Vivemos entre sonâmbulos, quase todos eles armados de faca.
Uma impressão teima durante a leitura dos dois primeiros capítulos: a de que Of Mice and Men recorda não a novela, mas uma peça teatral.
«Ai que saudade d'ocê», Vital Farias:
«O maior orfanato do mundo», Macarrão, 1990 (?):
#m=image%2Fjpeg&dim=535x761&blurhash=%5EFJ8khofjZ%25M4nRjxuIUxu-%3BofIUs%3ARjWBM%7BxuxuV%40WBRjxu%25Lj%5Bnit7ofM%7BxuxaxtWBt7t7IUs%3A%252%25MM%7BM%7Bofof%7Eq%3FbRjM%7BWBM%7B%5E%2BM%7Bxuj%5Bt8WB&x=dbc9acebdd23b9aa19cc3f8c91fbd96597f38b059fb750f10f5924e9f82f16bd
Capisco. ✌️
Isso aí bem pode ser apenas uma disposição pessoal de sua parte, mas filmes (assim como literatura, artes em geral) podem nos fornecer instrumentos para trato com a realidade.
