Uma perquisa indica que o glifosato, o principal agrotóxico utilizado no Brasil e um dos principais do mundo, age de forma acumulativa no cérebro, causando inflamações e danos cerebrais permanentes, assim como o seu subproduto, o ácido aminometilfosfônico. Uma das principais empresas vendedoras desse produto é a Monsanto.
O estudo foi publicado em 2022, feito com base em testes em camudongos, pela Universidade Estadual do Arizona (ASU) e pelo Instituto de Pesquisa Genômica Translacional (TGen), no Arizona - EUA, para a revista cientifica Neuroinflammation.
Embora, por alguma razão, esse assunto foi amplamente divulgado pela mídia brasileira no fim do ano passado, o que pode indicar a interferência de algum grupo na disseminação desse assunto.