O monismo do jovem Schelling é um monismo diferenciado, porque o recurso a graus distintos de presença da subjetividade (como os graus distintos de percepção nas mônadas leibnizianas), em níveis distintos da natureza, permite pensar em camadas ontológicas irredutíveis (e suas respectivas ciências: a biologia sendo irredutível à física, por exemplo, ou a sociologia à biologia).

É, a meu ver, ainda a resposta mais consistente ao monismo indiferenciado próprio à abordagem fisicalista que domina o cenário da ciência contemporânea (a física ainda é, para nós, a rainha das ciências). Uma resposta que ganha mais plausibilidade à medida que avançam as pesquisas em teoria da complexidade (sistemas adaptativos complexos).

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