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Nova República
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🇧🇷Um lugar para discutir as bases de uma Nova República baseada em Liberdade e Justiça. Eu sou um Oficial da Ativa do Exército Brasileiro que, como qualquer cidadão de bem, não vê futuro na atual conjuntura das instituições brasileiras. Aqui não é lugar para brincadeiras e discussões idiotas. Vamos debater ideias de como derrubar o atual regime autoritário e implantar um governo onde a liberdade e justiça sejam valores majoritários. Primeiro ponto é a descentralização do poder da União para os Estados da Federação. Segundo ponto é que os cidadãos sejam taxados somente pelos políticos e partidos em que votaram. Terceiro ponto é criar um sistema de freios e contrapesos para limitar a agressão das instituições ao povo brasileiro. Quarto ponto é que os pagadores de impostos definam a aplicação dos recursos públicos. Quinto ponto é a adoção de um sistema de votação capaz de ser auditado por qualquer pessoa com educação básica, e que respeite a vontade individual da declaração aberta do voto.

Vc está falando do sistema do estado, que vc não escolheu contribuir.

Por exemplo, se a saúde pública não te atende e vc possui dinheiro sobrando, vc pode contratar um plano de saúde privado.

Seria a mesma coisa com a justiça e segurança.

Mas se o sistema que vc assinar não cumprir com o combinado, vc poderia escolher outro. Lógico que, por ser um serviço muito específico, seria um ramo com poucas empresas.

As organizações criminosas tem seu próprio sistema privado e o estado é conivente com isso.

Sobre a pena de morte, isso depende da necessidade dos usuários e da gravidade do crime.

As pessoas dificilmente contratariam um serviço que punisse um furto com pena de morte.

Acredito que no máximo um “olho por olho, dente por dente”.

Mas por se tratar de um sistema privado, nada impediria de um concorrente criar um sistema mais rígido q o outro. O mais eficiente tenderia a dominar o mercado.

Essa ideia vai além do MAM.

O MAM tem um aspecto ruim. Imagina que um grupo de pessoas mal intencionadas decidem fazer uma aposta contra uma celebridade, pelo simples fato da pessoa ser famosa, por inveja ou outro motivo torpe. Não existe valor nisso. O MAM pode ser desvirtuado para o mal.

Em um sistema de justiça e segurança privados existiriam normas fixas. No máximo haveria variações regionais a pedido dos usuários, no caso de uma região ter usuários que desejam penas mais pesadas para os crimes.

Se vc assinasse o plano, não importaria os antecedentes do criminoso. A análise seria feita só com a sua ocorrência.

O julgamento seria feito e estipulada uma pena no final. Nesse momento a vítima poderia optar por manter a pena do julgamento ou fazer uma negociação para reparação do mal de outra forma, como uma indenização por exemplo.

Imaginem se alguém criasse um sistema de justiça e segurança privada aqui no Nostr.

Com princípios baseados na ética libertária e no direito natural, publicados e ao alcance todos.

Um sistema baseado na reputação informada pelos seus usuários.

Com capacidade de inflingir penas aos réus e acusados.

Com capacidade de retaliar responsáveis por crimes como furto, roubo, assassinato, estupro, etc… de forma objetiva.

Sem entrar no mérito de crimes sem vítimas ou contra coletivo de pessoas, como “atentar contra a democracia” ou “crimes contra a saúde pública”.

Não precisa ser um código de Hamurabi, mas que também não trate o bandido como vítima da sociedade.

Você toparia assinar esse serviço?

Por enquanto é só um rascunho de justiça e liberdade…

#censura #censorship #liberdade #freedom #bitcoin

Ajudar os pobres nunca pode ser a justificativa para o assalto que é feito à renda e propriedade dos cidadãos.

Pagamos uma fortuna de impostos, q se transformam em aviões e roupas de cama de luxo para corruptos.

Se ajudar os pobres fosse a justificativa, os políticos reduziriam o estado ao máximo para repassar o dinheiro diretamente aos mais necessitados.

Ajudar os pobres é a desculpa esfarrapada do ladrão.

#censura #censorship #liberdade #freedom #bitcoin

Replying to Avatar Thiago

Cautela na regulação das redes sociais

Opinião: Folha de S. Paulo (12/02/2024)

Histórico recente de decisões do Judiciário na seara da liberdade de expressão não inspira confiança sobre grupo do TSE

Qualquer pessoa bem informada sabe que é preciso haver alguma forma de regulação das redes sociais. Isso não está em questão. O problema é a forma como se dará a regulação.

Alexandre de Moraes, presidente do TSE, disse que o tribunal e o Ministério da Justiça estão constituindo um grupo para rastrear quem atenta contra a democracia na internet.

A fala levanta preocupações, a começar pela participação do Ministério da Justiça, órgão ligado à esfera do Poder (o Executivo) que não deveria se meter na liberdade de expressão, ainda mais em período eleitoral.

Ademais, quem avaliará as postagens? Que critérios linguísticos serão usados para atestar que uma mensagem atenta contra a democracia? Afinal, o que é atentar contra a democracia —esse conceito abstrato?

O histórico do TSE e do STF nessa seara também não ajuda. Foram cometidos abusos no pleito de 2022, como a censura prévia de um documentário que sequer foi visto pelos membros da corte, sob alegação de "situação excepcionalíssima".

De modo semelhante, Moraes usou o argumento de "afastamento excepcional de garantias individuais" em decisão no STF que bloqueou as contas digitais de um influencer. Num exercício de futurologia, proibiu-se o que poderia vir a ser dito.

O magistrado tem feito ativismo pela aprovação do PL das Fake News. Sugeriu ao Congresso a manutenção de métodos usados na última eleição, como suspensão imediata de conteúdos até mesmo se existir dúvida de que estejam divulgando informações antidemocráticas.

Ofício da PF em inquérito sobre a atuação das big techs contra o PL afirma que o intuito das empresas era "incutir nos consumidores a falsa ideia de que o projeto de lei é prejudicial ao Brasil". Quem comprovou a falsidade? Pelo visto, a PF agora determina que leis são boas para o país.

Qualquer pessoa bem informada sabe que uma regulação das redes é necessária, e também que a cúpula do Judiciário brasileiro nos últimos anos tem falhado na defesa da liberdade de expressão. Daí a cautela.

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A regulação da internet já existe: é tudo o que o STF permite que seja divulgado.

O q eles pretendem agora é tornar essa regulação oficial.

Eu vejo o governo sangrando o povo pra manter seus privilégios e repassar uma pequena parcela aos mais pobres.

Isso é insustentável.

Os mais pobres só querem as coisas grátis do governo.

A classe média é a q mais sofre com os impostos.

Se a classe média se mobilizasse as coisas podiam mudar. Se mobilizar não é se vestir de jogador da seleção. Se mobilizar é agir com método e propósito para mudar as coisas. Algumas pessoas aqui no Nostr estão aptas a liderá-los.

Os líderes estão do lado oposto. Corruptos e traficantes tem coragem e audácia que os bons deixaram de lado.

Os bons se deixam influenciar sobre o q os maus vão pensar deles.

A solução é a descentralização/regionalização. Cada lugar com suas tradições e com suas regras. Aí sim poderemos ver movimentos como da revolução de 32.

Eu acho q a mudança de opinião está acontecendo, só q devagar demais.

Ainda é possível reagir a isso. Qndo o estado tiver a vigilância total das pessoas aí já era.

Eu vejo um pouco diferente.

Eu acredito que vai ser igual Dilma 2.

O povo se estressa com o governo, talvez até com os artistas. Muda o governo ou ele faz algumas concessões e o povo se esquece novamente.

Não vejo o povo iniciando uma revolução contra o governo. O brasileiro é manso.

Mas acredito que cada vez mais brasileiros abrem os olhos para o que está acontecendo. Num ritmo mais lento que eu gostaria, mas mesmo assim a mudança vai acontecendo.

Aguentam até serem escravos.

Mas acho que vão começar a reclamar como no final do mandato da Dilma.

Dessa vez não vai ter boom de commodities para salvar a economia igual teve entre 2000 e 2010.

Perspectivas para o futuro próximo.

2024: ano da censura (auge nas eleições)

2025: ano da inflação (consequência das eleições de 2024 e calabouço fiscal)

2026: ano da censura e da inflação (o país vai estar uma merda com os políticos tentando manter seu projeto de poder)

A regulação oficial da internet vai acontecer entre o 2o semestre de 2025 e o 1o semestre de 2026.

#censura #censorship #liberdade #freedom #bitcoin