Os burocratas anda a promover o Plano ReArm Europe, exatamente da mesma maneira, como fizem com o NextGenerationEU.

Muda o nome, mas a merda é a mesma.

800 biliões, equivale a 4% do PIB da UE, ou seja, vão adicionar mais 4%, aos actuais gastos, que já cresceram bastante nos últimos anos. É um valor absurdo para dispensas militares, deve ficar perto dos 6% do PIB.

Para comparação, os EUA, gastam poucos mais de 3% do PIB por ano.

Não existem almoços grátis, mais tarde ou mais cedo, a inflação vai regressar, as populações vão sofrer. Quando chegar, os políticos vão arranjar outro bode expiatório.

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Discussion

Isso aí!

Aq a ideia do Plano Collor foi a seguinte. A inflação de preços e monetária era rampante e havia uma cultura geral de reajuste diário de preços.

A grande ideia para finalmente frear isso foi destruir unidades monetárias, finalmente possibilitando então o fim dos reajustes, dando um ponto final à dinamica inflacionária.

Ao invés de pararem de imprimir ou cortarem na própria carne, eles foram atrás do dinheiro de toda a populacao 😂. À época houve comoção social intensa e uma epidemia de suicídios (acho q até ess povo de cabelo pintado de azul chamaria isso de genocídio sem exagerar muito).

Finalmente, ocorre que a intenção dos europeus parece ser de colocar muita grana em armas. Aí pra n haver um surto inflacionário muito forte, é mais "democrático" q parte desse financiamento seja "solidário" kkk.

Aqui ainda estamos longe, dessa época no Brasil, mas a Europa está a caminhar para isso, se nada mudar.

Mas o que me irrita, além dos políticos, é ver muito pessoas a defender estes planos, porque acreditam que vai gerar mais empregos, mais dinheiro na economia. A falta de literacia financeira é enorme, acreditam que imprimir dinheiro não gera inflação.

Excluindo vc e vários outros portugueses colegas de chat, a verdade é que a maioria dos europeus hoje em dia parecem ser um bando de vampiros que vivem às custas da propriedade intelectual obtida pelas gerações anteriores, essas sim geradoras de valor.

Na América, a solução parece que virá por consenso voluntário entre eles. Mas na Europa, com gerações estragadas pelo burocratismo positivista, eu duvido, será pela dor. Infelizmente.

As gerações mais novas já não é bem assim, mas sim é verdade nos mais velhos e sobretudo nos políticos, vivem à conta dos louros do passado. É uma gerações egocêntrica, que vivem bem, que não quer fazer reformas políticas, não quer perder os privilégios do passado, que na maior parte das vezes nem tem noção da realidade atual dos jovens.

Só que os problemas são cada vez maiores, já não dá para esconder e quando não se constroi nova riqueza, as riquezas do passado esgotam-se.