Tu não deveria ver como defeito, o desconfiar.

Minha vida toda sempre se aproximaram de mim com oitavas intenções. Uso a tática de jogar corda e em seguiga abrir fogo. Também isolar e debochar os retardados, que já virou um esporte pra mim. Confio só na minha família nuclear e no meu marido (apesar de ser um canalha).

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Levou-me um largo tempo até que eu desenvolvesse confiança com meu núcleo familiar. Confesso que, mesmo que eu não confie nas pessoas, me pergunto se seria eu digno de confiança.

Desconfiar de tudo é muito incômodo. Torna-se extremamente difícil descansar. Mas paciência. Havarei de lidar com isso, de uma maneira ou de outra.

Cada pessoa é uma pessoa única.

Mas falando por mim, confiar sempre tive surpresas, algumas desagradáveis. Vejo o desconfiar como inteligência. Desde o primeira enrolada que tentaram comigo fui ficando mais alerta, até posso ter caído em algumas, mas nunca fui pega de surpresa. Hoje me sinto mais feliz sendo como sou, desconfiada, cínica, hipócrita de poucos amigos.

Tá, eu sempre fui muito protegida pela minha família, Eu tenho uns episódios e depois deles perco a memória recente. E quando digo família nuclear é pai, mãe, irmãos e avó. O resto dos parentes não confio nada.

Abriu sol, vou sair, caminhar pra não ter ideias de merda (parafraseando Nietzsche).