Já que colocaram o ponto, quando eu chamo alguém de macaco, não tem nada a ver com aparência, origem ou etnia da pessoa.
É um xingamento puramente antropológico: macaco é um primata não civilizado, assim como boa parte dos bostileiros.
Frequentadores de baile funk e um bando de macacos bugios são igualmente barulhentos e não civilizados.
O meu preconceito é apenas cultural e civilizacional.