Creio que isso aconteça por uma cessão ao pensamento revolucionário, o desejo de impor-se para modificar o mundo para como se acredita que ele deveria ser, criando a necessidade de um Estado que governe sobre aqueles cujas idéias e esforços fracassaram frente a uma organização coercitiva, violenta e persuasiva às mentes fracas como é o Estado.
Pela constante derrota e pelo olhar constante ao mal, esse mal acaba tomando forma e substância à mente do indivíduo, ilude-se que, através do mesmo mal que o reprime, poderá trazer libertação.
Essa dualidade de governante e governado existe como uma tendência viciosa em todos e anarcocapitalistas não estão imunes a ela, o ódio não é capaz de suportar idéias de liberdade, pois ele induz a transformação social.