Parça, é o que eu mais via e vejo no Twitter, especialmente entre os GenZ; na minha conta anterior cheguei a engolir coisas como "fique na sua, boomer, agora é a nossa vez" e "esse veio (sic) pensa q sabe alguma coisa", fora o já surrado "eles roubaram o nosso futuro, pq se esforçar?", este na maioria de maneira indireta mas facilmente perceptível. Aliás, este lance etário aparece até de forma benigna e mesmo engraçada, como quando um mutual adolescente puxou conversa na DM e me soltou essa:
(como deixo o cel desligado no fds, te retribuo os ₿ amanhã, OK?)
Thread sobre como vejo essa guerrinha boba entre jovens e "velhos" (as aspas são porque já vejo caras que mal estão na casa dos vinte não apenas sendo chamados mas mesmo chamando a si próprios disso no Twitter) por alguma nebulosa "autoridade moral" sobre o #Bitcoin porque "a veiarada roubou o nosso futuro".
A afirmação acima é tão falsa quanto uma nota de 1 #Bitcoin emitida pelo BACEN e, como tentarei demonstrar, todas as pessoas estão sujeitas a algumas regras ditadas pela Natureza Humana, para o que usarei percentuais totalmente arbitrários, cuja finalidade é apenas de facilitar a compreensão pelo leitor. Em todos os tempos, a Humanidade pode ser representada por alguma variação assim, em relação a quando boas oportunidades se apresentam:
▪️ 90% nem ficam sabendo delas, ou não sabem reconhecê-las, ou simplesmente não se importam;
▪️ 9% as percebem mas, por medo, ignorância, falta de meios ou preguiça, não as aproveitam;
▪️ 1% as reconhecem logo que surgem e/ou começam a se tornar mais conhecidas, perseguem e aproveitam: estes são os bem-sucedidos, que depois serão chamados de "ladrões" pelos integrantes dos outros grupos.
PS: devo acrescentar um pequeno subgrupo aos dois primeiros, o dos que demoram mas terminam se dando conta da oportunidade e, mesmo já entrando num momento mais complicado, acabam por aproveitá-la e, dependendo de suas condições individuais, acabam por se situar em algum ponto na escala sócio-financeira dos almejados 1%. Acrescentei porque acho que é aonde estou (julga-te antes de julgar o teu próximo).
𝟏𝐀 - #BTC : 𝐀 𝐃𝐈𝐒𝐏𝐔𝐓𝐀 𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐆𝐄𝐑𝐀𝐂𝐈𝐎𝐍𝐀𝐋 - 𝐆𝐞𝐧𝐗 𝐞 𝐆𝐞𝐧𝐘
Como considero que o #BTC é para todos (que o mereçam, por compreender ou pelo menos intuir sua importância num mundo onde a digitalização não apenas já é irreversível mas irá se aprofundar ainda muito mais, ao nível da própria individualidade e até da personalidade e valores de cada um), me é difícil entender o porquê de os mais jovens tenderem a vê-lo como algo "deles", ficando "a veiarada" com o legacy e seus stocks e poupanças em FIAT; o paradoxo fica evidente ao perceber que, no entanto, cultuam "gurus" como Michael Saylor ("Boomer" ou, mais precisamente, GenX como eu mesmo) e, no Brasil, gênios como o Daniel Fraga e o Renato Tresoitão, que são "Millennials" (GenY), e isso para não mencionar Satoshi Nakamoto (pessoa ou grupo, mas definitivamente não-integrante da atual GenZ); ou seja, são todos "véios" mas sem eles o #Bitcoin seria muito menos conhecido/compreendido do que é ou mesmo sequer existiria (Satoshi). No melhor dos casos estaria hoje à espera do seu Pizza Day ou algo assim.
Por que então tanta surpresa (e mesmo algum desagrado) ao ver outros "véios" ou "boomers" não apenas interessados mas também demonstrando bons conhecimentos sobre o tema? Se tem uma coisa em que a parte de nós que foi pra frente aprendeu a fazer (e bem) foi reconhecer e aproveitar oportunidades. Por exemplo:
"𝐁𝐎𝐎𝐌𝐄𝐑𝐒" - Num país com o mesmo tamanho mas com (bem) menos população (e estado, e impostos) do que hoje, terra era abundante e barata, idem construir nela, logo, fazia sentido trabalhar duro e passar algumas poucas privações (não havia o consumismo desenfreado de hoje, pela pouca quantidade de coisas a serem consumidas, logo, pouca coisa nos fazia falta) para poupar até ter o que se dizia então "o seu canto".
Um homem que chegasse aos 30 anos sem ter casa própria, esposa e filhos, não era exatamente "pessoa recomendável", como se dizia na época ou, como se diz na crescente anglicização atual, era um "perdedor" (loser); os demais fizeram o certo e não pararam em um só imóvel ("a verdadeira poupança é terra", dizia-se então).
Além disso, boa parte da ainda baixa densidade demográfica continuava no interior, onde havia muitas pequenas propriedades e dinheiro na mão dos mais diligentes para comprar terras baratas para seus numerosos filhos; claro, já havia quem vendesse para tentar a sorte "na cidade".
𝐎𝐛𝐬: é aqui que fico sem entender a dificuldade que tantos jovens demonstram para compreender um conceito que o Zoitão véio vive enunciando e que deveria ser óbvio para todos: a partir do momento em que a pirâmide etária vai se invertendo, rumo à redução populacional, um imóvel passa de um importante e valioso ativo para um crescente passivo patrimonial, eis que se há mais moradias do que pessoas capazes e/ou dispostas a pagar para morar nelas, torna-se apenas fonte de problemas com impostos, manutenção, defesa contra invasores e outros custos em tempo e dinheiro sem garantia alguma de serem sequer amortizados, não é isso ou não? 😆
"𝐌𝐈𝐋𝐋𝐄𝐍𝐍𝐈𝐀𝐋𝐒" - Para estes as coisas se tornaram um pouco mais complicadas: terra e construção já eram meio caros de obter num país do mesmo tamanho mas com população (e estado, e impostos) crescente; e os que saíam do campo para ir "tentar a sorte na cidade" aumentavam pelos mais variados motivos, que fogem ao escopo deste post.
Mas a obsessão dos pais por propriedades, cada vez mais valorizadas, transmutou-se em diplomas para os filhos: valia a pena vender um ou mais imóveis por muitas vezes o valor originalmente pago e mandar os jovens para a faculdade em busca do famoso "DR", quase um título de nobreza, mas que era sobretudo a garantia, para os rapazes, de bons empregos e, por conseguinte, serem "um bom partido" e, para as moças, de um bom casamento.
Claro, o FEMINAZISMO já começava a mostrar as pontinhas das garras mas ainda não atrapalhava.
(continua no próximo fds, tá muito comprido já e a parte da GenZ me parece que vai ser maior que as das duas anteriores)
Boa leitura e desculpem pelo emoji, mas se sabem quem é o figura...
Parece melhor do que escrever "sats", mas já uso este ₿ para escrever ₿itcoin e ₿TC fora do Twitter (em espaços que não diferenciem pelo uso do "#", como fóruns phPBB) mas ainda me parece melhor do que 4 espaços, insignificantes aqui mas importantes lá.
But let's give it a shot, tipo os 55 ₿ que te mandei agora. 😆
Eu acredito em Geopolítica e Geoeconomia, bem como tenho como certo que se há um jeito de me enganar, alguém irá tentar KKKKK
Dá uma olhada em volta: cada vez mais guerras que têm mais chance de escalar e contaminar as regiões em que ocorrem do que de serem resolvidas; as maiores economias do mundo com dívidas impagáveis e precisando oferecer juros cada vez mais altos para ainda terem crédito; uma nova FRAUDEMIA ("doença x") sendo preparada para tentar fraudar de novo as eleições dos EUA e provavelmente de certos países da Europa.
E o "biticóio" que a maior parte (de uma minoria) da humanidade conhece é ETF Spot, que nem os emissores têm a cara de pau de oferecerem como Hedge e sim como ativo especulativo, o que são mesmo, tanto as dos EUA e UE quanto a daqui (QBTC11); o #Bitcoin mesmo, o de verdade com L1 e L2 só uma minoria muito menor que a citada tem ideia do que é e como funciona. Se tomarmos boas decisões (e sobrevivermos) estaremos lá no topo por simples falta de quem esteja.
Naaaaaaaaah já apostei (e perdi) um saco de sats mas continuo firme em que vai chegar por alguns momentos de volta aos USD 12k, pouco mais, pouco menos; se formos olhar o gráfico de fins de DEZ2019 para pouco mais de um mês antes do Halving 2020 o que veremos é uma subida razoável e depois um brusco retorno aos "dias negros" de 2018 (e eu puto da cara porque não tinha reservado liquidez nenhuma pra comprar a VERDADEIRA DIP, podia ter triplicado o que tenho, senão mais), o que hoje seria BEM MENOS de USD 12k.
Improvável? Claro!
Impossível? Hôme, estamos falando de #BITCOIN!!! 🤣
Nobre daug@plebs.place, vi sua choradeira 😆 no Twitter mas prefiro comentar aqui ou este treco nunca vai decolar: não é de lamentar por estar meio "seco" enquanto o "preço" do #Bitcoin cai, lembre q sempre tem tombo forte antes do Halving e até agora mal vimos uma deslizada de menos de 25%; então IMHO quando entrar uns trocos é segurar para quando a coisa estiver realmente FEIA pro mão de alface (o que significa LINDA para quem é do #HODL); só começarei a ficar de cara feia quando estiver perto de abril, pois a mera proximidade do Halving já irá começar a puxar o "preço" pra cima e vai ficar mais difícil de comprar.

