O limite máximo e inevitável da liberdade são as condições naturais. Por conta disso, ela não é plena em nenhum sentido, seja econômico, biológico, social ou qualquer coisa ligada a este mundo.

Como um exemplo: a liberdade dos tempos de miséria é diferente da liberdade dos tempos de lucro, a liberdade dos tempos de paz é diferente da liberdade dos tempos de guerra. Quem decide estes fatores externos não é o indivíduo humano, que vive neste mundo material com suas regras primordiais, e é submetido a elas.

Também é notável que a liberdade dentro da sociedade organizada não é, como via de regra, um direito natural, muitas vezes é uma conquista que muitas vezes vem da violência justa. Ela não vem bater na porta de ninguém, o indivíduo humano que corre atrás dela, caso contrário, nunca a teria em nenhum momento.

A busca pela liberdade é um dever dentro das condições possíveis de uma pessoa, tornando claro que nem todos conseguirão alcançar o mesmo grau de liberdade mesmo vivendo na mesma sociedade.

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