Oh, Deus provedor
Jeová Jireh
O fogo não me queima
Nas águas, não vou afundar
Pois estás comigo
Não estou sozinha
Eu estou guardada
No esconderijo
Não estou sozinha
Tu estás comigo
Temer por que se eu estou
Guardada por quem nunca perdeu batalhas?
Seu nome é Jeová Jireh
Irás prover de novo, eu creio em Ti
Haja o que houver, venha o que vier
Irás prover de novo, eu creio em Ti
Eu não vivo do que vejo, vivo do que creio
Irás prover de novo, eu creio em ti...
https://youtu.be/YyFd_dXy494?si=0TneXfS0v0aFLL2G

Credo!
Um link útil pro colega: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps/caps
Ditado popular moderno: Em terra de curupira qualquer passo é moonwalk. ✍️
« Le poète N., grande personnalité communiste, fut emprisonné à la suite d'un procès stalinien dans les années cinquante. Dans sa cellule, il a écrit un recueil de poésies où il s'est déclaré fidèle au communisme malgré toutes les horreurs qui lui étaient arrivées. Ce n'était pas par lâcheté. Le poète a vu dans sa fidélité (fidélité à ses bourreaux) le signe de sa vertu, de sa droiture. Les Praguois qui ont eu connaissance de ce recueil l'ont surnommé avec une belle ironie: La gratitude de Joseph K. »
(Milan Kundera, L'art du roman)
Daí chega o especialista...
https://video.nostr.build/46dee053647f7ca0bc9ac9b74eb1d1f8bc2904b2062d4a2b5cbbdc64d1752dab.mp4
Por temperamento, evito gente rixenta. É um dos motivos de eu manter uma timeline bem enxuta aqui. A vida aqui é breve, então devemos escolher bem nossas lutas. Aliás, seja bem-vinda.
Social Distortion, «Story of My Life»:

𝙋𝙤𝙚𝙢𝙖
Cantaremos o desencontro:
O limiar e o linear perdidos
Cantaremos o desencontro:
A vida errada num país errado
Novos ratos mostram a avidez antiga
𝙎𝙤𝙥𝙝𝙞𝙖 𝙙𝙚 𝙈𝙚𝙡𝙡𝙤 𝘽𝙧𝙚𝙮𝙣𝙚𝙧
Putz!

Sempre surge ocasião de revir à mente os versinhos:
«𝙴𝚖𝚙𝚞𝚛𝚛𝚎 𝚊 𝚙𝚘𝚛𝚝𝚊 𝚎 𝚊𝚋𝚛𝚊:
𝙴𝚗𝚝𝚛𝚎 𝚗𝚎𝚜𝚜𝚊 𝚍𝚊𝚗𝚌̧𝚊 𝚖𝚊𝚌𝚊𝚋𝚛𝚊.»
E sempre vou parecer simplório ou alienado por não abrir certas portas e dançar o que lá dentro se dança.
Sim. 😅 Mas notou certa afinidade entre o Karl Blau (na sua primeira fase) e a guitarrada de Mestre Vieira?
I see two rabbit-like guys, both squated. Between them stands a rocket.

Mestre Vieira, «Guitarrada magnética»:
«Conheceram-se. Ele a conheceu e a si próprio, pois na verdade jamais soubera quem fosse. E ela o conheceu e a si própria, pois, mesmo já se conhecendo, nunca pudera se reconhecer assim.»
Italo Calvino, O barão nas árvores, capítulo 21.
Karl Blau, Into the Nada:
Embora eu prefira o Jão Gilberto nos arranjos musicais mais despojados, poxa!, muito boa essa, Bella! 💜
João Gilberto, «Eu vim da Bahia»:
Hiccup! Bó-bó-bóra 🥴
😅

