São demasiados mandriões. Ele basicamente vive como estudante profissional com 400 euros ao mês e quando acaba fica no RSI por 270 euros. Tem zero problemas físicos, apenas sofre de preguiça crónica.

O resto da turma dele em Coimbra anda na mesma situação. Imensos brasileiros ou portugueses sem vontade de trabalhar.

Esse meu irmão só se preocupa em ter dinheiro suficiente para fumar e copos. Preferia mesmo que fosse forçado a ter um emprego, mas simplesmente tem zero benefícios nisso.

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nostr:nprofile1qy2hwumn8ghj7un9d3shjtnddaehgu3wwp6kyqpqhfg3tsmmp7g3u5cw6mzg0n9andehmgel6jug486eppsr0rqx4a3qrq08dv nostr:nprofile1qy2hwumn8ghj7un9d3shjtnddaehgu3wwp6kyqpq7qs2pww986lhpm8hge9aksl0drq7d0x2ju8c8a6q42xvct9ux7jq348ag6 Vou arriscar que não teve ainda uma figura que o inspire a aspirar por mais e a educação que teve não o moldou para uma mentalidade orientada para a autossuficiência.

É triste? É.

Mas vou por isso clamar pelo fim desses programas? Não. Ainda bem que existem e, sinceramente, espero nunca precisar deles. Mas quero continuar a patrociná-los.