Eu acredito que a moeda influencia muito nisso, hoje somos escravos da fiat e buscamos apenas sobreviver. Se o bitcoin ganhar vamos ter um periodo de prosperidade enorme que as primeiras necessidades humanas vão se resolver em pouco tempo. Daí todos vamos ter muito tempo livre, no passado veja o as pessoas faziam e o que construiram em periodos assim, melhor exemplo é a europa medieval.

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Eu acho que não, muita gente culpa cultura Woke ou moeda por fazer os jovens de hoje mais "ateus", mas nem acho que seja por prosperidade ou força de cultura, é só informação, que querendo ou não sempre acaba diluindo crenças, sejam elas lendas urbanas até grandes religiões

Acho que não seja necessariamente o maior acesso a informação que cause isso, acho que seja por um processo substitutivo da crença religiosa, em espectativas sobrenaturais, por processos tecnológicos e de mercado, de forma geral.

Acho que é o que observamos com grupos como os Amish e os Menonitas, que recusam a tecnologia e o amplo mercado para manterem seus hábitos e fés. Eles deliberadamente se isolam, como em uma 'tribo' 🤔

É, pode ser isso

O que você se refere é que mais informação aproximou mais pessoas a verdade? Em parte é verdade pois antes existiam muitas superstições em muitas culturas. Mas hoje eu acredito que existem mais superstições ainda, por exemplo se falamos de economia 99% é coisa keneysiana e considerada ciência, mesma coisa acontece na medicina etc e etc.

Em partes sim, até pq hoje tem quem usa internet, vê video de Terra Plana ou Keynesianismo, e acredita, mas no geral e no longo prazo as pessoas acabam discutindo e mesmo não concordando, aceitam a verdade aos poucos.

E quando chega novas gerações, elas aceitam as verdades mais ainda, pois não tem aquela "amarra" de ter acreditado em besteira e hoje aceitar que estava errado, vão direto no que é certo no longo prazo

Mas voltando no campo religioso eu vejo por exemplo o catolicismo como a melhor forma de as massas aprenderem valores morais, e isso se comprova nas sociedades do passado como sociedades que funcionavam muito melhor que a atual. E no campo pessoal se tornar uma pessoa virtuosa requer muita prova de trabalho e não vejo nenhum susbstituto à religiões nesse aspecto. Não tem um caminho facil ou atalhos ao meu ver.

O catolicismo pode buscar a moral, mas não tem um âmago ético, tanto que em cada país os católicos divergem sobre o que deve ou não ser crime, e em vários casos, inclusive defendem práticas de Estado que agridem a população.

Fora que o campo da virtude e da moral é universal, está na própria filosofia e organização humana, as pessoas só não chegam ao conhecimento delas pela ação do Estado em as obstruir, mesmo que entre católicos.

Ainda assim reconheço a importância do pensamento católico.

Aprendi com o Kogos sobre a questão da virtude da caridade, e sobre como ela surge do esforço do pai para com o seu filho, sem esperar algo em troca, e como isso na sociedade impacta positivamente a todos.

Embora eu veja as virtudes, o entendimento delas e a prática, inclusive essa, como um fato humano e não como como algo de só um grupo.