Ministra de Lula classifica operação no Rio como ‘fracasso’
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A ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, classificou nesta quinta-feira, 30, a operação nos complexos da Penha e do Alemão, no https://revistaoeste.com/tag/rio-de-janeiro/
, como “um fracasso, uma tragédia, um horror inominável”. Segundo ela, o combate ao crime organizado “precisa começar por cima” e não pode expor moradores, crianças e idosos "a esse pavor".
Durante reunião com familiares de mortos e representantes da comunidade, Macaé afirmou que o governo vai encomendar uma perícia independente dos corpos. "Na nossa visão, a perícia no local está muito prejudicada", disse a ministra, que participou de uma comitiva do governo e da https://www.camara.leg.br/
em visita à região.
https://revistaoeste.com/brasil/rj-atualiza-numero-de-mortes-em-operacao-121/
, incluindo quatro policiais. O governador Cláudio Castro (PL) classificou a ação como "um sucesso".
Ministra de Lula quer divulgar imagens das câmeras de policiais que participaram de operação

Rio de Janeiro durante a Operação Contenção, no dia 28/10/2025 | Foto: Reprodução/Redes Sociais
O encontro ocorreu na sede da Central Única das Favelas, próxima à praça São Lucas, onde moradores deixaram os corpos na quarta-feira. Familiares relataram o desespero durante o confronto e a busca por vítimas na mata da Serra da Misericórdia.
Macaé informou que a Polícia Federal disponibilizou peritos e anunciou medidas de apoio, como atendimento psicossocial e proteção a testemunhas, especialmente crianças. Ela também prometeu incluir no debate o pedido de divulgação das imagens das câmeras corporais dos policiais, feito por um morador.
Emocionada, a ministra Anielle Franco disse que “só quem sabe da favela é o favelado” e que ser “cria da Maré” a faz nunca esquecer suas origens.
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em Oeste
Entre os parlamentares presentes estavam Benedita da Silva (PT-RJ), Reimont (PT-RJ), Glauber Braga (PSOL-RJ), Chico Alencar (PSOL-RJ), Talíria Petrone (PSOL-RJ), Jandira Feghalli (PCdoB-RJ) e Otoni de Paula (MDB-RJ).
Segundo o secretário da PM, coronel Marcelo Menezes, o Batalhão de Operações Especiais montou um “muro” na Serra da Misericórdia para cercar suspeitos — estratégia que, segundo ele, teria impedido a fuga de traficantes.
A serra tem mais de 300 mil m², com áreas de mata usadas por criminosos como rota de fuga e local de execuções.
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