O nerd Tom Scott já se aposentou do YouTube. Mas o que nunca vai se aposentar é a tarja de pânico que o TSE enfiou no vídeo dele em todo o território brasileiro para nos assegurar que ele está errado em duvidar do voto eletrônico.

O nerd Tom Scott já se aposentou do YouTube. Mas o que nunca vai se aposentar é a tarja de pânico que o TSE enfiou no vídeo dele em todo o território brasileiro para nos assegurar que ele está errado em duvidar do voto eletrônico.

A crítica que eu faço a esta eleição digital nem é do ponto de vista técnico, mas sim do ponto de vista do eleitor.
A eleição é feita para o eleitor
Ele é o destinatário da eleição e a eleição do representante precisa ser transparente para ele.
Não adianta dizer que existem inúmeros técnicos, peritos e toda uma segurança no tratamento, transmissão e computação dos votos digitais. Se ele não compreende como o sistema funciona, a dúvida e a incerteza surgem naturalmente.
O eleitor não está errado em duvidar quando não é permitido que haja uma cédula em papel para fins de backup, redundância e auditoria simplificada da apuração de votos.
Concordo. Se é vontade de parcela expressiva do eleitorado ter os recibos impressos, tem que acontecer. Independente de serem verdadeiras ou falsas as denúncias de fraude.