Rapaz, pode ser impressão minha, mas me parece que você tem espalhado verdadeiras declarações de amor pelos anos 90 em notas esporádicas.
https://video.nostr.build/f3ad5ff37e192ef01370f1adaa08514526f97eca6ea92152c742233dd919319e.mp4
I see a reunion of dark creatures with a muscular bird.

«As tarefas que se baseiam numa tenacidade interior devem permanecer mudas e obscuras; por pouco que alguém as anuncie ou delas se vanglorie, tudo parece supérfluo, sem sentido ou até mesquinho.»
Italo Calvino, O barão nas árvores, capítulo 5.
É como naquela máxima atemporal: Todo dia saem na rua um otário e um esperto. Se eles se encontram, sai negócio.
Liu & Léu, «Boiadeiro errante»:
Este parece ter sido o ano em mais abandonei leituras. Até agora: Marrom e amarelo, Paulo Scott; The Dwarf, Pär Lagerkvist; Last Exit to Brooklyn, Hubert Selby Jr; The Rehearsals, Vladimir Sharov. Parafraseando os filhos-de-chocadeira: Não tankei os romancil.
Permita-me sugerir um app (para Android): chama-se Teclado Unexpected, pois ele tem opção de aspas angulares ( « » ).
Espero não estar sendo inconveniente, mas usar esses << me deu aflição. 😁
Esse vídeo era o que eu precisava ver no dia. Revi tantas vezes que, ao publicá-lo, era como se me desnudasse em público. Daí apaguei. 😅
Eita! Você está vendo isso. Eu tinha apagado essa nota no Amesthyst. I'm been duped. 😅
Concordo, Bell. Mas, sem querer que soe deprimente, creio que se pode encarar isso como na máxima do Samuel Beckett: I’ll try again, and fail again. I’ll fail better than I did before.
😂




