O pior é que a primeira parte do que escreveu o fulano aí não está muito longe da verdade, não. Arrogantes abundam entre criptocoinheiros.
Olha só! Tento fazer isso também, mas com beeem menos proficiência que você. 😅 É interessante mesmo. O ruim desse assunto é que atrai muita gente malhuquinha da cachola. Mantenho discrição.
Um relato curioso:
«What used to be ways to freedom for our ancestors become prisions and cages for us. We create schemes and structures, and climb up and down inside them. But these are just monkeys tricks and parlour game to console us and distract us from the longings in our hearts.»
(Peter Kingsley, In the Dark Places of Wisdom, p. 35)
Nunca tinha lido nada do autor. Este (O barão nas árvores) eu li por indicação de uma querida colega cujo falar tão entusiasmado acerca do livro me convenceu.
De repente Cosme se decide por uma vida acima da dos demais homens: viverá sobre as árvores. Jamais compreendido sequer por seus parentes ou pelo amor de sua vida, ainda assim ele farta de muitos benefícios os de perto e os de longe. Nada disso o exime da miséria própria da vida humana.
Eu já tinha ouvido falar, sem nunca ter ouvido nada dela. O álbum todo é bom. 🫶
Putz! Nick Cave é sempre muito bom. Eu choro, choro até se ele cantar o «Ilariê» da Xuxa. 🥲
Françoise Atlan, «El rey de Francia»:
Joyce, «Mistérios»:
Um comportamento bem habitual por aqui é semelhante ao daqueles gatos de estimação que somem a vadiar no mundo mas voltam pra casa depois de semanas ou meses. Aliás, um comportamento muito saudável.
𝙿𝚛𝚘𝚜𝚊𝚒𝚌𝚊 #26. José Olympio ou morte:
https://open.substack.com/pub/prosaica/p/26-jose-olympio-ou-morte
∘App genérico: dicionário inglês/português.
∘Merriam-Webster.
∘Urban Dictionary.
∘Em último caso: Reverso Context.
Comecei com medo de não entender nada⁽¹⁾, mas o livro está bem interessante.
⁽¹⁾Sim, o medo continua. 😅
Violin Phase (Steve Reich):
Desanimado e hesitante a respeito de que ler, folheio um e outro livro. Dou de cara com essa passagem: «We hold the history of the stars in our pockets». Não entendi nada. Mas me convenceu: vamos de Peter Kingsley.




