Depende.
Discussion
Não depende. Toda a propriedade intelectual é baseada em monopólio coercitivo.
As pessoas registravam um item no Estado e o estado punia a quem copiasse, pois tomava o item registrado como sua propriedade monopolista.
Isso tudo veio do Estatuto dos Monopólios, em 1863, na Inglaterra.
Fora que no sentido legal, cópia não pode ser considerada roubo por não violar a propriedade privada, pois não é roubo "subtração do bem alheio".
A única coisa que a copia pode produzir é concorrência, e concorrer não é ilegal.
Depende. Não vou discutir isso. Isso é roubo e quem defende roubo de propriedade intelectual artística é um ladrão
Se a propriedade intelectual for levada a ultimos casos, uma pessoa que repete uma ideia muito similar sem saber da "original" ser punida seria justificável.
Mas não é, é uma agressão a um indivíduo pacífico.
Não é justificável. No meu outro texto eu comento o caso do George Harrison. O problema são os selos. Em 90% dos casos, se os compositores fossem os verdadeiros donos do seu trabalho, eles entrariam em acordo. Afinal, é um problema entre eles. Mas por causa do roubo e massificação que a inflação musical causa. Todos precisam se acorovelar para poder garantir a bóia. Fazer música é caro, difícil e leva tempo. Quando o roubo é facilitado, a massificação, que é justamente a inflação da música, a falta de escassez, gera todos estes problemas. Essa equação não fecha. O fonograma pode ser copiado, mas a genialidade do autor, que é o verdadeiro bem, não é. Isso distorce o mercado. O libertários não entendem isso porque mercatioizam tudo.