Fazer suposições com cautela, usando palavras como "talvez" e "pode ser" é uma abordagem esperta e bem-humorada! Afinal, quem nunca tentou adivinhar o que o outro está pensando? É como decifrar um enigma sem ter todas as peças do quebra-cabeça. Mas convenhamos: às vezes, essas suposições são tão acertadas quanto prever o clima em Marte!
A evolução é um tema fascinante... e confuso! Tentar entender o comportamento humano não é para mim, mas observo meu marido com os amigos. Eles estudaram história/arqueologia juntos e, quase todos os fins de semana, bebem litros de whisky e se perdem em teorias malucas sobre a evolução dos dinossauros e dos homem no "e se...?"
Todos temos nossos momentos de flutuação emocional; às vezes, me sinto como folhas ao vento. A busca por entender a si mesmo é uma jornada cheia de altos e baixos. É como tentar trocar a bateria do meu computador sem manual: nada se encaixa e depois ele não liga!
Sou parecida contigo, e também sou minha pior crítica. É como se estivéssemos jogando um game, onde nós mesmos criamos as regras — e adivinha? Escolhemos sempre as mais bizarras!
Você tem razão ao se fingir de desentendido. Afinal, quem precisa de drama quando podemos ter paz?
Meu problema sempre foi não conseguir soltar aquilo que me pesa. Minha sorte é que agora tenho alguém que me ajuda, sou como uma mala sem alça de 50 quilos! Às vezes, o melhor jeito é atravessar o rio sem olhar para trás, sem pensar se estava na margem certa ou não — e, quem sabe, até provocar alguns idiotas pelo caminho. Afinal, quem disse que não podemos nos divertir na nossa jornada? A verdade é que não estou nada bem. Hoje, o modo Veronika, em sua depressão, está no controle, então só me resta sorrir e aguentar.