Muitos das bolhas, ou libertárias, ou da resenha, ou católica do Xwitter, e afins, não entendem a solução #Nostr. O Nostr não está cá para impedir que cidadão aleatório vá preso, mas para garantir que as cyberexpressões pessoais dele não estejam nas mãos de empresas da Big Tech que possuem contratos com Estados nacionais e que cedem informações pessoais de usuários para governos.
Muitos acham que VPN burla as ações do STF pela regulação estatal das redes sociais, como se o STF estivesse preocupado com palpitagem de usuários. O STF está preocupado é com os Nikolas Ferreiras que estão por aí: sujeitos que fazem parte do aparelho burocrático mas que não participam do universo ideológico socialista. Questão clara de disputa de poder entre os grupos que estão já no poder ou na marginalidade do poder.
O Estado brasileiro passará a prender os palpiteiros por emissão de opinião quando essa atividade de perseguição vier a ser uma importante ferramenta de soft power em favor da expansão do Estado, tal como o estágio em que a Venezuela está.
Assim, VPN em X não basta, é como achar-se bem protegido em uma casa no subúrbio com um pitbull no quintal. Se o ecossistema está nas mãos da Big Tech tu já perdestes o jogo se esse ecossistema é seu ganha pão e principal meio de expressão massivo.