No mesmo instante que morre, renasce.

Ofende a escuridão, queima sua face.

Os orgulhosos, a ele fazem reverência.

Abaixam a cabeça, perante sua resplandecência.

Desde o primeiro dia, seu reinado é soberano.

Sua oposição não atenta contra sua vontade,

transpassa as eras sem ser esquecido,

É mencionado pelo poeta, o louco, o pobre, o rico.

Adorna o intocável, ilumina o insondável

É luz, alimento, e fogo, necessidade mínima

Presente máximo, beleza, grandeza, proeza

De um criador, joia na coroa em sua natureza.

Em sua ausência se fará o último dia

Nunca mais será o mesmo,

talvez nem mesmo exista, pois foi profetizado:

Que depois do último instante, não seria mais necessário.

kalbam: Quem sou eu?

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