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QUAL O SENTIDO DA VIDA?

https://davipinheiro.com/qual-o-sentido-da-vida/

Trecho do livro Filosofia Fundamental de minha autoria:

O SENTIDO DA VIDA

O Sentido da Vida é evoluir. Estamos vivos porque evoluímos e vivemos para evoluir. É uma referência circular que se auto confirma impulsionada pela Teoria do Infinito Bilateral.

Para entender o sentido da vida humana temos que nos despir de todos os pré-conceitos existentes posto que até agora ninguém foi capaz de dar uma resposta coerente.

Um dos conceitos prévios que limita nosso entendimento sobre a razão de nossa existência é a ideia de que o infinto somente se projeta para o futuro, para frente, quando na verdade o infinito também se projeta para trás, para o passado.

Se voltarmos ao passado nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor e menos complexo. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor e menos complexo.

“Nós não viemos do nada, o nada não existe, o infinito também se projeta para o passado, máxima da Teoria do Infinto Bilateral. Evoluímos de algo menor e menos complexo.“

(Davi Pinheiro)

Este simples conceito da Teoria do Infinto Bilateral explica muita coisa, e será melhor explicado abaixo.

Existe uma razão no universo que impulsiona tanto sua própria existência quanto a evolução e a criação de novas coisas, tudo sempre se tornando cada vez mais complexo e engendrado.

O nada não existe. Se o nada existisse seria alguma coisa. Essa é a lógica de tudo. Tudo sempre existiu, porém em proporções menores porque o nada nunca existiu.

A teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir e que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influencias chegam em si ocorre a reversão de movimento.

O Bem é a própria lógica da existência das coisas e o Mal é um erro no processo evolutivo que retocede e se auto destroi. Uma coisa confirma a outra.

Portanto, o ser humano é um dos estágios do processo evolutuivo do universo.

Agora transcrevendo o conceito para responder as três:

Questões Fundamentais

1ª Pergunta: De onde viemos?

Resposta: De algo menor e menos complexo, o nada nunca existiu.

2ª Pergunta: Qual o sentido da vida humana?

Resposta: Evoluir e continuar evoluindo. Quem defende o oposto, prega o retrocesso até sua própria extinção. Como algo que não existe jamais poderia defender sua existência. Portanto, não existe opção senão existir e evoluir. É uma referência circular, um infinito de conecxões bilaterais: Teoria do Infinito Bilateral.

3ª Pergunta: Para onde vamos?

Resposta: Depende de nossas influências, se forem movidas pelo Bem continuaremos evoluindo e nos tornando cada vez mais complexos infinitamente, se forem movidas pelo Mal retrocederemos até surgir nova espécie que reverta o movimento para o Bem, restabelecendo a lógica do universo.

Outra questão que reforça a lógica da resposta está no fato de que ao evoluir a humanidade se torna mais culta e inteligente, sendo capaz de encontrar novas respostas para o sentido da vida.

Estamos vivos porque evoluímos e vivemos para evoluir. É uma referência circular que se auto confirma impulsionada pela Teoria do Infinito Bilateral.

E o que é evoluir? questão muito complexa de ser respondida fosse a existência da felicidade nos servindo como norte evolucional, e o que é a felicidade?

TEORIA DO BIG BANG vs TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A humaninade já se acostumou com o conceito de infinito no espaço e tempo. Agora devemos expantir esse conceito para obter o real significado do infinito. A Teoria do Big Bang prega que antes não havia coisa alguma e derrepente tudo se expandiu rumo ao infinito. Para o infinito realmente existir não pode ser apenas apartir de um ponto no espaço tempo, sob pena de ser finito.

Também, o nada não existe. Se existisse seria alguma coisa. O conceito correto para o nada é apenas o contexto de “ausência de”. O que havia antes da matemática ser codificada? nada de matemática, ausência de matemática. Portanto, a matemática não surgiu do nada e sim da constatação de fenomenos pre-existentes com a consequente tipificação do código.

Como o nada não existe e o infinito não se projeta apenas para o futuro e para frente, então temos que: se voltarmos ao passado, para trás, nunca iremos alcançar um momento onde nada existia, sempre encontraremos algo cada vez menor ou em planos diferentes. Portanto, não viemos do nada, evoluimos de algo menor no passado.

Este simples conceito explica muita coisa. Inclusive o sentido da vida.

LÓGICA DA TEORIA DO INFINITO BILATERAL

A Teoria do Infinito Bilateral impõe a lógica que é impossível não existir como prega a Teoria do Big Bang, e, que também é impossível não evoluir. Embora existam movimentos que influenciam a extinção através da desevolução, quando essas influências chegam em si ocorre a reversão de movimento. Esse é o impulso oficial de tudo.

Nesse contexto temos que o ateísmo também é uma religião, cuja fé repousa sob a existência do nada, pensamento paradoxal. Já acreditar na vida após a morte é o único raciocínio coerente, lógico. Vamos supor que não exista nem vida após a morte, nem antes do nascimento: do ponto de vista do morto não teria como provar nem a morte nem a vida, ja no ponto de vista do vivo tem como provar a existência da morte.

Então a morte é nada para o morto e ausência para o vivo. Como o nada não existe, se existisse seria alguma coisa, então a morte só existe para o vivo. Se a morte não existe para o morto então depois da morte existe vida. Teoria muito mais abrangente e coerente que o Big Bang.

(Davi Pinheiro)

RELACIONDADO: Nesse contexto evolutivo que foi criado

o Projeto Certimídia com o fito de fomentar a disseminação

do conhecimento de qualidade, elegendo e premiando mídias

de qualidade disponível gratuitamente à todos.

RELACIONADO: Muitos teóricos da evolução convergem contra a

Teoria do Big Bang, em especial nosso conterrâneo Dr. Juliano

Silva Neves, pós-doutorando no Intituto de Matemática, Estatística

e Ciência da Computação da UNICAMP, cuja sua tese de dissertação foi

publicada inclusive pela Revista General Relativity and Gravitation.

O artigo integral pode ser encontrado clicando aqui. Segundo dados

do Google Acadêmico, sua obra já foi citada pelo menos sete vezes

por outros pesquisadores conforme se verifica clicando aqui. A

íntegra também está diponibilizada nesta página logo abaixo.

https://davipinheiro.com/filosofia-fundamental/

Gostei de seus pensamentos man...Me pareceu convergir muito com o que li sobre teoria da informação quando fiz meu tcc, quase década atrás...Como vc diferenciaria "existência e vida" ? Acho que faz muito sentido imaginar a vida como uma "condensação" momentânea da existência...Isso pode ser simbolizado no conceito de alma, dentre as mais diversas tradições...Se me permite dar mais pitacos kk, eu diria que evoluir é compreender, e compreensão perpassa por conhecimento. O ato de conhecer eu diria que está em 2 planos: Plano dos mecanismos, da dinâmica, da lógica, da interpretação da ordem das coisas, e o plano dos relacionamentos, que implica no agir segundo essa ordem. Pois não é concebível a inteligência sem um sujeito, já que inteligência perpassa por vontade. Esses planos também podem ser simbolizados nos termos "masculino" e "feminino", "razão" e "emoção", e assim por diante.

Eu também diria que a felicidade é um lapso momentâneo, a euforia de ganhar a batalha. Já a compreensão, significa vencer a guerra

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Discussion

Obrigado Gabriel! Uma pedra existe e não esta viva. Evoluir é adquirir maior capacidade de independência. Conhecimento é o acúmulo de informações coerentes. Inteligência é a capacidade de processar essas informações. Felicidade é a recompensa do código geral que impulsiona a evolução. Esta melhor explicado no livro, leia com calma, será um prazer conversar sobre isso com você: https://davipinheiro.com/wp-content/uploads/2020/12/FILOSOFIA-FUNDAMENTAL.pdf

Com relação a razão e emoção, entendo que não existe diferença entre esses dois tipos de pensamento. Na minha opinião o cérebro é uma sopa de neurônios sem lados distintos para cada tipo de pensamento. Portanto a distinção entre razão e emoção é puramente filosófica.

Fala Davi...entendo que vc não acredita então que os símbolos, embora expressos através de referências materias transcendam a matéria...

Mas vc não concorda que segundo o seu texto temos um certo problema com as definições de vida ou existência? Vc afirma que "algo que não existe, jamais poderia defender a sua existência". Mas então como a pedra defende sua existência se não está viva? Ou se não há uma forma de vida ou consciência para constatar/suportar a existência da pedra? Temos daí um problema com o termo " evoluir". Acho que de certa forma podemos afirmar que o universo se transforma, de algo simples em algo mais complexo, aquela coisa da entropia e tal...Mas evoluir seria outra coisa, pressupõe julgamento/consciência. Pressupõe uso de memória, percepção e intelecto (que é o resultado da comparação entre memória e percepção). Isso nos indica que existe uma natureza material, mas também que existe uma natureza transcendente ao material. O ser humano evolui, é dotado de consciência para tal, o universo material se transforma...e não faz sentido tal consciência ter surgirdo de algo mais simples, sem consciência, senão, como atestamos a existência da pedra? Quando vc supõe a existência de vida depois da morte, concorda que não podemos nos ater a um conceito biológico de vida? Por isso levantei a questão de como diferenciar vida e existência... talvez seja preciso adentrarmos em termos como consciência e transcendência para preencher as lacunas...Tive uma conversa uma vez com um swami vaishnava...ele me disse que dentro da tradição oriental, o conceito de mente abarca 4 outros conceitos... que são percepção, memória, intelecto, e arrankhar (acho que é assim que escreve), que traduzimos como ego. Arrankhar seria a natureza animalesca, do vou me dar bem, eu primeiro, etc, a despeito das próprias condições de sua existência.... daria pra fazer um paralelo talvez com o que vc chama de mal...a tradução como ego é polêmica, provavelmente eu acho, por na tradição ocidental-cristã, não termos uma diferenciação entre ego, mente e alma (posso estar falando bobagem aqui, mas é o que me parece). Enfim, apenas uma curiosidade aqui...

Oi Gabriel. A sentença "algo que não existe, jamais poderia defender a sua existência" está no contexto evolutivo, ou seja, reprodução e independência. As pessoas que não se reproduzem e adquirem sua independência terão seus genes defeituosos eliminados da humanidade, máxima do código geral que impulsiona a evolução, que também podemos chamar de Deus, razão divina ou seleção-natural-divina. Obviamente esse conceito não se aplica a uma pedra que existe sem vida. Percebi que você se apegou bastante na diferenciação entre vida e existência, gostaria que me explicasse mais sobre a importância disso, pois para mim existência é a presença de algo material ou imaterial, ja a vida é o movimento dentro de algo único, simples assim. Com relação a definição de evolução, temos que o universo e Deus também evolui na media que propiciam condições favoráveis à vida. Por exemplo, Deus do antigo testamento se arrependeu do dilúvio e prometeu não fazer isso novamente, isso é evolução. Detalhe: o problema agora é que se a humanidade continuar transviada quem vai acabar com ela é o Diabo. Gabriel, deixa eu te perguntar o que é swami vaishnava, desculpe minha ignorância. Finalmente, lhe convido a partir de agora abolir completamente as palavras “mas”, “porém”, “contudo” e “entretanto” dos seus textos e diálogos.