Não vejo como seria possível.
Para uma criança acessar um determinado relay ela deveria acessar sem anonimato, certo?
Penso que seria ainda pior!
Não vejo como seria possível.
Para uma criança acessar um determinado relay ela deveria acessar sem anonimato, certo?
Penso que seria ainda pior!
Meu interesse é só na questão técnica do que é possível no Nostr. Eu concordo que criança não deveria acessar rede social e ponto.
Este é o ponto 🎯. Ninguém aqui é contra a tecnologia, conceito e uso. Muito ao contrário, é um enorme avanço em direção à liberdade das B¹g Techs, bancos e afins.
O cerne da questão é deixar o uso aberto a crianças, que não têm sua maioridade e são vulneráveis.
A maioria das crianças brasileiras vão pra escola pra poderem almoçar. Imagine se terão quem controle o acesso?
Não tem cabimento!
Mas poderia ser um grupo restrito da escola ou comunidade... projetos sociais, etc.
Como se fosse um Google Classroom? Assim talvez eu eu ache interessante.
Mas aberto, jamais.
Se para acessar um relay infantil océ precise se identificar, esse banco de dados de criança torna-se algo absolutamente perigoso!
imagine um cliente assim:
só acessa uma lista de relays pre-definida. Pra mudar essa lista, não está disponivel na GUI, é um config chatinho, e precisa de senha de um usuario especial admin.
os relay foram escolhidos por exigirem identificação dos usuarios - no nivel de identificacao que imaginar, cada relay pode fazer o que quiser.
e/ou, os relays são 'de casa', controlados pelo grupo (escola, igreja, etc).
mas deixar mlk acessar net sem supervisao, ou dar celular na mao, so da merda.
sem falar q o attention span diminui cada vez mais, da ate diferenca neurologica.
talvez o dificl de entender: nostr so define o formato das msg e o esquema de chv pub-prv pra identificar usuarios.
o mais facil, eh implementar um relay simples, que deixa qq um acessar, postar, e pegar msg de quem quiser.
já existem relays que deixam acessar, mas para postar tem q pagar - e zaps sao convenientes pra pagar sem se identificar no mundo real, e ao associar o zap à chv publica, esse esquema nao exige trabalho humano.
nada impede q o relay olhe a msg (na verdade é o cliente quem abre a msg, mas o relay tambem tem a sua chave publica) e filtre o que ele quiser no conteudo.
e nada impede q o admin do relay defina q pra vc postar, vc tem q estar em uma lista autorizada manualmente. E pra entrar nessa lista, vc tem q mandar RG,foto, CPF, numero de cartao, o que ele quiser.
Mas zap é a unica coisa ja implementada hj, e é de graça, o sw faz sozinho.
se alguem quiser fazer um relay mais controlado, administrar e conferir identidades, lidar com problemas de documentacao, ou filtrar conteudo, isso exige trabalho humano. Inclusive qualquer filtro, pois sempre haverao falsos positivos e negativos , reclamacoes e excecoes - eh um modelo de negocio, mas nao existe ainda por falta de demanda.
Sim sim, tudo isso eu já entendi.
Daí o acesso deixa de ser anônimo e é rastreável, ou seja, um banco de dados de crianças que qualquer um pode fazer o que quiser se tiver acesso!
Crianças brasileiras vão pra escola pra poderem almoçar. Você acha que terão supervisores? Terão alguém que olhem por elas? Muitas vezes a mãe/pai não sabe nem acessar o Google.
Vamos trabalhar com a realidade.
verdade. mas ai nao eh problema da tech, eh outra discussao.
eh como a discussao de por robotica na escola
se o problema maior nao eh falta de robotica, eh excesso de cocaina, entao a discussao sobre robotica eh so teorica.
como essa aqui, so serviria p/ algum grupo fechado de mais alto nivel, nao pra galera em escola publica.
Nunca falei que o problema é do Nostr ou do desenvolvedor!
Eu acredito que o formato do Nostr não é compatível com conteúdo infantil, muito menos usuários crianças!