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Raccoon Jackson
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A verdadeira razão pela qual as mulheres

ODEIAM ESTUPRO

Você quer saber por que muitas mulheres odeiam estupro? É por dois motivos:

1. O estupro não permite que uma mulher monetize sua vagina. Objetivamente, estupro é meramente inserir um objeto em seu corpo. Algo que ela já fez cem ou mil vezes. A diferença

é

que desta vez ela não recebe nada em troca. Estupro é roubo!

2. O estupro ignora o status de princesa de uma mulher. Normalmente, uma mulher depende da admiração e da disposição masculinas para realizar seus desejos só porque ela é mulher. Mas desta vez, seu desejo (que o homem pare) é ignorado. Estupro é lesa-majestade!

CULTURA DO ESTUPRO

Agora você sabe o que significa "Cultura do Estupro". Significa que vivemos em uma sociedade onde vagina é barata (ou até mesmo gratuita), fotos de carne feminina são facilmente disponíveis e os homens não tratam mais as mulheres como princesas como faziam em todos os séculos anteriores.

"Estupro é horrível"

É importante entender que as mulheres não odeiam ser estupradas 'porque estupro é tão horrível'. Os homens odeiam muito menos ser estuprados por uma mulher. Por quê? Porque os homens não se consideram arrogantemente aristocratas, e sabem que seu valor consiste em mais do que apenas buracos e partes do corpo.

POR QUE AS MULHERES SE APEGAM AO FEMINISMO?

Escrito por Felipe Chaves.

Há uma força poderosa em jogo que une homens e mulheres à crença de que o feminismo representa igualdade. Apesar das evidências claras em contrário, a percepção pública permanece inabalável. Esse forte vínculo, acredito eu, é o ginocentrismo — um preconceito muitas vezes despercebido que influencia ambos os gêneros a evitar o confronto com a verdade.

Mas o que exatamente é ginocentrismo? É a crença generalizada de que as necessidades, os desejos e as perspectivas das mulheres devem ter precedência. Essa tendência social eleva as experiências das mulheres a uma posição central nas discussões sobre justiça, igualdade e normas sociais. Surpreendentemente, muitas desconhecem esse preconceito em si mesmas; ele opera de forma sutil, mas significativa, na vida cotidiana.

Feministas, consciente ou inconscientemente, utilizaram o ginocentrismo como ferramenta para proteger sua ideologia do escrutínio. Ao estruturar seu movimento em torno do princípio de que o bem-estar e os pontos de vista das mulheres devem ser priorizados — um princípio fundamental do ginocentrismo —, elas construíram uma ideologia que ressoa não apenas com as mulheres, mas também com os homens que, inconscientemente, aceitam essa estrutura.

1 Investimento Emocional e Identidade.

O feminismo oferece uma causa emocionalmente carregada de afirmação de identidade que, para muitas mulheres, torna-se central na forma como elas se definem e definem seu lugar no mundo. O ginocentrismo amplifica isso ao criar uma estrutura cultural na qual as experiências das mulheres não são apenas importantes, mas inerentemente mais válidas e merecedoras de atenção do que as dos homens. Nesse contexto, a ideologia feminista é elevada de uma postura política a um imperativo moral — um movimento que parece inseparável do valor e da identidade pessoal de cada um.

Como o ginocentrismo posiciona as lutas das mulheres como singularmente significativas, o feminismo é percebido não apenas como uma entre muitas causas sociais, mas como a causa — o ponto focal legítimo de empatia, política e preocupação moral. Essa elevação emocional torna as crenças feministas mais difíceis de questionar, pois isso parece uma negação da legitimidade ou do sofrimento das mulheres. Para as mulheres, esse enquadramento ginocêntrico permite que as queixas pessoais sejam incorporadas a uma luta mais ampla e santificada, tornando o feminismo empoderador e emocionalmente protetor.

Os homens também são atraídos para essa estrutura. Socializados para priorizar as necessidades das mulheres e buscar aprovação moral por meio da deferência, muitos adotam ideais feministas não por convicção, mas por senso de dever ou medo de condenação moral. A biologia também desempenha um papel, visto que as pressões evolutivas moldaram os homens para serem cuidadores e protetores, reforçando ainda mais essa inclinação. Dessa forma, o ginocentrismo não apenas apoia o feminismo — ele o protege, o alimenta e o impõe emocionalmente à lealdade a ele, mesmo diante de evidências contraditórias ou resultados injustos.

2 O poder do pensamento de grupo e do reforço social.

O feminismo prospera com o reforço social, e o pensamento de grupo desempenha um papel significativo na manutenção dessa força ideológica. Em uma sociedade ginocêntrica, a ideia de que as perspectivas das mulheres devem dominar não é apenas normalizada, mas incentivada, criando um ambiente em que desafiar os ideais feministas parece desconfortável ou até mesmo socialmente inaceitável. Essa dinâmica é ainda mais amplificada pelo forte viés endogrupal das mulheres — uma tendência psicológica bem documentada de demonstrar lealdade, empatia e deferência moral a outras mulheres, muitas vezes em detrimento da justiça para com aquelas de fora do grupo. Nos círculos feministas, essa lealdade endogrupal reforça uma identidade coletiva centrada em queixas compartilhadas e superioridade moral, fazendo com que a dissidência pareça traição. O poder do pensamento de grupo é sustentado pela afirmação constante de que as necessidades das mulheres são primordiais, e qualquer pessoa que questione essa premissa corre o risco de ostracismo social — ou pior, de ser rotulada de misógina. Isso cria uma atmosfera em que os indivíduos — especialmente os homens — acham difícil expressar oposição, pois isso é percebido não como uma crítica às ideias, mas como um ataque às próprias mulheres e às normas ginocêntricas que estão tão profundamente arraigadas na sociedade.

3 Medo de perder o progresso duramente conquistado.

Para muitas mulheres, o feminismo não é apenas um movimento político ou social — elas foram levadas a acreditar que é a estrutura que garantiu seus direitos, segurança e dignidade em um mundo historicamente dominado pelos homens. Essa associação torna o feminismo profundamente pessoal e emocionalmente carregado. O ginocentrismo reforça isso ao enquadrar as conquistas sociais das mulheres não apenas como marcos importantes, mas como validações pessoais de sua identidade e valor — fazendo com que o progresso feminista pareça inseparável do próprio valor feminino. Ele transforma qualquer desafio à ortodoxia feminista — mesmo uma crítica comedida — em uma ameaça à segurança, à liberdade ou ao status das mulheres.

Como resultado, a pressão para priorizar os direitos das mulheres em detrimento dos dos homens não se resume apenas a justiça ou igualdade; torna-se um ato reflexivo de autopreservação. Para as mulheres que internalizaram o feminismo como sinônimo de progresso e proteção, qualquer retrocesso percebido é existencial. O medo não é apenas de que os direitos sejam perdidos, mas de que seu valor social seja diminuído.

O ginocentrismo amplifica essa ansiedade ao manter um foco singular nas necessidades das mulheres, retratando-as como eternas oprimidas, independentemente do contexto social ou da vantagem material. Essa lente seletiva obscurece o sofrimento masculino, marginaliza os direitos dos homens e minimiza as consequências indesejadas de uma narrativa unilateral. Ao fazê-lo, cria um ambiente emocional e moral onde qualquer apelo por equilíbrio ou empatia compartilhada é visto com suspeita — ou até mesmo hostilidade — por parecer uma ameaça a um terreno duramente conquistado.

4 Mídia e Narrativas Culturais.

A mídia e as narrativas culturais refletem e reforçam predominantemente o ginocentrismo, frequentemente enquadrando as mulheres como as vítimas padrão e os homens como os perpetradores padrão. O feminismo, que se alinha a essa estrutura, se beneficia da ampla aceitação dessas narrativas distorcidas. As representações midiáticas da dinâmica de gênero raramente incluem visões matizadas sobre como homens e mulheres podem sofrer com problemas sociais. Em vez disso, elas se apoiam fortemente na visão ginocêntrica de que as necessidades das mulheres — sejam elas relacionadas à igualdade, proteção ou apoio — devem sempre ter precedência. Ao incorporar essa perspectiva à psique cultural, o feminismo conquista mais adeptos e se torna mais difícil de contestar.

5 Vitimismo e Empoderamento.

O feminismo frequentemente extrai força de uma narrativa de vitimização, posicionando as mulheres como o grupo oprimido dentro de um sistema patriarcal. O ginocentrismo reforça poderosamente essa narrativa ao retratar as mulheres não apenas como vítimas, mas também como nobres oprimidas — vulneráveis, moralmente justas e inerentemente merecedoras da proteção e do foco da sociedade. Na cultura ocidental, o oprimido ocupa um lugar reverenciado; sua luta evoca simpatia, apoio e um imperativo moral para agir. O feminismo prospera dentro desse enquadramento, pois alavanca o instinto social de defender o oprimido e a vítima, para promover seus objetivos ideológicos. Ao elevar as lutas das mulheres acima de todas as outras, o ginocentrismo garante que as questões femininas dominem o discurso, ao mesmo tempo em que retrata qualquer desafio a esse foco como insensível ou regressivo. Essa dinâmica joga diretamente a favor do feminismo, permitindo-lhe se revestir de legitimidade moral enquanto resiste ao escrutínio ou ao equilíbrio. O enquadramento centrado na vítima não apenas protege o feminismo, como também o empodera, convertendo o sofrimento das mulheres em um ponto de convergência cultural que exige atenção contínua e resposta política. Enquanto isso, as lutas dos homens são minimizadas ou ignoradas, visto que sua dor não se encaixa na narrativa de oprimido que o ginocentrismo sustenta. Como resultado, o feminismo se beneficia de uma lente cultural que o protege de críticas e mantém as narrativas das mulheres como centrais, inquestionáveis e moralmente superiores, enquanto os homens são relegados às margens da empatia e da política.

O ginocentrismo não apenas exalta o sofrimento das mulheres, como também encobre a hostilidade aberta em relação aos homens. Em um contexto cultural em que as mulheres são presumidas moralmente superiores e perpetuamente vitimizadas, os ataques aos homens raramente são vistos pelo que são: expressões de desprezo, generalização e, às vezes, ódio declarado. A retórica feminista que culpa os homens coletivamente pelos problemas sociais é tolerada — até mesmo celebrada — porque o ginocentrismo inverte a lente moral. Enquanto a justiça exigiria reciprocidade e empatia por todos, o ginocentrismo justifica a misoginia como indignação justificada. Sem esse enquadramento protetor, a difamação dos homens, que frequentemente ocorre no discurso feminista, seria vista claramente como moralmente falida e socialmente destrutiva.

6 Viés Inconsciente e Dissonância Cognitiva.

O feminismo, quando visto através das lentes do ginocentrismo, cria uma poderosa dissonância cognitiva para aqueles que o desafiam. Dissonância cognitiva refere-se ao desconforto mental que surge quando uma pessoa é confrontada com informações que conflitam com suas crenças ou valores profundamente arraigados. Nesse caso, o ginocentrismo muda a estrutura para uma em que as necessidades e experiências das mulheres são sempre consideradas mais importantes do que as dos homens. Quando as pessoas se deparam com informações que contradizem esse viés — como evidências do sofrimento dos homens — a dissonância cognitiva se instala. Torna-se difícil argumentar o contrário sem ser rotulado como misógino ou antipático às questões femininas. Esse viés torna fácil para as pessoas ignorarem ou racionalizarem evidências que desafiam as ideias feministas, porque isso as forçaria a confrontar a crença profundamente arraigada de que as perspectivas das mulheres devem sempre vir em primeiro lugar. Como resultado, a dissonância cognitiva leva muitos a ignorar as realidades do sofrimento masculino — como as altas taxas de suicídio masculino ou violência doméstica contra homens — sem nenhuma mudança social correspondente, reforçando a estrutura ginocêntrica.

7 O Sentido de Solidariedade e Propósito Coletivo.

O feminismo oferece solidariedade, um senso de propósito e uma identidade coletiva para muitas mulheres. A estrutura ginocêntrica apoia isso ao posicionar as mulheres como um grupo coletivo com uma causa compartilhada, vista como moralmente justa. O feminismo se torna mais do que apenas um movimento político — é uma experiência pessoal e comunitária em que as mulheres se unem em torno da crença de que suas necessidades são primordiais e têm sido negligenciadas pelos homens. O ginocentrismo garante que essa solidariedade permaneça intacta, colocando consistentemente os direitos e as experiências das mulheres no centro, deixando pouco espaço para outras perspectivas que possam diluir ou desafiar esse propósito coletivo.

8 Mídias sociais e viés de confirmação

As plataformas de mídia social, com sua ênfase em conteúdo viral e engajamento rápido, amplificam narrativas ginocêntricas ao perpetuar a ideia de que as vozes e preocupações das mulheres devem dominar. Essas plataformas frequentemente criam câmaras de eco onde as ideias feministas não são apenas aceitas, mas celebradas, reforçando a ideia de que as necessidades das mulheres devem sempre ter precedência. O ginocentrismo impulsiona esse reforço, dificultando que as pessoas — especialmente os homens — questionem as narrativas feministas sem enfrentar reações negativas. O viés de confirmação existente nessas plataformas consolida ainda mais o domínio da narrativa feminista, pois os usuários têm maior probabilidade de encontrar conteúdo que apoie a visão ginocêntrica da dinâmica de gênero.

Conclusão.

O ginocentrismo não é um efeito colateral da ideologia feminista — é sua essência vital . Ele fornece a estrutura cultural que protege o feminismo do escrutínio, fortalece sua autoridade moral e garante seu domínio no discurso público. Ao colocar as necessidades, perspectivas e queixas das mulheres no centro emocional e ético da sociedade, o ginocentrismo faz com que o feminismo não pareça uma ideologia, mas sim senso comum — mesmo quando suas alegações desafiam as evidências ou a justiça.

Esse enquadramento está tão profundamente enraizado em nossas instituições, nossa mídia e nossos instintos sociais que a maioria das pessoas — incluindo muitas mulheres e homens bem-intencionados — defende o feminismo reflexivamente, sem perceber que está defendendo uma visão de mundo que exige deferência moral a um sexo enquanto marginaliza o outro. Os incentivos emocionais, sociais e psicológicos para proteger o feminismo são todos reforçados pela lente ginocêntrica pela qual vemos o gênero.

Isso também possibilita algo mais corrosivo: a normalização da culpa masculina. O ginocentrismo permite que as feministas ataquem os homens coletivamente — atribuindo-lhes culpa, privilégio ou violência por padrão — sem desencadear a reação moral que tais generalizações provocariam se direcionadas às mulheres. Dessa forma, o ginocentrismo não apenas protege o feminismo da crítica; também o capacita a ferir outras pessoas sem responsabilização.

Até que reconheçamos essa estrutura oculta, conversas genuínas sobre igualdade permanecerão impossíveis. Enquanto o ginocentrismo não for examinado, o feminismo continuará a operar com impunidade cultural, sustentado por uma sociedade que confunde favoritismo com equidade e silêncio com justiça.

O primeiro passo para restaurar o equilíbrio é enxergar o preconceito — e nomeá-lo. O ginocentrismo precisa ser tirado das sombras se quisermos construir uma sociedade onde as necessidades de homens e mulheres sejam ouvidas, honradas e mantidas no mesmo padrão moral.

Canal do Felipe Chaves 🔗https://www.youtube.com/@Furia_e_tradicao/videos

**djjinnisequoia • 6 dias atrás**

Sim, percebi que os homens estão muito mais agressivos ao passing, como empurrões no ombro e esperando que eu saia do caminho para eles. Geralmente mais hostis.

**brielzebub665 • 6 dias atrás**

Também percebi um aumento em homens (especialmente jovens) que simplesmente invadem a calçada e não dão espaço tão frequentemente ultimamente.

**Odd_Revolution5546 • 6 dias atrás**

Um homem mais velho fez isso comigo em uma grande cidade. Fiquei chocada e instintivamente voltei para dizer desculpa. Ele nem piscou.

**Affectionate_Big_463 • 5 dias atrás**

Sim, isso aconteceu comigo no Yellowstone ano passado. Na trilha para uma cachoeira, fazendo zigue-zague subindo e descendo um penhasco. Quase fui empurrada para fora da trilha por um empurrão no ombro várias vezes.

Sim, percebi que os homens estão muito mais agressivos ao passar, como empurrões no ombro e esperando que eu saia do caminho para eles. Geralmente mais hostis.

Também percebi um aumento em homens (especialmente jovens) que simplesmente invadem a calçada e não dão espaço tão frequentemente ultimamente.

Um homem mais velho fez isso comigo em uma grande cidade. Fiquei chocada e instintivamente voltei para dizer desculpa. Ele nem piscou.

Sim, isso aconteceu comigo no Yellowstone ano passado. Na trilha para uma cachoeira, fazendo zigue-zague subindo e descendo um penhasco. Quase fui empurrada para fora da trilha por um empurrão no ombro várias vezes.

𝘚𝘦 𝘲𝘶𝘪𝘴𝘦𝘳 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘳 𝘦𝘮 𝘢𝘶𝘥𝘪𝘰𝘣𝘰𝘰𝘬, 𝘦𝘭𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘢́ 𝘯𝘰 𝘮𝘦𝘶 𝘤𝘢𝘯𝘢𝘭 𝘛𝘏𝘌 𝘜𝘕𝘍𝘐𝘓𝘛𝘌𝘙𝘌𝘋 𝘝𝘖𝘐𝘊𝘌 𝘯𝘢 𝘖𝘥𝘺𝘴𝘦𝘦 𝘦 𝘯𝘰 𝘚𝘱𝘰𝘵𝘪𝘧𝘺 𝘗𝘰𝘥𝘤𝘢𝘴𝘵. 𝘖 𝘭𝘪𝘯𝘬 𝘦𝘴𝘵𝘢́ 𝘯𝘢 𝘣𝘪𝘰.

Red Pill e MGTOW são consequências do feminismo.

Por Wagner Hertzog.

Para muitas pessoas, os termos Red Pill e MGTOW dispensam apresentações. Como talvez ainda existam pessoas que muito provavelmente não sabem o que esses termos significam, vou dar um breve resumo: Red Pill (que significa pílula vermelha) é a designação dada a uma grande variedade de movimentos masculinistas, que surgiram em anos recentes como uma resposta ao feminismo. O termo Red Pill tem sua origem no filme Matrix, e se refere à cena em que Morfeu oferece a Neo a escolha entre duas pílulas — uma azul e outra vermelha. Nesse contexto, a pílula azul se refere a um estado de ignorância, enquanto a pílula vermelha representa a aquisição do conhecimento.

Desde sua consolidação e difusão, o movimento Red Pill se desdobrou em várias ramificações: há grupos como PUA (Pick Up Artists [Artistas da Sedução]), MGTOW (Men Going Their Own Way [Homens Seguindo Seu Próprio Caminho]), Purple Pill (Pílula Roxa), Black Pill (Pílula Negra) e o desesperançado e solitário grupo de jovens rapazes conhecido como INCEL (Involuntary Celibates [Celibatários Involuntários]), sem dúvida o segmento mais problemático e nocivo de toda a comunidade. As siglas e nomenclaturas são todas em inglês porque, como sempre, tudo começa nos Estados Unidos, antes de ganhar o mundo.

Esse coletivo de grupos forma o que é genericamente chamado de masculinismo. No Brasil, o termo usado com mais frequência para se referir a esses grupos é machosfera.

Como descrito acima, no entanto, é fundamental entender que a machosfera é formada por uma considerável diversidade de grupos, que são drasticamente diferentes entre si, sendo muito distintos e heterogêneos em suas propostas, objetivos e, o mais importante, o tipo de homens que cada um deles congrega.

É importante salientar algumas diferenças básicas, que muitas vezes a mídia mainstream omite deliberadamente do debate público, na tentativa de fazer todos os homens da machosfera — sejam eles produtores ou consumidores de conteúdo — parecerem radicais misóginos, sexistas, machistas e perigosos, que odeiam as mulheres. Isso não é verdade e nunca foi.

Para um melhor esclarecimento, vamos a uma breve distinção entre os principais grupos.

Enquanto os PUA são indivíduos que ensinam técnicas de sedução (portanto, eles querem conquistar mulheres e querem que seus alunos e discípulos adquiram essas habilidades), os MGTOW — muito por conta de legislação e jurisprudência misândrica — não querem se casar, ter filhos, coabitar e nem mesmo se relacionar (os que o fazem, se relacionam apenas ocasionalmente).

Os Red Pill, por sua vez, estudam de forma muito séria o comportamento da mulher contemporânea pós-moderna, expondo o fato de que ela é uma híbrida oportunista: ela não tem uma ideologia definida — ela se serve do que de melhor o feminismo, o liberalismo e o conservadorismo têm a lhe oferecer. Eles afirmam que observar o comportamento de uma mulher é muito mais importante do que se concentrar no que ela diz. Como exemplo, eles apontam o expressivo número de mulheres que adoram se promover como conservadoras, mas publicam fotos de biquíni no Instagram, ou vídeos treinando em academias com roupas extremamente provocantes e sensuais. Nesse caso, o fato de uma mulher rotular a si mesma como conservadora não quer dizer absolutamente nada. O importante é observar como ela age e como ela se comporta no seu cotidiano.

Os Purple Pill são um grupo de indivíduos que buscam estudar com profundidade o profano feminino, para ter mais segurança ao se relacionar com as mulheres. Os Black Pill, por outro lado, são obcecados pela estética e pela aparência masculina (visual, altura, formato do rosto etc.), sendo milimetricamente neuróticos na busca por uma perfeição inalcançável. Os adeptos da Black Pill pregam o determinismo biológico e acreditam que a aparência é a questão mais fundamental na hora em que uma mulher escolhe um homem para se relacionar. Embora seja o grupo que produza o conteúdo mais coeso e científico de toda a machosfera, com produtores que fazem as mais profundas e metódicas análises sobre a teoria dos relacionamentos — entregando um material consistente para o seu público, com abundantes bases históricas, sociológicas e antropológicas sobre a natureza das interações sociais —, a Black Pill é também a mais fatalista e niilista das ramificações da comunidade.

Os indivíduos de todos esses grupos, em sua grande maioria, podem ser classificados, quase sem exceções, como homens comuns. Não há nada neles que possa categorizá-los como homens perversos, perigosos, anormais ou algo do gênero.

Os INCEL’s, por outro lado, são um caso à parte. Eles constituem um grupo marginal dentro da própria comunidade, de rapazes geralmente muito jovens, que se ressentem do fato de não conseguirem parceiras para se relacionar. Ao contrário dos PUA’s, dos MGTOW’s e de todos os indivíduos dos demais grupos, que já são homens adultos, os INCEL’s são em sua maioria garotos muito jovens, que geralmente estão entre os 16 e os 22 anos.

Ao contrário dos indivíduos dos demais grupos da machosfera, alguns INCEL’s já cometeram atos de terrível violência. O caso mais emblemático já ocorrido ficou conhecido como o Massacre de Isla Vista. Em 23 de maio de 2014, Elliot Rodger, então com 22 anos, matou 6 pessoas e feriu 14 em Isla Vista, na Califórnia. Das 6 vítimas fatais que Rodger fez, 4 eram do sexo masculino e 2 eram do sexo feminino. Depois do massacre, Elliot Rodger cometeu suicídio. Em pouco tempo, ele se tornou um celebrado ícone da comunidade INCEL.

Uma coisa fundamental para se entender sobre a machosfera é o seu arrevesado e irremediável tribalismo. Os homens das diferentes comunidades, via de regra, não se misturam. Ou seja, a própria machosfera é demasiadamente segmentada em suas várias comunidades, que se multiplicam em diversas ramificações. Isso significa que os INCEL’s tendem a se comunicar única e exclusivamente com outros INCEL’s, assim como PUAs se comunicam única e exclusivamente com os seus alunos e clientes, da mesma forma que os adeptos da Black Pill tendem a se comunicar única e exclusivamente com outros adeptos da Black Pill e assim por diante. MGTOW’s, seguindo essa mesma mentalidade, se comunicam majoritariamente com outros MGTOW’s.

Isso acontece, via de regra, porque cada indivíduo de cada um desses grupos frequenta os fóruns, os canais e as comunidades online com as quais mais se identifica. Como esses grupos são muito distintos, esse pessoal geralmente nunca se encontra, justamente porque acabam frequentando comunidades online muito diferentes.

Além do tribalismo online, há toda uma questão de caráter, comportamento, idade e estilos de vida que fazem com que os integrantes de todos esses grupos nunca se encontrem ou se misturem (e não tenham nem mesmo interesse em fazê-lo). INCEL’S e MGTOW’s, por exemplo, são justamente os extremos opostos das comunidades da machosfera — os integrantes desses dois grupos não se misturam nunca, por vários motivos. São grupos de faixas etárias muito diferentes, com estilos de vida muito diferentes e poder aquisitivo muito diferente. MGTOW”s geralmente são homens de meia-idade, alguns muito bem estabelecidos em suas profissões, que rejeitam relacionamentos sérios por questões que, em sua maioria, são de ordem legal e jurídica. Muitos deles são homens extremamente bem-sucedidos, que desejam proteger o seu patrimônio de mulheres que, sendo ou não oportunistas, têm a lei e o estado ao lado delas.

INCEL’s, por outro lado, são rapazes muito jovens, boa parte deles desempregados, inseridos em famílias desestruturadas e sem perspectivas de futuro. Muitos INCEL’s são tão solitários e depressivos que nem mesmo saem de casa; portanto, carecem de oportunidades para congregar ou socializar com outras pessoas. Invariavelmente, eles passam o dia inteiro na internet. Ao contrário dos INCEL’s, alguns MGTOW’s se relacionam com mulheres, porém de forma casual. INCEL’s não conseguem mulheres para se relacionar — nem mesmo de forma casual — e a maioria deles eventualmente acaba desistindo.

E que o leitor entenda que isto é apenas e tão somente um resumo. A comunidade masculinista da internet é complexa. Infelizmente, a forma simplória, reducionista e extremamente desonesta com que a mídia mainstream retrata toda a comunidade, sem fazer uma classificação correta entre os vários grupos existentes, piora tudo. O público geral — demasiadamente leigo e ignorante sobre o assunto — tende a ser influenciado negativamente pelas matérias sensacionalistas que a mídia mainstream publica sobre o tema. Que, via de regra, são sempre iguais. Jamais buscam comunicar o que a machosfera realmente é: o objetivo da mídia mainstream é sempre jogar a opinião pública contra os homens (sejam eles parte de uma comunidade masculina online ou não).

Dentro da machosfera, apenas os INCEL’s mostraram ser capazes de executar terríveis atos de brutalidade e violência. De fato, há uma parcela deles que tende a glorificar a violência. Isso não ocorre entre MGTOW’s, PUA’s ou quaisquer outros grupos da comunidade. Seus integrantes tendem a discutir entre si temas como legislação ginocêntrica, a indústria do divórcio, partilha de bens, misandria cultural, feminismo institucional, inconsistências do comportamento feminino, Passport Bros (se casar com mulheres da Tailândia, do Laos, das Filipinas e do sudeste asiático, o que muitos homens americanos e europeus estão fazendo) e assuntos relacionados.

É fundamental entender que a glorificação da violência se limita única e exclusivamente ao universo INCEL, sendo completamente inexistente em todas as demais comunidades masculinas. E mesmo assim, nem todos os INCEL’s são capazes de executar atos de violência. Muitos deles se limitam a glorificar a violência online, e jamais teriam coragem de executar algum ato agressivo na vida real.

O fato da mídia mainstream nunca comunicar isso e tentar mostrar todos os “Red Pill” — de forma genérica, irrestrita e generalizada — como sujeitos perigosos e propensos à violência, é uma falácia demagógica, deliberadamente orquestrada para colocar na ilegalidade toda a comunidade masculina, com o objetivo de ampliar os poderes do estado e do feminismo institucional. Não há dúvida nenhuma de que, se analisado sob um viés estritamente político-ideológico, a tentativa do governo de censurar e criminalizar a produção de conteúdo masculino não deixa de ser uma declaração de guerra do feminismo institucional contra o masculinismo emergente.

De fato, tendo se tornado conhecidos do mainstream, depois que passaram anos na obscuridade da internet, os movimentos masculinistas são o novo bicho-papão do establishment, que está sempre em busca de novos inimigos, dos quais precisa “salvar” a população. A narrativa oficial vigente diz que os “Red Pill” são um perigoso movimento de homens que odeiam as mulheres. Eles são todos selvagens, machistas, sexistas, misóginos, violentos e ficam pregando o ódio online. É o mesmo velho discurso requentado de demonização das opiniões divergentes, que pretende suprimir e obliterar violentamente a liberdade de expressão, sob a carapaça da proteção coletiva e da segurança social.

O que as autoridades oportunistas buscam em situações dessa natureza é uma prerrogativa política para consolidar o controle absoluto e a centralização de poder. Assim, o estado tem livre licença para perseguir e oprimir os vilões que ele mesmo criou, e consegue parecer necessário aos olhos do populacho ingênuo, como um hábil fornecedor de segurança. Aos olhos dos incautos e desavisados, os agentes do estado acabam se projetando como heróis valentes e virtuosos. Mas na prática, eles são como capangas da Stasi, que estão amordaçando, censurando e prendendo quem não obedece às ideologias da moda.

A pergunta que devemos fazer é: se o feminismo existe, tem o seu espaço — e se conquistou esse espaço, então merece existir e manter esse espaço —, porque o masculinismo não pode?

O fato é que, sim, o masculinismo pode e deve existir. Acima de tudo, ele se transformou em uma defesa fundamental para os homens contra os excessos do feminismo, que se torna cada dia mais agressivo, descontrolado e totalitário. Muitas mulheres enxergam a masculinidade como uma doença, e procuram assiduamente extirpá-la.

Lembro que vi há algumas semanas uma mulher falando, em um vídeo nas redes sociais, que uma gestante deve ter o direito de abortar, se o bebê que ela estiver esperando for do sexo masculino. O feminismo já transformou em algo negativo uma mulher ser mãe de menino. É gracioso para uma mulher ser mãe de menina, mas não de menino. Pesquisando sobre esse assunto, descobri que, no mundo anglófilo, foi cunhado o termo “Boy Mom” para se referir a mulheres que são mães de um menino. O termo é usado de forma pejorativa.

Apesar disso, não vemos nenhum lobby, grupo ou coletivo de homens que busca ativamente criminalizar o feminismo.

Infelizmente, o contrário não é verdade. Há uma fila de mulheres desesperadas em criminalizar o masculinismo. E o governo misândrico feminista está muito ansioso em atender os desejos delas.

Ora, os homens convivem com o feminismo há várias décadas. E tiveram que aprender a suportar esse movimento, com toda a sua histeria, neurose, rancor e pavorosos excessos ideológicos. As mulheres, por sua vez, convivem com o masculinismo há uns cinco ou seis anos (desde que se tornou mainstream), e uma expressiva parcela delas já defende desesperadamente a criminalização do movimento.

Pelo visto, a mulher contemporânea “guerreira” e “independente” só segue o manual do emponderamento feminino até a página dois. Afinal, quando elas descobrem um problema que os homens não podem ou não querem resolver, elas recorrem ao papai-estado para que seus desejos sejam atendidos (leia o meu artigo, intitulado “Estado — O marido e pai das mulheres”, onde abordo mais detalhadamente a questão do paternalismo estatal com relação às mulheres). Por razões demagógicas, ideológicas e populistas, o governo sempre estará mais do que disposto a resolver os problemas das suas queridas eleitoras.

Evidentemente, o governo está muito interessado em atender o desejo das mulheres que têm a pretensão de criminalizar a produção de conteúdo masculino na internet. Afinal, isso dá mais poder ao estado, além de controle absoluto sobre o discurso público e a narrativa política vigente. Sob a alegação de estar lutando contra algum esotérico e perigoso inimigo (um coletivo de homens que espalha o “machismo”, o “sexismo” e a “misoginia” online), o governo se promove como um gracioso benfeitor e como um protetor diligente da sociedade, assim justificando os impostos que ele cobra de todas as pessoas economicamente ativas.

O governo, no entanto, nunca combate perigos reais, mas luta vigorosamente contra os inimigos imaginários que ele mesmo promove a condição de inimigos públicos. De fato, o Ministério Público há alguns meses esteve envolvido em uma operação, para catalogar e classificar centenas de canais do YouTube, de produtores de conteúdo masculino do país inteiro.

Assim sendo, eu não ficaria nem um pouco surpreso se, de repente, alguma lei criminalizasse esse tipo de conteúdo, ou diretrizes demasiadamente restritivas concernentes à “discurso de ódio”, “misoginia”, “machismo” e “sexismo” limitassem tão severamente a liberdade de expressão, que os produtores de conteúdo da machosfera simplesmente não conseguiriam mais monetizar os seus vídeos.

Não obstante, é muito interessante reparar no duplo padrão do sistema. Os interesses masculinos podem ser reprimidos, suprimidos e obliterados. Os homens não precisam de liberdade de expressão, tampouco devem se congregar em comunidades ou fóruns online. As mulheres, no entanto, podem e devem ter todos os seus desejos atendidos — não importa quão insanos ou imorais sejam. O governo se certificará de que todas as vontades e todos os desejos delas sejam impreterivelmente atendidos. Se para isso for necessário reprimir cada vez mais os homens, então que assim seja. Afinal, não há problema algum em esfregar a navalha na carne, contanto que seja na carne dos outros.

Isso mostra perfeitamente como é o duplo padrão do sistema político que prevalece nos tempos atuais. O sistema não entrega absolutamente nada para os homens, mas busca entregar tudo para as mulheres.

Em virtude desse fato, não é sem razão ou motivo que cada vez mais homens Red Pill e MGTOW tem se voltado para o libertarianismo e para o anarcocapitalismo. De fato, se tornou muito comum na internet ver Red Pills e MGTOW’s que também são anarcocapitalistas. Obviamente, isso não quer dizer que todo o anarcocapitalista é MGTOW ou Redpill, e que todo Redpill ou MGTOW é anarcocapitalista. No entanto, é interessante perceber como esses movimentos passaram a convergir em anos recentes. E é muito fácil entender o motivo.

De fato, uma análise sincera da realidade atual dos homens mostra que não é nenhuma surpresa descobrir que Red Pills e MGTOW’s estão se tornando anarcocapitalistas.

Homens pagam 70% dos impostos — mesmo assim, eles acabaram percebendo que absolutamente nenhuma de suas demandas políticas, jurídicas, econômicas ou sociais é atendida. Muito pelo contrário: diante da menor ou da mais modesta reivindicação, os homens são rotulados de fascistas, machistas, misóginos e sexistas. Então, para que votar? Qual é a função ou a utilidade da democracia?

A conclusão a que muitos Redpills e MGTOW’s chegaram é que a política e a democracia não têm absolutamente nenhum valor prático para eles. De fato, muitos entenderam que não adianta persistir acreditando em coisas tão inúteis. É como dar remédios para um morto, esperando que ele melhore.

Ao notarem o desprezo generalizado do estado pelas demandas de eleitores do sexo masculino — e percebendo que eleições e voto democrático não servem para absolutamente nada —, uma expressiva parcela de masculinistas convergiram para o anarcocapitalismo. É uma consequência inevitável da condição atual dos homens: eles estão se voltando para a liberdade como uma reação natural de oposição ao totalitarismo feminista do estado ginocêntrico.

Obviamente, não há nada de errado nisso. Pessoas dos mais diferentes backgrounds são atraídas para o libertarianismo e para o anarcocapitalismo, pelos mais diferentes motivos e pelas mais variadas razões. Algumas pessoas chegam até o anarcocapitalismo por estudarem economia, outras por experimentarem na própria pele a opressiva tirania do estado, outras porque tiveram bens expropriados e ativos confiscados, outras porque aprenderam sobre a ética da propriedade privada e assim por diante. O libertarianismo não se importa se você é negro, branco, asiático, indígena, homem ou mulher. Qualquer pessoa que tenha plena consciência sobre a natureza imoral, extorsiva e criminosa do estado é bem-vinda.

No entanto, com o estado devotando tanto de seu tempo, energia e recursos (roubados) para as mulheres, e ignorando os homens de forma total e completa, percebemos uma divisão entre os sexos, que vem se acentuando de forma ostensiva. O exacerbado paternalismo governamental das autoridades com relação às mulheres está provocando uma ruptura social. Como resultado, homens estão indo cada vez mais para a liberdade, enquanto as mulheres se voltam para o socialismo de estado.

De fato, inúmeras pesquisas realizadas em anos recentes (você pode achá-las aos montes, pesquisando no Google) concluíram que homens são de direita e mulheres são de esquerda. É claro que isso é uma generalização grosseira, mas o que essas pesquisas mostram é que os homens estão cada vez mais inclinados para o conservadorismo e para a liberdade, ao passo que as mulheres tendem a ir mais em direção ao progressismo e ao ativismo estatal.

Essas tendências também mostram que — em linhas gerais — homens e mulheres não estão em sintonia. Atualmente, o masculino e o feminino se distanciam, por cultivarem hábitos, propósitos, objetivos e estilos de vida muito diferentes. Isso, no entanto, se deve a uma considerável diversidade de fatores, que vão de questões culturais, a questões políticas, ideológicas e também biológicas: homens e mulheres são naturalmente diferentes.

Acontece que a maneira excepcionalmente distinta do estado tratar homens e mulheres está acentuando de forma exacerbada essas diferenças (que já são consideráveis). Enquanto as mulheres são cada vez mais liberalizadas e emancipadas, não tendo nem mesmo obrigação de assumir responsabilidades pelos seus próprios atos, os homens são cada vez mais emasculados e oprimidos por políticas de estado.

Seja como for, a verdade é que os movimentos masculinistas fizeram a sociedade despertar, pois muitas pessoas — quer elas gostem disso ou não —foram obrigadas a aceitar que toda ação gera uma reação. É extrema ingenuidade das mulheres acreditar que elas poderiam abusar e esticar ao máximo uma agenda política como a do feminismo (e muitas vezes de forma extremamente radical), achando que isso não teria consequências. Bom, agora as consequências se tornaram aparentes, e muitas delas estão ficando histéricas com isso.

Apenas crianças ignoram o fato irremediável de que ações tem consequências. Adultos — sejam homens ou mulheres — deveriam ter um entendimento básico sobre como a vida funciona. Infelizmente, vivemos em uma sociedade de pessoas tão absurdamente infantilizadas, que muitas delas não possuem nem mesmo um conhecimento básico sobre como a sociedade humana se organiza (são incapazes de entender algo tão elementar, como o fato de que uma ação vai gerar uma reação). Então, quando as consequências de uma determinada ideologia aparecem, certas pessoas pedem ao Ministério Público para fazer isso desaparecer, como criancinhas que recorrem ao papai para lutar contra o bicho-papão que se esconde debaixo da cama.

O movimento Red Pill obrigou muitas mulheres a aprenderem que absolutamente tudo na vida tem consequências. Agora elas estão sentindo na pele um pouquinho daquilo que os homens sentem há décadas por conta do feminismo, e ficaram desesperadas ao descobrir que não é nada legal (bem-vindas ao clube). Imagine quando elas descobrirem que o masculinismo é uma consequência, uma reação e um resultado direto do feminismo.

A verdade — muito simples de entender — é que se o feminismo não existisse, muito provavelmente o masculinismo também não existiria. A verdade é que os créditos desse filho são de vocês, ativistas feministas. Toda ação tem uma consequência. Toda ação provoca uma reação. Essa é uma lei imutável do mundo natural.

Infelizmente, as mulheres que estão empenhadas em criminalizar os movimentos masculinistas mostram que não sabem, de fato, como o mundo real efetivamente funciona. E perceba que coisa interessante — essas mulheres não querem criminalizar o problema (o feminismo), mas a consequência do problema (o masculinismo). Elas querem literalmente tapar o sol com a peneira. São como criancinhas ingênuas e pequeninas, que acham que por colocarem uma capa nas costas, poderão voar exatamente como o Superman (ou Supergirl, nesse caso).

O fato de que muitas mulheres — assim como o governo e o sistema político como um todo — não querem criminalizar o problema, mas as consequências do problema, diz tudo o que precisamos saber sobre o sistema político em que vivemos. O feminismo é aceitável, e pode ser absorvido dentro da fisiologia institucional do sistema (de fato, já foi há muito tempo). O masculinismo, no entanto (ou qualquer reivindicação de natureza masculina), é demasiadamente nocivo e perigoso. Precisa ser erradicado, banido e suprimido, pois é “misógino”, “machista” e “sexista”.

É inegável que o movimento masculinista é uma reação ao feminismo, que — especialmente nas últimas décadas — foi se tornando cada vez mais opressivo e totalitário, implementando uma agenda política tirânica de gradual emasculação dos homens.

Às mulheres que desejam acabar com o movimento Red Pill, dou um conselho honesto e sincero: lutem pelo fim do feminismo e do ginocentrismo, que o masculinismo também irá, gradualmente, desaparecer. Ao combater única e exclusivamente o masculinismo, vocês estão combatendo simplesmente um sintoma, e não a doença. Quem combate apenas os sintomas — e usa placebo para tratamento, ao invés de uma medicação eficiente —, vai continuar sofrendo da doença. Os sintomas não desaparecem só porque você se recusa ostensivamente a reconhecer que a doença existe.

A verdade é muito clara e simples de entender. Se o feminismo não existisse, o masculinismo também não existiria. O segundo é apenas e tão simplesmente uma reação ao primeiro. Enquanto o feminismo existir, o masculinismo vai continuar existindo — com ou sem o beneplácito das mulheres, e com ou sem a permissão governamental. Lembrem-se de que o Brasil não é o único país do mundo que tem produtores de conteúdo Red Pill. Existem muitos outros países, dos quais os Estados Unidos vêm em primeiro lugar.

Se vocês acham que vão vencer o masculinismo usando a censura do estado, já adianto que isso só vai deslocar a produção de conteúdo de uma plataforma para outra. E saibam que no mundo essencialmente tecnológico em que vivemos, nunca foi tão fácil contornar a censura, como nos tempos atuais. É mais fácil aceitar a realidade: enquanto o feminismo existir, o masculinismo continuará existindo. O efeito rebote do feminismo começou, e só o futuro dirá até onde ele é capaz de ir.

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