nao ha problema na lingua ter uma chave informal/eletronica, 'taquigrafica' e outra formal ou literaria. alias, linguagem poetica sempre foi muito diferente. E obvio as chaves mais formais são menos acessíveis.

Da mesma forma que latin formal e vulgar, não se imagina Cicero escrevendo como um grafite nos muros de pompeia, com conjugacoes e declinacoes simplificadas. Porque ele não teria precisão e concisão de expressão pra algo literario ou filosofico. Muito menos elegancia e eloquencia pra politica.

Como nossa menina prodigio diria, macaco é macaco.

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Discussion

O processo linguístico precisa se manter voluntário, mas o Estado regula grande parte e que mantém diversos formalismos arcaicos. Sem isso, a língua já seria muito diferente e bem mais eficaz para as necessidades dos brasileiros.

como existe padronização voluntária? O que a escola ensinaria? Vc quer colocar seu filho pra aprender a escrever o portugues que ele escuta na rua? Pra isso não precisa de escola. Macaco é Macaco. Literatura é Literatura.

Por isso q o importante é o corpus literario, ele define o padrão.

Se não for o estado, apareceria alguma Academia pra esse papel. Que tende a ser um bando de busybodies mudando a lingua a cada 20 anos, ok, mas tem que ter um padrão pra escola seguir. E só podemos julgar a academia porque existe um padrão literario a comparar.