nostr:nprofile1qy2hwumn8ghj7un9d3shjtnddaehgu3wwp6kyqpqhfg3tsmmp7g3u5cw6mzg0n9andehmgel6jug486eppsr0rqx4a3qrq08dv nostr:nprofile1qy2hwumn8ghj7un9d3shjtnddaehgu3wwp6kyqpq7qs2pww986lhpm8hge9aksl0drq7d0x2ju8c8a6q42xvct9ux7jq348ag6 Vou arriscar que não teve ainda uma figura que o inspire a aspirar por mais e a educação que teve não o moldou para uma mentalidade orientada para a autossuficiência.

É triste? É.

Mas vou por isso clamar pelo fim desses programas? Não. Ainda bem que existem e, sinceramente, espero nunca precisar deles. Mas quero continuar a patrociná-los.

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Em Coimbra são imensos assim. A vida de andar nos cafés durante o dia todo é mais apelativa que trabalhar o dia todo para ganhar um salário mínimo.

Atenção que os meus textos anteriores são lidos de forma demasiado binária enquanto também concordo com estes programas, só desejava que casos como este meu irmão fossem recusados nesses programas ou pelo menos tivéssem acompanhamento mais sério para manterem um emprego.

Como isto funciona: fazem o curso, depois são abandonados na rua novamente. Porque os subsídios só se aplicam aos que estudam. Pela Alemanha existem programas para subsidiar estagiários dentro das empresas durante um ano e depois manter se gostarem deles. Até isso seria melhor neste caso.