As eleições no Brasil são coincidentemente bem equilibradas, já pararam pra pensar nisso?
É sempre 55-45%, 52-48%, 51-49%, nunca é um 70, 75% contra 30, 25%...
Estranho...
As eleições no Brasil são coincidentemente bem equilibradas, já pararam pra pensar nisso?
É sempre 55-45%, 52-48%, 51-49%, nunca é um 70, 75% contra 30, 25%...
Estranho...
Nada de estranho quando se é manipulável.
Pior é quem passa quatro anos acreditando em eleições, acreditando nas urnas eletrônicas, acreditando que isso aqui é uma democracia e que o Trump vai salvar o Brasil.
Duvido muito disso. Existem muitas formas de se roubar uma eleição e a daqui não é mistério, compra de votos é tão comum que no primeiro turno de qualquer eleição de nível municipal fica escancarado. Na nacional eles até tomam certo cuidado, mas é o mesmo método.
51 é Caninha 51, uma boa ideia.
E se a eleição for comprovadamente honesta, muda alguma coisa na estrutura de poder e de incentivos do estado?
Muda apenas a motivação pra votar ou não em algum possível candidato e acreditar ou não que seu voto selecionará alguém ou se o sistema escolhe quem eles querem. Eu não voto desde 2018. Mas até votaria em candidatos libertários, caso eu acreditasse na honestidade do sistema (urnas mágicas). Como exemplo de países com a Argentina ou El Salvador, que demonstram a possibilidade de eleger políticos que pelo mínimo que façam, causam um grande impacto e mudanças positivas no País.
Me prove de maneira objetiva como o estado na argentina ou em el salvador está diminuindo de tamanho, e, mesmo que esteja, mostre de que maneira essa redução pode ser permanente.
Coloquei essa mesma pergunta no DeepSeek e tive uma resposta interessante, recomendo fazer o mesmo e verificar. Mas não vejo saída para o mundo não. A salvação é individual.
Mesma coisa pra prefeito/vereador. Aqui no Nordeste você ainda vê um pessoal que compra voto na cara dura, e o pessoal vendido confirmando que votou pois foi comprado. Tem também promessa de asfaltar a rua, criar pontos de acessibilidade para deficientes, etc.. Kkkkkk negócio já virou piada de bar.
Tem nada de estranho, tem uma turma gigante de socialistas no Brasil, provavelmente mais do que a metade da população. Eleição não é fraudada em urnas, mas sim em manipulação da mídia tradicional, do establishment, da justiça e etc.
Pessoal aqui tem a ilusão de que o Brasil não é socialista.
E pq não aceitam o voto impresso? Seria a única forma de comprovar que nao existe fraude, mas preferem nao fazer.
Todo político que perde reclama disso, já foi o Lula, Ciro e diversos outros presidentes com esse discurso. Por que tantos candidatos anti establishments foram eleitos mesmo com Urna? O Brasil é bem dividido mas um pouco mais favorável para os socialistas.
Bolsonaro reclamou mesmo quando venceu e seguiu reclamando durante o governo dele, mesmo assim nao aprovaram o voto impresso.
A justiça eleitoral e STF enxergam voto em papel como algo ultrapassado e eles não conseguem ver motivos para implementar isso, justamente por eles acharem que não deveria existir desconfiança nesse método atual de votação. Meu ponto é que precisaria de uma conspiração muito grande para fraudar as urnas e o processo de votação. Na minha opinião seria muito improvável fraudes grandes pelo tanto de pessoas envolvidas no processo. É uma questão racional.
A primeira proposta de lei para o voto impresso foi apresentada pelo deputado Magela, do PT do Distrito Federal, em 2002 ou 2003.
Entre 2005 e 2015, a ideia foi defendida principalmente pelo PDT. Nesse período, um projeto de lei sobre o voto impresso chegou a ser aprovado, mas foi posteriormente considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em 2014, o PSDB, sob a liderança de Aécio Neves, também passou a apoiar a proposta do voto impresso, após tentar realizar uma auditoria nas urnas eletrônicas e constatar a impossibilidade técnica de efetivar o processo.
Posteriormente, Jair Bolsonaro adotou a defesa do voto impresso com motivações de cunho eleitoral, seguindo a estratégia de Donald Trump, que questionou a integridade do processo eleitoral nos Estados Unidos, mesmo após ter vencido a eleição. Bolsonaro utilizou uma abordagem semelhante, não necessariamente por acreditar em fraudes, mas com o objetivo de gerar o mesmo tipo de mobilização política observada no contexto norte-americano.
Por fim, o PL apresentou uma proposta de emenda constitucional considerada absurda, pois mantinha as urnas eletrônicas — equipamentos de alto custo — mas desprezava totalmente o seu uso e o resultado gerado por elas, ao determinar que a contagem dos votos fosse realizada manualmente.
mais informações dadas pelo chatgpt:
A Lei nº 12.034, de 29 de setembro de 2009, que introduziu a obrigatoriedade da impressão do voto eletrônico, foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, não foi possível identificar os autores específicos do projeto de lei que deu origem a essa legislação com as informações disponíveis.
Da mesma forma, a Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015, conhecida como Minirreforma Eleitoral, foi sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. Esta lei resultou da aprovação do Projeto de Lei nº 5.735/2013 na Câmara dos Deputados. Contudo, as fontes consultadas não fornecem detalhes sobre os autores originais desse projeto.
Para obter informações precisas sobre os autores desses projetos de lei, recomenda-se consultar os registros oficiais da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal, onde constam os detalhes das proposições legislativas e seus respectivos autores.