E depois que tais poderes locais estiverem sob o julgo e escrutínio do povo, quem sabe teremos liberdade e justiça de verdade.
Discussion
A Eritréia possui tamanho por km² inferior ao do Amapá, não podemos dizer que não é um poder local e nacional, isso não resolve, o que resolve é a manutenção das instituições e preservação dos poderes orgânicos (Igreja, família, associações e etc.). Eu sou a favor do localismo municipalista, muito por entender a natureza tirânica das elites regionais, principalmente das elites burocráticas, são absurdamente retrógradas e ultracentralizadoras, também maçônicas e adeptas da política moderna, fora que não são localistas, pois utilizam da defesa da descentralização (não chegam a usar o ideário localista) para conseguir poder próprio e enfim recentealizar o poder nas próprias mãos, assim acho melhor deixar haver uma disputa entre a elite burocrática nacional e as regionais, assim também acho ilógico defender o fim da tirania de um Estado centralizando a partir da criação de um novo Estado, fora outras questões problemáticas quanto a secessão de estados: exemplo a do "Sul é meu país", ou "Nordeste independente", são blocos regionais sem unidade regional-nacional macrocultural, a macrocultura é toda brasileira, não existe "cultura sulista" ou "cultura nordestina", e pra piorar as condições dessa ilusão de adeptos desses movimentos todo o imaginário de supostas macroculturas regionais-nacionais ainda é subordinado como um pedaço geográfico e erroneamente visto como cultural do país, assim, inexiste mesmo "Sul" e "Nordeste" como unidades homogêneas em culturas, Paraná é tão caipira quanto o sul do estado de São Paulo, Maranhão tem nada a ver com o Nordeste oriental e com a Bahia.
Não ironicamente, se os movimentos de secessão fossem dotados de partes inteligentes internamente, usasse, esses movimentos, a pauta indigenista extremista para criar um "Estado Guaraní", abrangendo o chaco boliviano, o Paraguai, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Uruguai, receberiam apoio até internacional, investimentos estrangeiros, chances de acusar o Estado brasileiro de cometer supostos crimes de etnicídio mesmo não cometendo, etc e etc., teriam mais chances de êxito, isso nunca ocorrerá pois o Sul é Meu País possui adeptos eurobrasileiros que baseiam seus argumentos em imagens de Pomerode (uma exceção) e fantasiamento de narrativa, em tempos quais ser eurodescendente é pedir para der tratado como um criminoso pelos Estados nacionais, pelas instituições e pelas elites globais.
Boa sorte tentando salvar as instituições. A balcanização a qual me refiro é mto mais anti-cultural do q cultural e institucional.
Imagine que o bostil é como o império romano. Roma está tomada pela decadência, as instituições estão podres e carcumidas. O crime e a corrupção reinam absolutas.
A balcanização é inevitável a esse ponto. Acredique que o evento catalizador será a terceira guerra mundial. O bostil como conhecemos está com os dias contados.
Mas eu não defendi a salvação das instituições brasileiras, o ponto que afirmei é que a secessão não resolve o problema pois a mentalidade das elites regionais é a mesma das elites nacionais, a mesma, assim como os ethos de ambos são idênticos.
As instituições bostileiras precisam ser refundadas (diferentemente de serem salvas), uma revolução espiritual é o caminho para a refundação de instituições, de forma tal mesmo a família seja reformulada para um modelo virtuoso e próximo da Verdade. O meu ponto central da crítica é que os defensores de secessão acreditam que serão mais livres combatendo um Estado através de outro Estado (menor e mais pobre) com classe burocrática e de elite igualmente positivista, maçonica e socialista, um devaneio.
Não acredito que a secessão seja a "solução" do problema, mas sim o INÍCIO da luta. Uma luta local, em território conhecido, com conterrâneos de uma identidade local.
É mais "fácil" combater o mal localmente.
Aí há uma confusão por equívoco: o separatismo, pelo menos o separatismo moderno, não é localista.
Por localismo nós entendemos, e apoiamos, que as autoridades orgânicas locais tenham mais poder, o que se difere de autoridades fiduciárias do Estado e atuoridades de elite, o primeiro empoderamento (o das autoridades orgânicas) não implica na diluição de um império para formação de micronações, mas numa nova hierarquização das ordens ---> esse processo seria impossibilitado pela secessão moderna, que opera sobre a lógica dos Estados nacionais.
A ideia de Estado plurinacional, canalhescamente defendida por progressistas, não é ruim se recorrigida para uma lógica de ontarquia, com poder emanado de um Deus, Estado confecional, definição imperial e etc., para que não vire zona — diferentemente do sonho dos bolivarianistas, que querem Estados plurinacionais em todo o continente para aplicação da subversão institucional geral e aplicação da poliologia sobre as leis a fim de pouco a pouco irem montando um processo de avanço socialista local e gradual. No entanto há esse mito de que o agigantamento do Estado brasileiro se dá pelas suas dimensões imperiais, é um mito, infelizmente ninguém está cá lutando pelo combate contra a falsa nação (Brasil), com sua identidade nacional fantasiosa criada por ideologias artificialescas de maçons e liberais, mas sim lutando contra elites burocráticas nacionais, eis aí mais um dos erros dos defensores de secessão, dessa forma não se cria reinos, impérios ou repúblicas, cria-se nações tão fraudulentas quanto este fazendão de banqueiros, que chamamos de Brasil, assim de nada adianta lutar por independência de uma região, é irrisória a luta.
A melhor solução, ao meu ver, para descentralizar o poder no Brasil é por via do municipalismo localista e também pela abolição da república federativa, porém sem resgate do que foi o maçônico Império do Brasil. Por mim abolia-se boa parte dos estados brasileiros e tornariam-se estes todos em territórios sem bandeira e sem hino, acabariam os governadores de estado e os representantes desses territórios seriam indicados pelos municípios, sem essa palhaçada de processo democrático farsesco que atualmente existe, e seriam territórios vastos mesmo em equivalência de tamanho, juntaria AP, PA e RR, juntaria AM, AC, e RO, juntar novamente TO, GO e adicionar o MT junto, juntaria SP, MS e todo o Sul, aí junta RJ, MG e ES, e por aí vai.
Minha visão sobre a secessão não é de divisão, ou regionalista simplismente. Eu penso que todas as regiões/estados deveriam se separar do bostil, fazer uma limpa em cada uma delas e dpois reunificarmos o Brasil de verdade, mas como talvez uma federação de fato, respeitando diferenças e costumes locais, tradições e leis.
Eu sonho em ver o Brasil livre dessa elite diabólica, em um novo modelo político e social mais livre.
dividir e conquistar irmao. não precisa ir longe não, navalha de occam te joga pro canto.
com essa vontade e força vc arruma a sua comunidade proxima e disputa com as outras.
De nada adianta se a conquista não é nossa, mas sim de uma classe de maçons liberais e socialistas.
socialista agr quer separatismo? melhor reler sua fonte da definicao.
liberal e macon vai concorrer mesmo, e isso é natural. para o mal triunfar basta os bons nada fazerem.
vc vai virar outro ditador p decidir como os outros devem viver ou vai cuidar dos seus ensinando o bom caminho?