Avatar
reiartur
e97aaffa4001ba5db86e7c6bfc4f97c4278415f487df1eb3b52edb4a2ebd765d
Bitaites e calinadas de um disléxico e pseudo ilustrador. study #Bitcoin

Concordo. Aquilo dá tanto dinheiro, que não pensam no futuro e na sustentabilidade da empresa. A falta de rigor, leva-os a fazer maus investimentos.

Agora vamos ver como ele vão reagir às novas regulamentações. Ficou fora da Europa e agora os EUA vão exigir reserva 100% em dólares, possivelmente terá que vender o Bitcoin.

Sim, é verdade, é inevitável que existir casos, mas tem que existir bom senso. Já hoje existem casos, mas é num mercado muito pequenos, mas com a entrada de influencers com dimensão internacional, pode gerar problema gigantes.

Além de poder gerar enorme perda financeira, como o Trump, já desvalorizaou 10 biliões, muita gente perder dinheiro. Estes influencers deveriam ter mais bom senso.

Mas tens toda a razão, a educação é essencial. Só que a maioria dos seus seguidores não tem educação, não percebe como funciona o mundo cripto, não sabe que aquilo é um casino. Os influencers enganam os seus seguidores por mais lucro.

Por vezes, os incentivos económicos podem ser perversos, o ser humanos é mais atraído mais pelo mal, do que pelo bem.

Um bom exemplo são o clickbait e as fakenews gera muito mais views.

Outro bom exemplo, são os youtubers, aperceberam-se que ao fazer coisas estúpidas gerava mais views, do que fazer bons conteúdos.

Ao ser mais lucrativo, começaram a fazer coisas cada vez mais estúpidas e mais arriscadas, por vez, até colocam a sua vida em perigo. Como trends de sair do carro em movimento, comer detergentes das máquinas de lavar, ou fazer banhos de Nutella.

O mesmo pode acontecer com os tokens, podem criar desafios/meta para os seus seguidores, se o token atingir valor 10x faz y, se atingir 100x faz z.

Isto vai levar para muito maus.

Primeiro Trump, agora Milei:

Lançou um memecoin e depois fez o rug pull.

Além destes dois casos serem vergonhosos, possivelmente estamos a iniciar uma nova moda.

Nos próximos tempos vão surgir centenas, milhares de projectos similares, sobretudo por desportistas, artistas e influencers de redes sociais.

Eles vão aproveitar as suas grandes legião de seguidores, para vender os seus tokens.

Hoje em dia, o número de seguidores nas redes sociais é um barómetro para calcular e comparar o poder de influência dos influencers. Qualquer dia, poderá ser o marketcap dos tokens, isto desalinha por completo os incentivos. Pode tornar-se perigoso.

Como estes influencers, não são aficionados por cripto, ao vender os tokens vão converter para dólar e vão sair do ecossistema cripto. Eles vão drenar a liquidez da shitcoinagem.

Quem não tiver nenhum ou um baixo vencimento, dificilmente consegue depositar dezenas ou centenas de milhares de euros, sem alertar os compliance dos bancos.

O registro da casa a baixo, não poderá ser muito abaixo, porque existe comparação com o resto do mercado.

O controle em Portugal é agressivo, por isso muita gente, prefere declarar e pagar os impostos se existir, e ter uma vida descansada.

Não sei como é no Brasil, mas vou falar do caso de Portugal.

Num caso de proibição, mesmo que tenhas em auto-custódia, apenas vais comprar coisas de pequeno valor, não poderá comprar um carro novo, não poderá comprar uma casa. O governo deteta facilmente se tu tiveres gastos muito superiores aos rendimentos declarados, vai ter que justificar a origem do dinheiro, vais ter problemas.

Para comprar algo, terás que entrar em algum esquema de lavagem de dinheiro.

Ou então, simplesmente não gastas nenhum bitcoin.

Imagina que tem centenas de milhares ou milhões em bitcoin numa carteira e simplesmente não o podes gastar.

Alguns até poderão mudar de país, mas a maioria tem familia, tem amigos e não quer sair.

Os paladinos da verdade e da ética, a sentirem o seu próprio veneno.

Mais dois casos de: Faz o que eu digo e não faças o que eu faço!

Daqui a 27 anos, será 2052, se for vivo terei 69 anos. 😀

Possivelmente a minha geração está a entrar na idade para a reforma/aposentadoria, que deverá ser por volta dos 70 anos, nunca menos que isso.

Nesse momento, quando a minha geração fizer as contas, vai perceber que a sua pensão, no máximo, será 30% do seu último salário (taxa de substituição).

Terá um grande dilema em mãos, ou deixa de trabalhar e vive miseravelmente com a pensão, ou então, continua a trabalhar e acumular o salário com a pensão. Possivelmente nesse futuro, o estado não permitirá a acumulação.

As pessoas sobrevivem miseravelmente com a pensão ou estão a trabalhar até morrer, e terão outro dilema, o que vão fazer quando os políticos aumentarem, ainda mais, os impostos com a justificativa, que é para pagar uma dívida que foi realizada há 27 anos? Possivelmente, esses políticos já estão mortos, o dinheiro foi utilizado para construir algo que já não existe, ou já nem sabem onde foi gasto.

Depois temos as gerações ainda mais novas, em 2052, também vão ter um grande dilema em mãos, estão a ser obrigados a participar no ponzi, estão a pagar as miseráveis pensões dos pais ou avós, sabendo de antemão, que nunca terão uma pensão, a situação deles ainda será pior.

Será que não vão dizer basta! Que não querem mais participar naquele esquema ponzi.

Será que não vão dizer basta! Que estão cansados de pagar dívidas realizadas há várias décadas.

E se aparecer um político populista, a prometer que vão deixar de pagar as dívidas e as pensões, que vão fazer um reset.

Será que estes jovens, cansados, não vão seguir por esse caminho?

Se os jovens seguirem por esse caminho e o politico cumprir a promessa, como vão viver os pais ou os avós, sem as pensões?

Mas o ponto fulcral é que ambos são vítimas, os grandes culpados são os políticos de 2025, que gastaram mais do que tinham e hipotecaram o futuro.

Isto é apenas um exercício, no pressuposto, que o esquema ponzi não colapsou antes de 2052.

Para finalizar, fica a sugestão de um quase cota para os jovens, começam a poupar hoje, e não tenham expectativas de ter uma reforma, se um dia vier, será apenas um extra. Façam a vossa própria aposentadoria, não esperem pelo estado.

Fix the Money, Fix the World!

nostr:nevent1qqsdur2746wg0fahpzdwnrhegdq0zmxfkk9e697l4lg2qwtumxgqh6spzpmhxue69uhkummnw3ezumt0d5hsyg8f02hl5sqphfwmsmnud07yl97yy7zptay8mu0t8dfwmd9za0tkt5psgqqqqqqsphplqt

Portugal fez mais emissões de dívida:

«no total, foram colocados cerca de 1.500 milhões de euros, distribuídos da seguinte forma: 516 milhões a 9 anos, com uma procura de 2,10; 489 milhões a 17 anos, com uma procura de 1,90; e 491 milhões a 27 anos, com uma procura de 1,73. As yields obtidas foram, respetivamente, 2,786%, 3,342% e 3,433%»

Com maturidades de 17 e 27 anos, isto é um absurdo completo.

Bebés que estão neste exato momento a nascer, só vão pagar esta dívida, em adultos e possivelmente já são pais.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/portugal-coloca-1-496-milhoes-de-euros-a-9-17-e-27-anos/

É sinal que não vês um telejornal há muito tempo. 🤣

Eu estou na dúvida, se estás ou não a ser sarcástico, com a pergunta. 🥴

Mas vou responder na mesma:

O 6° é o Bruno Lage, o ainda treinador do benfica, o 7° é Rui Borges, treinador do Sporting.

Trump está com uma missão imperialista para o dólar, ele vai aproveitar as stablecoins para disseminar a moeda para o mundo inteiro. A tecnologia blockchain vai permitir que o dólar penetre em mercados, onde antes era impossível ou dificilmente o papel-moeda entrava.

O dólar vai acelerar o processo de implosão das restantes moedas FIAT, o dólar possivelmente será o último a cair, é inevitável, porque todas as moedas FIAT vão para zero.

Atualmente só existem duas moedas FIAT com possibilidade de fazer concorrência ao Dólar, o Euro e o Franco suíço. Enquanto, o Franco suíço, está com um desempenho melhor que o dólar, mas a moeda não tem dimensão e nem a Suíça quer ter esse papel, preferem ficar à margem, ficar no seu cantinho. Assim só resta o Euro e Trump sabe disso, possivelmente será um alvo a abater e a melhor maneira para derrubar o Euro, é utilizando, uma velha tática de guerra, o “dividir para reinar”.

Assim a melhor maneira para destruir o Euro, é provocar uma cisão na União Europeia, é colocar uns países contra os outros. E as tarifas alfandegárias poderão ser a arma ideal para isso, beneficiando apenas os países “amigos” do Trump, como Itália, Hungria e possivelmente a Eslováquia, penalizando os restantes. Isso vai provocar uma cisão dentro da própria UE, dificilmente o bloco poderá fazer um contra ataque em conjunto ao Trump, esse contra ataque será individualmente, cada país fará o seu. Mas individualmente os países têm muito menos força.

Trump com as tarifas poderá “comprar” novos aliados dentro da própria UE.

A EU até poderá sobreviver, mas a moeda dificilmente.

A Alemanha é o ponto charneira, sem ela a moeda não sobrevive, se a AfD conseguir um bom resultados nas próximas eleições, poderá mudar de lado e será o checkmate do Euro.

A dúvida está no ar, será que Trump quer destruir o Euro?

Este tipo de estatísticas benefícia mais os partidos da oposição, porque normalmente a opinião fica centralizado no seu líder, e quanto mais pequeno mais centralizada fica.

O contrário do governo, que tem o primeiro-ministro e vários ministros, que falam diariamente, isso é visível na lista, que estão alguns membros do governo.

O André Ventura, é praticamente um partido de um homem só.

Mas este gráfico é bem demonstrativo da falta de neutralidade dos jornalismo em Portugal. É gritante o caso da Mortágua, tem quase o mesmo tempo de antena que o primeiro-ministro.

Montenegro é um politico mais discreto, mas o caso da Mortágua é absurdo e comparando com o PCP, com as mesmos ideais e mais ou mesmo com a mesma dimensão, Mortágua tem mais do dobro de Paulo Raimundo.

Apesar de não concordar na maioria das vezes com as ideias políticas de Paulo Raimundo, tenho que reconhecer que é uma pessoas digna, um político sério, íntegro, com sentido de estado. O que não acontece com a Mortágua.