O objetivo do grupo é recrutar e ajudar pessoas que ainda não estão na NOSTR a ingressarem na rede. Se alguém que já está no NOSTR quiser participar para orientar os novos membros e também ajudar no recrutamento, será muito bem-vindo.
A melhor opção é morar na zona rural, onde não se paga IPTU, e adquirir uma moto antiga, que já esteja isenta de IPVA. Trabalhar online e, quem sabe, conseguir reservar um pouco de dinheiro para investir em Bitcoins.
Venezuela – Um Alerta para o Mundo

A atual situação crítica da Venezuela é uma tragédia humanitária que merece análise e compreensão. O país enfrenta uma grave crise econômica e social, levando muitos cidadãos a revirar latas de lixo em busca de alimentos. Nessa análise, é fundamental abordar a participação tanto do antigo presidente Hugo Chávez quanto do atual presidente Nicolás Maduro.
Hugo Chávez, presidente da Venezuela de 1999 até sua morte em 2013, é considerado um dos principais responsáveis pela atual crise. Durante seu mandato, Chávez implementou políticas populistas que visavam a ampliação do papel do Estado na economia. No entanto, suas políticas econômicas falhas, incluindo a estatização de setores-chave, e a corrupção, contribuíram para a degradação do sistema econômico venezuelano.
Após a morte de Chávez, Nicolás Maduro assumiu a presidência em 2013 e continua no poder até os dias de hoje. Sua gestão tem sido marcada por uma deterioração ainda maior das condições econômicas e sociais do país. A má administração econômica, e a corrupção generalizada, têm levado a uma hiperinflação galopante, escassez de alimentos e medicamentos, colapso dos serviços públicos e aumento da criminalidade.
A relação do governo venezuelano com o narcotráfico é um problema complexo, com altos funcionários envolvidos em atividades ilícitas, o tráfico de drogas na Venezuela se beneficia da corrupção e da falta de controle estatal.
Essa crise, porém, não pode ser compreendida plenamente sem considerar o apoio externo que o governo venezuelano recebeu ao longo dos anos. É aqui que entra o Foro de São Paulo, uma coalizão de entidades políticas e movimentos de esquerda na América Latina, que desempenhou um papel significativo no suporte ideológico e financeiro ao regime venezuelano.
O "Foro de São Paulo" é o nome de uma coalizão de entidades que se reúnem regularmente para discutir estratégias políticas, é formado por partidos políticos, movimentos armados, líderes de governos e organizações envolvidas em atividades relacionadas ao narcotráfico, foi criado em 1990, numa iniciativa conjunta do Partido dos Trabalhadores (PT) brasileiro e do Partido Comunista Cubano (PCC) com o objetivo de coordenar ações e estratégias políticas na América Latina, e apoiou tanto Chávez quanto Maduro, fornecendo apoio político e ideológico, incluindo a participação do Brasil no financiamento da ditadura venezuelana, que ocorreu através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) durante o governo do Partido dos Trabalhadores (PT). O BNDES concedeu empréstimos milionários à Venezuela, esses empréstimos levantaram questionamentos sobre a viabilidade financeira e a moralidade dessa ação, especialmente diante do agravamento da crise econômica e humanitária na Venezuela.
Marqueteiros do PT foram enviados para ajudar na campanha de Maduro, o que indica uma estratégia de influência política por parte do Brasil, essa ação levanta questões sobre a ética envolvida no apoio e financiamento de uma ditadura.
A situação crítica da Venezuela nos revela de forma contundente os perigos e as consequências do socialismo. As políticas populistas e aumento do controle estatal resultaram em um colapso econômico e social sem precedentes.
A participação do Foro de São Paulo, e o financiamento da ditadura venezuelana pelo Brasil através do BNDES, fazem parte do plano de instalação do socialismo em toda a região. Esses fatos levantam questões sobre a ética e a moralidade envolvidas no apoio a regimes totalitários e nas práticas de manipulação política.
A situação crítica da Venezuela serve como um alerta para os perigos do socialismo, destacando a importância de políticas econômicas responsáveis, governança transparente, combate à corrupção e respeito aos direitos humanos.
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O Impacto do Ateísmo nas Ideologias Políticas

Na relação entre o ateísmo e as correntes revolucionárias, o ateísmo desempenha um papel fundamental no desenvolvimento e na sustentação das revoluções políticas, é o alicerce em torno do qual se organizam as três qualidades necessárias para o membro do partido. Essas qualidades orientam o comportamento do revolucionário em seu compromisso com as causas revolucionárias. Cada uma dessas características desempenha um papel distinto na formação da mentalidade revolucionária e na criação de um ambiente onde os princípios morais tradicionais são questionados e rejeitados.
O Relativismo Moral Implacável: O compromisso do revolucionário ateísta com o relativismo moral é o que lhe permite justificar ações que, em outras circunstâncias, seriam consideradas moralmente inaceitáveis. A flexibilidade moral se torna uma ferramenta indispensável na adaptação a mudanças políticas e estratégicas, permitindo que o indivíduo se alinhe com as constantes reviravoltas da política partidária. Trata-se de uma mudança radical em relação a princípios morais rígidos e uma admissão de que a moralidade é um mero instrumento para atingir objetivos políticos.
A segunda qualidade é a Visão do Ser Humano como um animal: Para os adeptos, a ideia de indivíduos com direitos inalienáveis é substituída por uma visão de que as pessoas são meras peças de um coletivo. A vida humana, sem a âncora da crença em algo transcendente, é despojada de sua sacralidade e valor intrínseco. Sem essa dimensão espiritual, o ser humano é reduzido a uma função utilitária, tornando-se apenas mais um recurso entre tantos outros na política partidária. Esse esvaziamento do significado sagrado da vida permite que indivíduos sejam tratados como números ou engrenagens de uma máquina ideológica, ajustáveis e substituíveis conforme os interesses do poder. Esta qualidade levanta questões profundas sobre a natureza do indivíduo e seu lugar na sociedade sob um regime revolucionário, onde a dignidade humana é relativizada.
A terceira qualidade é a Lealdade Inabalável ao Partido: A fidelidade inquestionável ao partido é uma característica essencial daqueles que abraçam essa ideologia. Qualquer desvio da linha partidária ou qualquer sinal de questionamento pode resultar em exclusão imediata. Essa lealdade ao partido é considerada mais importante do que quaisquer princípios morais pessoais, e é a cola que mantém unidos os membros do partido.
O papel do ateísmo na formação das correntes revolucionárias, nos mostra a importância de compreender como as ideologias políticas podem moldar a moralidade e a fidelidade dos indivíduos. O ateísmo, nesse contexto, não é apenas uma ausência de princípios religiosos, mas sim um pilar fundamental que sustenta a mentalidade revolucionária.À medida que consideramos essas características, é vital reconhecer que o debate sobre ateísmo e revolução não se limita apenas ao campo teórico. A história é repleta de exemplos em que as ideologias políticas moldaram drasticamente sociedades e governos.
O ateísmo é o farol da moralidade revolucionária, guiando-nos rumo ao deslumbrante horizonte da flexibilidade ética e da devoção partidária inquestionável. Um mundo onde os princípios são tão maleáveis quanto a vontade política e a lealdade é mais valorizada do que a própria consciência moral!
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O Interesse do Estado na Família Tradicional

No cenário das estratégias políticas e agendas ocultas, surge uma questão que demanda nossa atenção: qual é o real propósito por trás da educação das crianças? Os líderes buscam genuinamente promover a independência, a prosperidade e a inteligência, ou, almejam a perpetuação da dependência, e a perpetuação de uma sociedade subjugada?Qual é o real interesse do Estado na família tradicional?
Uma dualidade se desenha diante de nós. Sob a lente da população em geral, governos que abraçam tendências socialistas são percebidos como incompetentes, incapazes de proporcionar prosperidade e bem-estar, no entanto, se mudarmos o ponto de observação, e analisarmos com os olhos da elite governante, esses governos revelam-se extremamente eficientes. Pois os objetivos reais não são a prosperidade geral, mas a concentração de poder e riqueza nas mãos da elite política.
Surge um alerta crucial, o risco das ideologias que prometem um Estado grande, uma máquina pública expansiva e generosa, embaladas em discursos aparentemente benevolentes e promessas de igualdade e justiça. A retórica, nesses casos, torna-se uma arma poderosa, onde as palavras e os conceitos são habilmente manipulados para camuflar a verdadeira intenção, a conquista e a manutenção do poder.
Um dos meios mais eficazes e silenciosos é a engenharia social, uma estratégia que visa moldar a sociedade de acordo com os interesses da elite governante. Um dos pilares dessa manipulação é a instrução formal, a educação que molda a mentalidade dos cidadãos. Quando o Estado controla o sistema educacional, ele ganha a capacidade de direcionar o que é ensinado. Ao controlar o conteúdo do currículo escolar, o governo pode influenciar a perspectiva de toda uma sociedade. Os cidadãos podem ser doutrinados em conformidade com as políticas vigentes e na aceitação passiva de decisões governamentais.
À medida que exploramos as influências da engenharia social, é interessante notar como essa estratégia também teve impacto ao longo da história, como podemos ver no contexto da escravidão. A instituição da escravidão revela um aspecto intrigante, a restrição moral à promiscuidade desempenhou um papel crucial na inviabilização da manutenção desse sistema. Quando escravos têm relações monogâmicas, começam a construir laços familiares sólidos, que por sua vez criam conexões baseadas no parentesco e na identidade ancestral, passam a ter pessoas dispostas a matar e a morrer umas pelas outras. E essas relações fortalecem o desejo de liberdade e autonomia.
Isso não só dificulta o controle dos senhores sobre eles, mas também fortalece sua identidade e senso de comunidade, tornando-os menos suscetíveis à submissão. Sociedades que mantinham a escravidão recorriam a esquemas obrigatórios de cobertura por múltiplos parceiros. Isso tinha o objetivo de destruir a estrutura familiar e a coesão social dos escravos, enfraquecendo assim a base para a resistência e a busca de liberdade.
Atualmente, observamos leis e políticas que inviabilizam contratos de casamento. Existe uma forte correlação entre a desestruturação familiar e o crescimento do Estado Social. Essa perspectiva sugere que mudanças nas normas legais e sociais, que impactam as estruturas familiares, têm um efeito significativo na sociedade em várias áreas. A desestruturação familiar é a fragmentação ou enfraquecimento das unidades familiares tradicionais. Quando normas jurídicas inviabilizam o direito natural, levam a degeneração moral e cultural. Vemos paralelos na desestruturação familiar e na expansão do Estado Social.
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O Estado populista transformando benefícios em "direitos"

Direito não é apenas uma palavra, mas a essência de nossas liberdades inalienáveis, o que sustenta as bases de uma convivência. Direito é aquilo que você tem e o outro não pode tirar de você. Por exemplo o direito à liberdade, à propriedade privada e à vida, que são alicerces sobre os quais se constrói uma sociedade.É dever do Estado não apenas reconhecer, mas também proteger esses direitos, uma vez que são essenciais. Devemos estar alertas para ideologias que, sob a máscara de serviços e benefícios, desrespeitam e, muitas vezes, sacrificam esses direitos fundamentais.
Históricamente, regimes ditatoriais florescem quando a vontade dos governantes supera a preservação dos direitos individuais. Portanto, é crucial manter um olhar crítico sobre propostas que, embora prometam vantagens imediatas, podem, a longo prazo, comprometer nossa herança de direitos fundamentais. Um Estado populista, trilha o caminho sedutor de apresentar benefícios e serviços como "direitos" inalienáveis, criando uma narrativa cativante de generosidade estatal. Essa aparente benevolência esconde a realidade: o que é rotulado como "direito" se revela um dever imposto aos cidadãos.
Ao proclamar serviços e benefícios como direitos fundamentais, o Estado não apenas apela para a simpatia popular, mas também estabelece uma obrigação. Se algo é um direito, espera-se que seja garantido, e, para garantir, alguém precisa pagar a conta. Nesse cenário, o cidadão torna-se involuntariamente responsável pelos custos desses serviços, uma vez que o Estado, por si só, não gera riqueza.
O Estado, ao torná-los compulsórios e rotulá-los como direitos, infla artificialmente seu preço. Afinal quando algo é um dever, o cidadão é compelido a pagar por isso, independentemente de sua real valia no mercado. O resultado é que o cidadão acaba pagando muito mais caro do que o serviço ou benefício realmente vale. Essa distorção econômica leva a uma espiral de custos, prejudicando particularmente aqueles que estão em posições financeiras mais vulneráveis.
À medida que o Estado busca financiar suas promessas "populistas", a carga recai desproporcionalmente sobre os ombros dos contribuintes, que, por sua vez, são forçados a arcar com custos exorbitantes por algo que lhes é apresentado como um direito inquestionável. Portanto o discurso populista, ao oferecer benefícios e serviços sob a fachada de direitos, acaba por criar uma dinâmica em que o cidadão, ironicamente, paga o preço mais alto por sua suposta generosidade estatal. É um jogo de espelhos onde a ilusão de direitos oculta a realidade de deveres financeiros onerosos impostos à sociedade.
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Honestidade seletiva – Lições para iniciantes

Em uma sociedade onde a honra e a integridade são constantemente postas à prova, muitos homens buscam enobrecer-se através da identificação com uma causa. A adesão a uma causa oferece a sensação de pertencimento e propósito, sugerindo que, ao se alinhar com um ideal maior, eles elevam sua posição moral e social. Porém a verdadeira nobreza não reside na causa em si, mas nas ações e valores dos indivíduos que a defendem.
A nobreza de um homem não se encontra apenas na adesão a uma ideia ou movimento, mas se manifesta principalmente em suas ações cotidianas e em seu compromisso inabalável com a verdade. Ao reconhecer e honrar a verdade, esses indivíduos direcionam seus esforços não apenas para a defesa de uma causa, mas para o cultivo contínuo de uma nobreza pessoal que transcende as circunstâncias externas. Esse compromisso com a verdade frequentemente se vê comprometido em um cenário político onde a manipulação e a distorção da realidade se tornam ferramentas comuns.
Um exemplo clássico desse dilema ético é a afirmação "mentir em favor da verdade". Essa ideia revela uma tensão moral profunda que permeia muitas estratégias políticas. Na prática essa manipulação da verdade em nome de um suposto bem maior é evidente em políticas táticas específicas, como as notórias regras leninistas: "fomentar a corrupção e denunciá-la" e "acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é". Essas regras expõem a dimensão maquiavélica da prática política, mas também sugerem uma utilização estratégica da corrupção e da denúncia como ferramentas de controle e dominação.
A regra "fomentar a corrupção e denunciá-la" exemplifica um jogo duplo onde a corrupção é deliberadamente incentivada para, posteriormente, ser utilizada como um instrumento de deslegitimação dos oponentes. Já a máxima "acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é" reflete uma estratégia de difamação e desvio de atenção, onde as críticas são distorcidas por meio de projeções e acusações infundadas. Essas abordagens não apenas distorcem a verdade, mas também criam um ambiente político em que a honestidade e a transparência são sacrificadas em prol de objetivos ideológicos.
Uma tática ainda mais sutil é a chamada "guerra assimétrica". Trata-se de um conceito intrigante de manipulação psicológica e táticas políticas que visa transformar derrotas em vitórias políticas, concedendo a um dos lados o direito incondicional de cometer crimes sob pretextos aparentemente nobres. A essência dessa estratégia reside na habilidade de manipular a percepção pública, convertendo ações que, em um contexto objetivo, seriam consideradas inaceitáveis, em supostos atos heroicos ou necessários para o bem maior.
Essa abordagem frequentemente se baseia em uma retórica envolvente, repleta de justificativas edificantes que buscam legitimar os atos controversos do grupo favorecido. Ao desarmar oponentes por meio de cobranças morais paralisantes, a "guerra assimétrica" não apenas neutraliza a resistência, mas também mina a capacidade de crítica e reação do lado desfavorecido. Esse processo é facilitado pela criação de um clima de condenação moral que inibe a contestação, levando a uma percepção em que qualquer oposição é vista como imoral ou inaceitável.
A eficácia dessa estratégia depende da manipulação sutil da narrativa, do controle da informação e da construção de uma imagem que se alinha aos interesses do grupo que a emprega. No campo político a "guerra assimétrica" não é apenas uma batalha de ideias, mas também uma disputa na arena da percepção pública e da psicologia coletiva. Nesse jogo onde as risadas cínicas abafam os discursos nobres, a ilusão se torna o truque mais refinado.
A nobreza verdadeira não é conquistada por mera adesão a causas populares ou movimentos ideológicos, mas pelo comprometimento inabalável com a verdade e a integridade pessoal.
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NOSTR – A Rede Social Descentralizada que Você Precisa Conhecer

As redes sociais se tornaram uma parte indispensável das nossas vidas. Diariamente, bilhões de pessoas compartilham ideias, sentimentos e criações por meio de plataformas que prometem conectar o mundo. Muitas dessas redes são controladas por algumas poucas corporações, as chamadas Big Techs, que impõem suas regras, monitoram os dados dos usuários e frequentemente praticam a censura arbitrária. O que começou como uma promessa de liberdade de expressão acabou se transformando em um ambiente controlado e manipulador.
Mas e se houvesse uma alternativa? Uma rede social livre do controle corporativo, que prioriza a privacidade, a liberdade de expressão e a autonomia dos seus usuários? Essa alternativa já existe e se chama NOSTR.
NOSTR é a sigla para "Notes and Other Stuff Transmitted by Relays", e, como o nome sugere, trata-se de uma rede descentralizada, onde as interações entre os usuários são transmitidas através de relés. Em vez de um servidor central que detém todo o poder e o controle, a NOSTR distribui essa responsabilidade por diversos operadores ao redor do mundo. Isso significa que não há uma entidade central que possa censurar, monitorar ou manipular o que você compartilha ou consome.
Diferente de redes sociais convencionais, como Facebook, Instagram ou Twitter, a NOSTR é completamente aberta. Qualquer pessoa pode participar, operar seu próprio relé ou simplesmente usar a rede sem intermediários. A NOSTR não depende de algoritmos que manipulam o conteúdo. Aqui, a ordem é cronológica, justa e transparente.
A NOSTR não é apenas mais uma rede social. Ela é um novo paradigma de como podemos nos conectar, compartilhar e interagir online.
A liberdade de expressão é um dos pilares da NOSTR. Como não há uma empresa por trás da rede, ninguém pode censurar ou bloquear suas publicações. Isso garante que ideias diversas, por mais controversas que sejam, tenham espaço para circular sem a interferência de algoritmos ou moderadores centralizados.
Ao contrário das Big Techs, a NOSTR não exige que você forneça informações pessoais como e-mail ou telefone. Sua identidade na plataforma é gerada por meio de chaves criptográficas, o que garante que você possa navegar, compartilhar e interagir sem medo de que seus dados sejam vendidos ou usados para publicidade direcionada.
As redes sociais tradicionais têm um ponto único de controle os seus servidores centrais. Se eles decidirem encerrar sua conta ou remover um conteúdo, não há muito o que você possa fazer. Na NOSTR, a descentralização é genuína. Qualquer um pode operar seu próprio relé, e mesmo que um relé decida não transmitir suas mensagens, outros continuarão disponíveis. O poder está, de fato, nas mãos dos usuários.
Em muitos países, governos autoritários bloqueiam o acesso a redes sociais, controlando o fluxo de informações. A arquitetura descentralizada da NOSTR dificulta esse tipo de controle, já que é possível criar relés em qualquer parte do mundo. Isso torna a rede resiliente a bloqueios e censura governamental.
Uma das inovações mais poderosas da NOSTR é sua capacidade de integração com a tecnologia blockchain. Com o uso da Lightning Network, os usuários podem realizar micropagamentos, como enviar Satoshis (frações de Bitcoin) diretamente a criadores de conteúdo ou como forma de apoiar iniciativas dentro da rede. Imagine poder recompensar instantaneamente um criador de conteúdo por uma postagem que você gostou. Na NOSTR isso é possível, um processo direto e eficiente. Isso oferece um modelo econômico novo, que não depende de publicidade invasiva ou coleta de dados.
Além dessas vantagens, a NOSTR possui uma série de funcionalidades práticas que tornam a experiência de uso simples e atrativa. Você pode postar textos, imagens, links e muito mais sem depender de filtros de conteúdo ou do risco de ser "algoritmado" para a irrelevância. O que você compartilha chega diretamente aos seus seguidores.
Para quem deseja mais controle sobre as interações, é possível configurar relés próprios. Assim você decide as regras e políticas de uso, criando um ambiente personalizado e de acordo com suas necessidades.
A comunicação entre os usuários é direta, sem intermediários que possam interceptar ou alterar as mensagens. Com suporte a criptografia ponta a ponta, a NOSTR garante que suas conversas sejam seguras e privadas.
Estamos vivendo um momento crucial na internet. A centralização das plataformas, o uso abusivo de dados pessoais e a censura crescente estão minando os princípios que tornaram a web um espaço de liberdade. A NOSTR surge como uma resposta a esse cenário, oferecendo uma alternativa verdadeiramente aberta, segura e livre.
Se você valoriza sua privacidade, se preocupa com a liberdade de expressão e deseja participar de uma rede global e descentralizada, a NOSTR é para você. Ela não apenas promete, mas já está entregando uma forma nova e mais justa de interação online.
Para começar, basta baixar aplicativos como o Amethyst (para Android) ou Damus (para iOS), gerar sua chave privada e se conectar ao mundo da NOSTR. Não perca essa oportunidade de fazer parte de uma revolução nas redes sociais, uma rede, onde você é verdadeiramente livre.
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Regimes Revolucionários – Devoção Irracional

O "Instante Perpétuo" é uma expressão que evoca a ideia de capturar um momento fugaz e torná-lo eterno. Este conceito transcende a mera dimensão temporal, mergulhando na essência da experiência humana.
No cerne do "Instante Perpétuo" está a busca pela imortalização de momentos singulares que, de outra forma, seriam efêmeros. É como se desejássemos congelar o fluxo inexorável do tempo para apreciar a beleza efêmera de um instante específico. Essa busca pode se manifestar na arte, capturando a magia de um momento de forma atemporal.
O "culto invisível do instante perpétuo" é uma devoção irracional a um ideal utópico, muitas vezes à custa da realidade brutal que pode acompanhar tais aspirações. Esse culto parece funcionar como um véu que obscurece as consequências nefastas de certas ações, especialmente aquelas perpetradas por regimes revolucionários e ativistas extremistas.
Recebem uma espécie de perdão implícito ou justificativa automática para atos de violência, matanças e genocídios cometidos em nome de uma visão idealizada do futuro. Isso levanta a questão preocupante de como ideologias podem distorcer a percepção moral, permitindo que atos terríveis sejam cometidos sob a premissa de um futuro idealizado.
Os defensores dessas ideias podem ficar tão enamorados com a utopia imaginada que ignoram ou minimizam as consequências reais e humanas de suas ações. Quando acreditam que só o futuro utópico poderá julgá-los, surge a justificativa do injustificável: qualquer atrocidade, por mais brutal, é vista como um sacrifício necessário para um sonho que jamais se concretiza.
Essa cegueira moral permite que a opressão e a violência se espalhem, enquanto os indivíduos são reduzidos a peças descartáveis de uma engrenagem coletiva. Mas é precisamente aqui que reside o erro fatal. Cada ser humano é único, sagrado em sua essência, e portador de direitos inalienáveis, direito à vida, à liberdade, à propriedade privada. Não somos meras engrenagens de um sistema abstrato, mas indivíduos com valor intrínseco, que não podem ser sacrificados no altar de utopias distantes.
O verdadeiro progresso não vem da destruição do indivíduo em nome de uma coletividade idealizada, mas do reconhecimento de que a dignidade humana e as liberdades individuais são inegociáveis. Somente quando honrarmos esses direitos fundamentais poderemos construir um futuro que respeite a essência sagrada de cada vida.
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O Legado Sombrio da Unidade 731

Na sombra da Segunda Guerra Mundial, emergiu um capítulo obscuro na história japonesa a Unidade 731. Este grupo de pesquisa militar perpetraria o que hoje chamamos de democídio, um assassinato em massa de cidadãos pelas mãos do próprio Estado. Contudo, a perversidade desse episódio vai além, revelando uma forma extrema de bandidolatria, onde criminosos de guerra eram, de certa forma, idolatrados pelo regime japonês.
A Unidade 731, liderada pelo infame Shiro Ishii, conduziu experimentos cruéis. Vacinações obrigatórias com agentes patogênicos foram métodos empregados para desenvolver armas biológicas. Exposição a bactérias como a Yersinia pestis (causadora da peste bubônica), Bacillus anthracis (causador do antraz) e outros patógenos. Resultando em sofrimento e morte para milhares de pessoas. A aceitação e até mesmo a recompensa estatal para os responsáveis pelas atrocidades destacam a prevalência dessa forma extrema de idolatria aos criminosos.
À medida que olhamos para o passado, é imperativo considerar como certas ações governamentais podem afetar os direitos e a segurança dos cidadãos. Em um contexto contemporâneo, a discussão em torno de vacinações obrigatórias traz à tona preocupações legítimas. Quando governos assinam documentos retirando a responsabilidade dos fabricantes em relação a efeitos colaterais, uma séria advertência se apresenta.
A busca pela saúde pública não deve comprometer a integridade individual. Cria um cenário onde os cidadãos ficam à mercê de riscos desconhecidos. A história da Unidade 731 nos lembra que a aceitação cega do poder estatal pode ter consequências devastadoras.
Portanto, ao considerarmos políticas de saúde pública, é essencial garantir que os direitos individuais sejam preservados. O equilíbrio entre saúde pública e direitos individuais deve ser cuidadosamente mantido, evitando que a história se repita.
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Globalismo Sutil – Como Ser Radical sem Ninguém Notar

A globalização, enquanto fenômeno econômico, social e cultural, tem sido palco de uma interação entre diversos sistemas políticos.A maneira como a agenda progressista busca avançar no contexto global, impacta diretamente direitos fundamentais e molda o papel do indivíduo na sociedade.
Para regimes totalitários, a relativização de direitos essenciais, como liberdades individuais, propriedade privada e o direito à vida, torna-se crucial para consolidar o controle estatal sobre a população. A promoção de uma visão coletivista, em que o indivíduo é reduzido a uma peça de um coletivo, sob a tutela do Estado, torna-se um elemento-chave para a implementação desses regimes.
A interdependência entre os meios de comunicação e o poder estatal é necessária para a transformação significativa na função dos veículos de informação, transformando-os em instrumentos de engenharia social e controle político. Essa metamorfose é exacerbada pela presença de uma nova geração de jornalistas, cujo comprometimento ideológico se tornou um elemento central na manipulação da narrativa pública.
Ao examinar questões sensíveis, como por exemplo, o movimento LGBT e o aborto, percebemos uma abordagem tendenciosa. Mesmo o aborto sendo um crime, violando não apenas o ordenamento jurídico, mas também o direito fundamental à vida, a mídia, em vez de classificá-lo corretamente como um crime, frequentemente o rotula como um "direito".A relativização desse princípio por meio da normalização do aborto associada a uma visão progressista, desafia o conceito tradicional do direito à vida como inalienável.
Essa manipulação da linguagem não apenas distorce a realidade, mas também influencia a percepção pública sobre o tema, promovendo uma perspectiva específica. Aqueles que se opõem a essa narrativa são retratados de maneira pejorativa, muitas vezes associados a rótulos. Essa estratégia não apenas desencoraja, mas estigmatiza aqueles que discordam da narrativa ideológica, contribuindo para a criação de um ambiente propício à imposição de um novo código de comportamento.
A imposição da agenda globalista não ocorre de maneira explícita, mas sim de forma sutil, através da normalização de determinadas ideias e da marginalização daquelas que não se alinham ao discurso predominante. A sociedade, assim, é gradualmente condicionada a aceitar como norma aquilo que, em outros contextos, seria percebido como radical ou controverso.
A globalização nos presenteia com uma bela encenação, enquanto os direitos essenciais são relativizados em prol do controle estatal, os meios de comunicação dançam conforme a música do poder, transformando a liberdade em mera ilusão enquanto nos oferecem uma narrativa sob medida.
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Eu tinha razão, a felicidade não existe, o momento feliz passou e os peitos grandes viraram um pau pequeno.
Os Mistérios do Universo – O Que Havia Antes do Big Bang?

A questão sobre a criação do universo nos leva a uma jornada pela filosofia. Antes do Big Bang, o que havia? O vazio absoluto, o nada. Essa ausência de qualquer coisa nos leva a um ponto de acordo entre ateus e defensores do design inteligente. Antes do Big Bang não havia gravidade, tempo ou espaço. Era o nada, completamente vazio. No entanto, isso nos leva a uma pergunta filosófica que ecoa desde os tempos de Parmênides na Grécia Antiga: por que algo existe hoje em vez de nada?
É lógico supor que algo existia antes, mas esse algo não pode estar sujeito ao tempo ou ao espaço, pois estes surgiram depois. Deve ser atemporal e não ter um começo, já que deu origem a tudo. Esse algo deve possuir vontade, inteligência e um propósito de criação. Não pode ter sido criado por algo mais, pois isso levanta mais questões.
A ideia de que a matéria e tudo o que existe surgiu do nada não parece científica, pois não é testável nem observável. De acordo com o método científico, uma teoria deve ser replicável e testável em laboratório, o que não se aplica à ideia do surgimento do universo do nada.
Mesmo aqueles que veem o Big Bang como o início não sabem sua causa. Reconhecer que algo causou o Big Bang implica admitir a existência de uma causa. Dizer que nada causou o Big Bang é cientificamente insustentável, pois não há evidências de que as coisas surjam do nada.
Portanto, somos levados a considerar uma causa primordial, uma entidade que transcende tempo e espaço. Esta causa deve ser capaz de justificar a existência de tudo. Seguindo a filosofia de Aristóteles, essa causa deve ser independente de limitações temporais ou espaciais. A ideia de uma cadeia infinita de causas não faz sentido, pois o universo teve um início. A alternativa mais lógica é uma causa primordial que deu origem a tudo, ecoando a descrição de Deus na Bíblia.
Antes do Big Bang, apenas o vácuo reinava, um reino onde até mesmo os ateus e defensores do design inteligente podem se encontrar em harmonia.
Mas eis que surge a pergunta filosófica que assombra as mentes desde os tempos antigos, uma questão tão fascinante até mesmo para os mais astutos cientistas.
Por que algo existe hoje em vez de nada?
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Fronteiras Morais – O Enfrentamento do Intolerável

O relativismo moral, leva ao extremo da tolerância total, coloca-nos diante de um paradoxo ético. A premissa de aceitar tudo, inclusive o que é considerado intolerável, desafia os fundamentos de nossos sistemas morais. Até onde podemos estender nossa tolerância sem comprometer valores fundamentais?
O enfrentamento do intolerável, suscita a necessidade de traçar linhas éticas que preservem a integridade de nossos princípios. No momento que traçamos uma linha do que não toleramos, nos tornamos intolerantes de alguma maneira, vivemos esse relativismo moral onde as pessoas acham que você tem que ser tolerante com tudo.
O relativismo moral desafia a coerência e pressiona a sociedade a aceitar tudo, entrando em conflito com a dura realidade de atos abomináveis. Nesse cenário, a verdade se dilui como uma abstração sem peso, a mentira se converte em uma ilusão trivial, as falsas promessas não existem, e as promessas são meras alternativas improváveis.
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O Futuro do Bitcoin - Debate entre Saifedean Ammous e Michael Saylor

Nos últimos anos, o Bitcoin se consolidou como uma das principais alternativas ao sistema financeiro tradicional, atraindo atenção de economistas, empresários e investidores. Entre os principais defensores do ativo estão Saifedean Ammous, autor do influente The Bitcoin Standard, e Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, a empresa com maior quantidade de Bitcoin em seus balanços corporativos. Ambos têm visões grandiosas para o futuro do Bitcoin, mas discordam em um ponto crucial, o papel do crédito e dos rendimentos sobre esse ativo digital.
Saifedean Ammous é economista e autor de The Bitcoin Standard, uma obra seminal que explora o Bitcoin como uma solução ao sistema financeiro baseado em moeda fiduciária. Ammous critica os bancos centrais e a inflação controlada por governos, defendendo o Bitcoin como uma forma de dinheiro sólido, comparável ao padrão ouro. Sua visão é baseada na filosofia da escola austríaca de economia, que valoriza o livre mercado, a oferta monetária limitada e a ausência de intervenção estatal.
Michael Saylor, por sua vez, é o CEO da MicroStrategy, uma empresa que investiu bilhões de dólares em Bitcoin. Saylor se tornou um dos principais defensores do Bitcoin no ambiente corporativo, vendo-o não apenas como uma reserva de valor, mas também como uma forma de “capital digital”. Ele propõe que grandes bancos podem oferecer rendimentos sobre depósitos em Bitcoin, algo que ele acredita ser viável com a supervisão adequada e o respaldo governamental.
O debate entre Ammous e Saylor gira em torno de um tema central, é possível ou desejável gerar rendimentos sobre o Bitcoin?
Saylor acredita que sim. Em sua visão, bancos tradicionais como o JPMorgan poderiam oferecer rendimentos "sem risco" de até 5% sobre Bitcoin, se esses depósitos fossem geridos de forma responsável e com o suporte do governo. Ele argumenta que o Bitcoin poderia se tornar uma forma de "capital perfeito", permitindo que os detentores ganhem retornos sobre seus ativos sem a necessidade de vender. Isso também abriria caminho para a criação de um mercado de crédito baseado em Bitcoin, com empréstimos colateralizados pelo ativo.
Ammous, por outro lado, é fortemente cético. Para ele, o Bitcoin não foi projetado para funcionar como um ativo que gera rendimentos. Com uma oferta limitada de 21 milhões de moedas, ele acredita que a tentativa de pagar rendimentos sobre Bitcoin é insustentável a longo prazo, apontando para o colapso de empresas como BlockFi e Celsius, que tentaram estratégias semelhantes com empréstimos e faliram. Ammous alerta que, sem um "emprestador de última instância" (como um banco central), qualquer sistema que prometa rendimentos em Bitcoin estará destinado ao fracasso.
Alguns fatores técnicos podem ajudar a prever qual dessas visões pode se materializar. Atualmente, o Bitcoin opera em um ambiente descentralizado, onde empréstimos e rendimentos são gerados principalmente por meio de plataformas DeFi (finanças descentralizadas). Embora a volatilidade dessas plataformas seja alta, elas oferecem uma prova de conceito para o que Saylor defende, a capacidade de obter retornos sobre ativos digitais.
O modelo proposto por Ammous encontra suporte no próprio código do Bitcoin, que foi projetado para limitar a oferta. Isso significa que, a longo prazo, a geração de rendimentos ficaria restrita a modelos de crédito com riscos elevados, especialmente sem o suporte de governos ou bancos centrais. A história das crises financeiras sugere que modelos baseados em alavancagem excessiva tendem a falhar quando confrontados com eventos imprevistos.
Com base nesses fatores, é possível imaginar um futuro onde ambos os modelos coexistam. Os grandes bancos podem, de fato, adotar o Bitcoin em seus balanços e oferecer serviços de crédito, como sugere Saylor, mas sob rigorosas regulamentações e supervisão estatal. Porém, o modelo "puro" de Bitcoin defendido por Ammous continuará a existir em plataformas descentralizadas, para aqueles que desejam manter o controle total sobre seus ativos.
Isso resultaria em uma bifurcação no mercado de Bitcoin, um ambiente altamente regulamentado, com rendimentos controlados, e um mercado mais arriscado, mas descentralizado, onde os usuários assumem total responsabilidade por seus ativos.
A ascensão do Bitcoin traz à tona uma questão fundamental, qual é o preço da liberdade financeira? O Bitcoin foi projetado para ser uma moeda independente de governos e instituições centrais, oferecendo aos indivíduos controle total sobre seu dinheiro. Á medida que ele se integra ao sistema financeiro tradicional, como defendido por Saylor, essa liberdade pode ser comprometida.
Se os bancos e governos começarem a controlar o fluxo e a oferta de crédito em Bitcoin, o ativo continuará a ser uma forma de liberdade financeira, ou se tornará apenas mais uma peça no quebra-cabeça de um sistema financeiro centralizado? Esta é uma pergunta que continuará a guiar os debates sobre o papel do Bitcoin na economia global.
A discussão entre Saifedean Ammous e Michael Saylor não é apenas técnica, mas profundamente filosófica. Ela levanta questões sobre o papel do Bitcoin no futuro da economia mundial, bem como sobre a viabilidade de um sistema financeiro inteiramente descentralizado. Embora ambos os lados apresentem pontos válidos, o futuro provavelmente trará uma mescla dessas duas visões, com um sistema híbrido que combine centralização e descentralização.
Independente de qual caminho prevalecer, o Bitcoin continuará a desafiar as noções tradicionais de dinheiro e crédito, nos forçando a reimaginar a forma como lidamos com riqueza e poder no século XXI.
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We need to work harder to buy Bitcoin. You can't just "hang ten" on the blockchain.
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We could have been happy together, but I chose to be a beach that shows off my tits for every node runner.
Happiness doesn't exist, it's an empty search, but happy moments do.
O Poder dos Rótulos
À medida que a imprensa de massa rotula indivíduos pacíficos que seguem suas crenças tradicionais como 'extremistas', revela-se uma estratégia para impor uma agenda ideológica. Essa prática não apenas mina o debate público, mas também promove uma manipulação sutil da linguagem e da consciência, envolvendo os cidadãos em um ciclo perigoso de conformidade.
O uso da linguagem é uma das armas mais poderosas nesse processo. Ao associar termos como "facistas" a opiniões tradicionais ou conservadoras, a imprensa cria uma atmosfera de temor e coerção, forçando os cidadãos a aceitarem as novas normas sob a ameaça de serem rotulados como extremistas. Essa tática não apenas silencia o debate público, mas também desumaniza aqueles que discordam da narrativa dominante.
A manipulação da consciência é uma técnica utilizada para desviar o julgamento consciente e induzir a conformidade inconsciente. Através da distração e da desatenção, opiniões que normalmente seriam questionadas, são aceitas passivamente sem crítica ou reflexão.
Historicamente, intelectuais independentes alertaram para os perigos dessa manipulação, mas suas vozes foram silenciadas em favor de uma elite intelectual que promove uma agenda ideológica específica. Essa elite intelectual cínica, composta por ativistas "progressistas", emprega métodos para impor seus modos de pensar e falar à sociedade, obscurecendo assim a natureza da democracia e da liberdade de expressão.
E evidenciam a complacência generalizada em relação à manipulação da linguagem e da consciência.
Parece que a liberdade de expressão está apenas a um rótulo de distância de ser extinta.
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