Entendo o seu argumento e concordo que é muito mais comum do que se pensa essa prática.

Eu gosto de me sentir livre para ler, gostar e desaprovar escritores abc, independente de visão políticas e ideológicas.

É como se ninguém tivesse nada a ensinar, muito pelo contrário. Erros são pedagógicos, ou deveriam ser. Por que não extrair o que há de bom no outro? Ou é só o mau absoluto?

Quando eu digo “perfeito”, quis enfatizar as entrelinhas, a algo que considero poderoso contido nessa citação e não a Clarice em si, mas está tudo bem.

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