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Fosse assim, franceses e alemães já teriam se livrado da Alemanha.

Não havia me dado conta, mas é possível que o fenômeno da desindustrialização alemã seja consequência um mini-dilema de Triffin, o Euro valorizado faz com que sejam exportadas indústrias e importadas quinquilharias asiáticas.

Replying to Avatar reiartur

> «A 14 de março, por celebrar o 18º aniversário, Charlie Lagarde comprou pela primeira vez um bilhete para um jogo de sorte, juntamente com uma garrafa de champanhe, e ganhou.

O jogo que escolheu para arriscar a sorte permitia-lhe fazer uma escolha relativamente ao prémio final: ou receber de imediato 1 milhão de dólares canadianos (exatamente 626.998,56 euros) ou receber 1 000 dólares canadianos por semana (627 euros) para o resto da vida.

Após falar com um consultor financeiro, Charlie decidiu receber o prémio por semana para o resto da vida.

"Valor por semana é sem impostos, sendo equivalente a um salário de mais de 100 mil dólares canadianos por ano (62.699,86 euros), o que é um grande início de vida para a jovem", disse Patrice Lavoie, porta-voz da empresa dos jogos da sorte canadianos, a Loto Quebec.»

https://tvi.iol.pt/noticias/acredite-se-quiser/internacional/para-comemorar-18-anos-jogou-na-lotaria-e-ganhou-prenda-para-a-vida-toda

Em primeiro lugar, algo está errado nesta notícia, um ano tem 52 semanas, logo 1 000 dólares canadianos por semana dá 52 mil e não 100 mil como está na notícia, mas vamos partir do princípio que é 1 000 por semana.

Como uma coisa tão simples, como receber um prémio na lotaria, torna-se tão complexo devido ao mundo fiduciário. Neste exercício vou retirar da equação o Bitcoin, apenas o mundo fiduciário.

O prémio não é 1 milhão de dólares canadianos, ainda teria que pagar impostos sobre este valor, enquanto a os 1 000 por semana, não tem impostos.

Os 1 000 dólares canadianos por semana, como o tempo, vão ser devorados pela inflação, mesmo no Canadá.

Se investir o prémio total, poderia evitar a desvalorização da inflação, mas correria riscos, poderia fazer um investimento errado, e se correr bem, ainda terá que pagar as mais valias.

Depois existe a incerteza no fiscal, os 1 000 por semana, hoje estão isentos, mas amanhã poderá não estar.

Depois ainda há o problema de ser extremamente nova a vencedora, poderia cair na tentação de gastar rapidamente o dinheiro. Ao receber semanalmente, evita o problema de cair na tentação, da baixa preferência temporal.

A BBC pediu ajuda a 2 consultores, é interessante as análises.

https://www.bbc.com/news/business-43566894

São tantas as premissas, que tornam o cálculo tão difícil, será necessário a ajuda de fiscalista e de economista. Uma coisa tão simples, torna-se complexa, devido ao fiduciário.

Se tivesse 18 anos, talvez opta-se pelo prémio integral, compraria uma casa, não como um investimento, mas para uso próprio, a vida seria muito mais fácil. Mas ainda tenho algumas dúvidas.

Mas como tenho quase 43 anos, receber o prémio integral, é a melhor opção.

Se a moeda tivesse oferta fixa, era tudo muito mais simples, apenas existiria a opção de receber o prémio integral.

Fix the money, Fix the world.

Hehe, a de se considerar tbm q a promessa seja cumprida.

I mean the consequences would be so comprehensive... In bitcoin there would be lots of scamish quantum addresses converter wallets...

In legacy "your" fiat would be blocked and only unlocked presencially (after months, maybe, of the attack), in cash. Maybe they would even print actual paper money on demand, Treasure would outsource the printer directly to the banks.

Who knows

I don't get this. Like if you try 10x the PIN code, they block your account.

No one do this on bitcoin.

It's line comparing oranges to apples, I don't get this argument.

Aqui é como o seu último paragráfo.

Replying to Avatar reiartur

Nos últimos dias, foi a prova que estamos com um grande problema de falta de isenção e pluralismo no jornalismo português, está completamente enviesada para a esquerda.

O caso do ministro da Educação,Fernando Alexandre, onde a imprensa fez ativismo político contra o ministro. Onde só divulgaram, de propósito, apenas uma parte do seu discurso, descontextualizando a sua declaração. Foi claramente por motivos ideológicos, puro ativismo político. Mesmo depois de o ministro esclarecer a situação, os jornalistas continuam a querer descontextualizar.

O caso foi tão descarado, que aconteceu uma coisa que eu nunca esperaria ver, ver o Daniel Oliveira defender o ministro e a criticar os jornalistas.

Estes jornalistas, que hoje em dia parecem mais ativistas do que jornalistas, que estão sempre a atacar as redes sociais devido às fakenews e à desinformação, não têm qualquer moral para o criticar, este caso do ministro é uma desinformação descarada.

Depois na imprensa, existe um efeito perverso, as fakenews ou a desinformação tem muito destaque, é capa de jornal, toda a gente vê. Mas depois a correção ou um pedido de resposta, fica nas últimas páginas, num rodapé sem qualquer destaque, onde a maioria das pessoas não lê. Isso também acontece nas redes sociais, onde a desinformação, que choca, tem milhares de partilhadas, de likes e views. Depois, a correção são poucos os que a lêem, a maioria das pessoas acabam por reter apenas a desinformação.

Nestes dias aconteceu outro caso muito interessante, onde também foi claramente visível o enviesamento da imprensa.

Mariana Mortágua fez este gesto na Assembleia da República.

A imprensa portuguesa deu muito pouco atenção a este assunto, minimizou a questão. Possivelmente, os mais velhos ainda se lembram de um caso semelhante, que gerou uma enorme polêmica na época, e que acabou com a demissão do ministro Manuel Pinho.

Neste caso, as tvs e os jornais na época não falavam de outra coisa, mas no caso na Mortágua um silêncio nas tv, não vi nada, em alguns jornais online falaram superficialmente…

O pior é a justificação do Bloco de Esquerda, a esquerda caviar, que acha que tem uma superioridade moral em relação aos outros, diz:

> «”Um gesto da cultura rock, um símbolo de orgulho e força": Mariana Mortágua diz que o seu gesto não visava ofender ninguém»

Mas a imprensa achou a justificação plausível, não questionaram, os comentadores não criticaram.

Eu queria ver, se aquele gesto tivesse sido feito por algum deputado do Chega ou mesmo do PSD, o que teria acontecido… seriam vários dias só a falar do assunto.

«Dois pesos, duas medidas»

Quando é a esquerda, aceitam tudo, é irreverente, quando é a direita é grosseria, é inadmissível, é inqualificável, exigem demissões.

Cultura aquilo?!

Assumindo que é cultura, mas que cultura?

A artística ou a autóctone?

As palavras e o linguarejar das pessoas do norte, é cultura sem dúvida nenhuma. Mas em certos sítios, mais formais, como a Assembleia, esse tipo de palavras não devem ser utilizadas. Uma coisa que difere um adulto de uma criança, é saber adequar o seu comportamento e discurso ao local onde está.

A música é cultura, existem músicas com linguagem obscena ou com incitamento a maus hábitos ou ao crime. Até as canções do Manuel João Vieira, candidato à presidência da República. Por ser cultura não deve ser replicado na Assembleia.

Na pintura, os quadros de Keith Haring, claramente a Mortágua considera-os como cultura. Sendo cultura, especialmente certas ilustrações, não podem ser replicadas na Assembleia.

Por mais cultura que seja, o respeito está em primeiro lugar. E já agora, um pouco de humilde fazia bem e um pedido de desculpas também era bem-vindo.

Todos os seres humanos erram, é a natureza humana, mas não reconhecer os erros e não pedir desculpas, é demonstrativo da falta de carácter da pessoa. É irônico, acontecer naqueles que se acham detentores da defesa da moralidade e do politicamente correto.

Talvez agora chegamos aí na conclusão que o debate acabou, como aqui? Ou ainda há esperança em "se jogar nas 4 linhas" (= Pelas regras democráticas) como se diz aq?

Replying to LuisSP

Favela em Lisboa, já 3K hab. Os 'gatos' derrubaram a energia do bairro vizinho. Quem conta pros tugas onde isso vai parar? Qdo estive lá vi barracos em encostas à beira da estrada, mas poucos.

https://x.com/joao_sanfins/status/2000579212550259192

Se o estado quiser legalizar esse bairro, ruas, asfalto, energia, etc: qtas "regulações européias" deverão ignorar? Habitação, mobilidade, saneamento, eficiencia energética, etc...? Por outro lado, talvez haja alguma jurisprudencia útil vindo de alguma vila medieval apertadinha...

Se o estado quiser expulsar essa galera... pelo menos devem poder deportar varios, aqui não há essa opção. E a imprensa lá?

imprensa = comunistas.

...surprising for many fans, "Satoshi" is depicted as activist group consisting of 5 LGBTQ people" (..) "Bitcoin was meant to give marginalized people a fair chance to seemlessly redistribute donations and social security payments."

Thing is...a democrat is not furious with this.

Por favor, não avalie as coisas num vácuo... No padrão ouro em que isso acontecia o cronismo era garantido pela força imposta a outros (seja por treinamento de exércitos, seja pela disponibilidade de armas. Samuel Colt e impressoras 3D tornaram isso obsoleto, uma velhinha pode então se defender de uma gangue estando devidamente equipada... as coisas mudam...

Exagero? Sim. É por isso q n tenho coragem de cravar nada! 😆

Outro dia estava ouvindo sobre o "Network State"...

https://thenetworkstate.com/

Acho que concordamos em discordar 👍Pode acontecer um degradé disso tudo dependendo de sociedades, culturas etc. Esse mundo é muito grande.

Replying to Avatar reiartur

Não é de agora, mas os EUA estão cada vez mais uma oligarquia, onde já é difícil esconder o conflito de interesses entre políticos e os oligarcas.

> «Depois do acordo fechado na sexta-feira com a Netflix, a Paramount entrou agora em jogo com uma proposta de 108,4 mil milhões que considera mais lucrativa para os acionistas da Warner Bros. Discovery.»

O Trump não gostou do acordo da Netflix, em resposta o seu novo amigo lançou uma OPA à Warner Bros.

Eu sou defensor que a política deve ter uma intervenção mínima na economia, quanto menor melhor. Onde eu sou a favor da intervenção dos estados, é na megas fusões, devem ser impedidas porque está a reduzir a concorrência, está a criar oligopólios.

Empresas como, o Google, Amazon, Meta, Microsoft já estão grandes demais, mais poderosos que a maioria dos países. O seu poderio financeiro está a secar tudo à sua volta, estão a monopolizar o mercado. Qualquer inovação que surja no mercado, é rapidamente adquirido por estas corporações, são poucas as que conseguem evitar.

Além destas corporações, existem outros líderes mas sem holding, como Musk (Tesla, SpaceX, X, Neuralink, xAI) e Larry Ellison (Oracle, Paramount, Indian Wells, Skydance Media), entre outros.

O governo americano deveria obrigar a fazer spin-off, mas não, estão a fazer o oposto. Já o governo de Biden o fazia, incentivando a concentração, gerando um conflito de interesses entre o estado e os oligarcas, onde ambos se beneficiam. O estado garante os oligopólios, em alguns casos monopólios, e as empresas prestam favores políticos.

O Biden só conseguiu fazer censura nas redes sociais, porque existe complicidade destas empresas, é muito mais fácil exercer força, quando o mercado é dominado por 3 ou 4 empresas. Se existissem centenas de redes sociais, dificilmente a censura teria tido sucesso, haveriam naturalmente vários desertores. Assim como são poucos, todos concordaram, é uma moeda de troca para manterem o seu monopólio.

https://observador.pt/2025/12/08/paramount-faz-proposta-para-compra-da-warner-bros-num-desafio-ao-acordo-assinado-com-netflix/

Isso não um problema político... como sempre, tem a ver com o padrão monetário.

Mega corporações só são possíveis graças ao "compadrio" ("cronism"). Essa mistura profana de políticos com a moeda levou a essa distopia q vivemos.

Colocar o governo para regular essa porcaria toda é colocar um band-aid numa perna quebrada em dois lugares.

I wish I had more of these boring meetings here in my fiat 9/5 job. Never know when I have to control lols in real life

Tbm uso. Já tentou CyberGhost?... estou inclinado a tentar essa pra streamings em 4k.