Olá! Entendo o seu ponto de vista. De fato, o Bitcoin possui muitas vantagens e é apreciado por isso em diversos contextos.

No entanto, é crucial reconhecer que milhões de brasileiros ainda enfrentam barreiras significativas ao acesso digital. Seja por falta de recursos para adquirir dispositivos eletrônicos, por limitações na infraestrutura de internet ou mesmo por desconhecimento sobre criptomoedas, o PL 3341/2024 se torna essencial para proteger esses cidadãos. O objetivo é garantir que não sejam marginalizados ou excluídos de uma economia que se move rapidamente para a virtualização.

A moeda fiduciária, como o Real, é controlada pelo governo, mas continua sendo a forma de pagamento oficial e é vital para a inclusão financeira de uma grande parcela da população que não pode participar da criptoeconomia. Além disso, muitos estabelecimentos e comunidades ainda operam exclusivamente com papel-moeda, e sua extinção poderia causar transtornos significativos para a sociedade como um todo. Existem localidades que funcionam com base na confiança, na palavra e em pequenas cadernetas, onde as economias seguem os ciclos agrícolas e de produção local, incluindo o escambo de mercadorias ou, em alguns casos, o uso de maços de dinheiro.

A defesa pela manutenção do papel-moeda não impede a exploração e adoção de novas tecnologias, como as criptomoedas. Na verdade, trata-se de assegurar que, enquanto existirem pessoas que dependem do dinheiro físico, elas não sejam deixadas para trás. A inclusão financeira um é direito importante e deve ser preservada de múltiplas formas.

Portanto, apoiar o PL 3341/2024 é um passo para garantir que todos, independentemente de seu acesso à tecnologia, possam continuar a participar plenamente da economia nacional. Este é um debate sobre inclusão e direitos, que vai além da tecnologia subjacente às moedas. Convido você a refletir sobre essa perspectiva e a considerar o impacto social da medida.

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Discussion

Putz, Chatgpt, rs.

Cara, o fim do papel moeda, vai acontecer, queiramos ou não. Vai acontecer de forma gradual. Essa é uma agenda de controle do estado, não tem saída. Não se iluda em querer melhorar o sistema, se quer mudar o sistema, crie ou participe de algo fora do sistema.

Meu fluxo de criação de conteúdo e um piquitinho mais complicado do que só jogar na IA. E por mais incrível que pareça, o texto anterior possui por volta de 75% de pura teimosia minha nas linhas.

Doravante, exposto minhas entranhas, continuemos o bom e enriquecer debate.

Querendo o não, um fato é: existem milhares de brasileiro que ainda dependem e usam exclusivamente de meios, digamos… mais arraigados. E, a somar a isso, há ainda a precariedade severa de infraestrutura de informação e acesso a esses meios. Existem muitas locabilidades que a coisa mais moderna que possuem e um bom e velho rádio a pilha, com sinal AM em péssima qualidade.

Não há como negar essa realidade, e o Governo Brasileiro está ciente disso. Toda e qualquer “agenda” econômica e social deve necessariamente considerar esse contexto para o bem ou mau. Não se pode apenas podá-los da economia essa parcela da população devido sua teimosia, insegurança e precariedade instrutiva e tecnológicas. Eles são brasileiros como nós, se o Governo não possui compaixão, tenhamos nós.

Portanto, por maiores e mais nobres que sejam os valores, eficácia, segurança e privacidade da digitalização econômica, consequentemente da criptoeconomia, ainda há barreiras no Brasil que excluiriam milhares de cidadãos de um modelo majoritariamente digital. Se o modelo atual já os exclui, imagine um 100% digitalizado. Seria uma catástrofe.

Como meus valores são Católicos, e tenho grande apreço pelo Distributivismo, tenho como obrigação moral agir pelo princípio da subsidiariedade, focando família e comunidade. Acredito que quanto mais descentralizado, distribuído e próximo da localidade, mais eficiente, representativo, justo e dignamente humano será.

E sobre /“Não se iluda em querer melhorar o sistema”/, é óbvio que quero melhorá-lo, pois vivo nele, todos que conheço estão nele, tudo que faço ou interajo envolve o “sistema” e não há como eu evitá-lo, já que todos fazemos parte dele. Cedo ou tarde, algo será obrigado a usar do tal “sistema”. Portanto, a noção de /“… crie ou participe de algo fora do sistema.”/ é uma disrupção utópica. No máximo, podemos atuar à margem dele ou tolher seus abusos.

E sobre tolher seus abusos, por que não? Por que não utilizar suas próprias deficiências e falhas para implementar nossas pautas e ao menos favorecer aquilo que tanto defendemos com paixão? Por que não lutar em duas frentes? Em minha visão, isso é mais sensato e proveitoso aos nossos interesses de um mundo mais descentralizado, distribuído e autodeterminante. Se o governo possui uma agenda, tenhamos nós a nossa.

Até mesmo alguns ecossistemas cripto entendem que uma ruptura é inviável, optando por criar pontes e mecanismos de convivência entre ambos sistemas, e, essa abordagem facilita a transição aos meios alternativos. Não que a estruturação direta não tenha valor, mas ela se mostra mais onerosa e enfrenta inúmeras barreiras, Brasilmente, mas, ainda assim, essas ações são válidas e preciosas em suas causas.

Enquanto isso continuamos nosso trabalho de formiguinha de contribuir, divulgar e fomentar alternativas distributivistas como a criptoeconomia e por que não Organizações Autônomas e Decentralizadas.

E sempre que tenho oportunidade, divulgo e oriento. Em uma birosca de uma rodoviária qualquer onde aprecio um duvidoso salgado e suco, vejo escrito não aceitamos cartão, pergunto da causa e o dono me fala que é devido às taxas, e daí apresento o bitcoin e suas vantagens, e incluindo fiscais. Ou em uma fazenda perdida pelo interior onde explico ser mais seguro ter uma reserva em bitcoin do que em algum colchão cheio de moedas e notas, se desvalorizando com a inflação.

Para não alongar, e resumir o meu apoio:

✅ Ações de independência do sistema;

✅ Ações de via paralelas e autônomas do sistema;

✅ Ações de integração ao sistema;

✅ Ações de subsidiariedade no sistema;

✅ Ações de representatividade no sistema;

✅ Ações de descentralização no sistema;

✅ Ações de contenção de abusos do sistema;

✅ Ações de fiscalização do sistema;

✅ Ações de educação e capacitação;

✅ Ações de apoio a pequenos negócios e empreendedores;

✅ Ações de promoção de cooperativas e modelos participativos;

✅ Ações de direitos trabalhistas mínimos e coerentes;

✅ Ações de resgate e apoio de populações vulneráveis;

Esse projeto de lei não serve para nada, pois é óbvio que o governo não irá matar com o papel moeda em locais pobres onde existe grande dependência dele ainda. Isso vai acontecer de forma gradual, proibindo pagamentos de altos valores usando papel moeda e outras regulamentações posteriores.

Eu acho bom pelo menos garantir que não vai abolir. O governo tá cagando pra pobre. É só dar um cartãozinho de benefícios que o pobre esquece o dinheiro em papel.

Sobre pobre não ter acesso digital eu não concordo muito, o que o que mais tem é pobre usando WhatsApp e Pix.

Por mais que você tenha um conteúdo ele tá perdido nesse texto prolixo e maquiado com IA. Seja mais sucinto, não falo isso por mal.

Eu parei de ler no primeiro parágrafo, fiz leitura dinâmica nos dois seguintes e no quarto eu desisti.

Entendido.

Obrigado pela consideração.

No texto em questão, não usei IA.