A verdade é que o Nostr não se propõe a ser uma rede social. É uma plataforma. Estás correto em pedir um cliente especializado. Mas ninguém é obrigado a implementa-lo. Se um cliente assim tem muito apelo para um público específico, então, está aí uma ideia em aberto para ser explorada.

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Entendo que seja um protocolo e não uma rede, mas é fato que a maior parte dos clientes — pelo menos os mais utilizados — têm funções básicas de rede social. Era principalmente a isso que me referia. À medida que novas soluções forem buscadas para novos problemas (ex.: o que seria um ambiente de educação on-line construído em cima do Nostr?), talvez o cenário mude.

Há um leque todo novo de possibilidades a serem exploradas. Espero que se concretizem boas soluções. O fato de praticamente não ter algoritmos manipulando os dados é, para mim, uma vantagem gigante frente a redes que hoje estão aí apenas para controlar a manada, mediante tendência de tópicos e a sede voraz dos ditos "criadores de conteúdo" por likes e seguidores.