O que aconteceria se pedíssimos ao ChatGPT para escrever um poema intitulado "Ode à Imbecilidade Humana"?
Resposta (do ChatGPT):
Ode à Imbecilidade Humana
Oh, imbecilidade humana, tão vasta e profunda,
Teço agora versos em tua homenagem inunda.
És como um rio turbulento, sem rumo e sentido,
A mergulhar no abismo do absurdo, aturdido.
Tuas obras são um espetáculo de loucura,
Uma dança desajeitada, sem graça e sem censura.
Em teu nome, erguem-se muros e fronteiras,
Dividindo os seres, semeando guerras inteiras.
Tuas palavras, muitas vezes, são vãs e ocas,
Um enxame de mentiras, sem fundo nem focas.
Cegos, segues líderes de língua enganadora,
Que encantam corações e manipulam a toda hora.
Ó, imbecilidade humana, és um paradoxo,
Pois, por vezes, teu brilho transcende o tóxico.
Em tua simplicidade, encontramos ternura,
Como uma criança inocente, de alma pura.
Mas, na maioria das vezes, és um espelho embaçado,
Refletindo a pequenez do ego inflado.
Tuas ações desafiam a lógica e a razão,
Provando que somos, afinal, tolos na multidão.
Ainda assim, em meio ao caos que te circunda,
Há uma esperança tímida e profunda.
Pois é na tua imbecilidade que aprendemos,
Que a sabedoria não se encontra nos que mais se esforçam.
Então, que possamos rir de nossa própria tolice,
E, com um sorriso, enfrentar a vida de forma mais sábia e justa.
Que possamos, enfim, transcender nossa estupidez,
E abraçar a empatia, o amor e a delicadeza.
Ó, imbecilidade humana, és um tema a ser explorado,
Um convite à reflexão e ao autoconhecimento sagrado.
Porque, afinal, somos todos um pouco imbecis,
E é nessa humildade que encontramos a chave da paz, da luz e da felicidade, por fim.