Essa é a máxima do pós-modernismo. É a mesma premissa da agenda woke e do transhumanismo.
Perceba que o sistema eleva certos escritores por motivos de agenda politica, e irá ver porque certos autores viraram referência na academia nacional.
Essa é a máxima do pós-modernismo. É a mesma premissa da agenda woke e do transhumanismo.
Perceba que o sistema eleva certos escritores por motivos de agenda politica, e irá ver porque certos autores viraram referência na academia nacional.
Entendo o seu argumento e concordo que é muito mais comum do que se pensa essa prática.
Eu gosto de me sentir livre para ler, gostar e desaprovar escritores abc, independente de visão políticas e ideológicas.
É como se ninguém tivesse nada a ensinar, muito pelo contrário. Erros são pedagógicos, ou deveriam ser. Por que não extrair o que há de bom no outro? Ou é só o mau absoluto?
Quando eu digo “perfeito”, quis enfatizar as entrelinhas, a algo que considero poderoso contido nessa citação e não a Clarice em si, mas está tudo bem.