O Nostr não é apenas mais uma rede social; é um protocolo destinado a criar redes sociais. Para um usuário comum, qualquer plataforma que permita a publicação de informações, fotos, vídeos e interações como comentários é considerada uma rede social.

Minha empolgação recente com o Nostr é evidente, mas é difícil manter esse entusiasmo, mesmo com sua ênfase na liberdade. As sofisticadas técnicas de personalização de conteúdo das maiores redes sociais ainda não se manifestam aqui, o que é tanto surpreendente quanto intrigante.

ADESÃO

Seria benéfico se mais pessoas descobrissem e adotassem esse protocolo, porém, experiências passadas demonstram a resistência do que está estabelecido. As alternativas frequentemente se limitam a ser exatamente isso: uma opção secundária.

ALTERNATIVAS

O Telegram emergiu como uma alternativa ao WhatsApp, mas não conseguiu superá-lo no Brasil. Enquanto isso, o Signal, apesar de suas vantagens em termos de privacidade, ainda carece de adesão significativa.

No universo do compartilhamento de vídeos, o Osysee se destaca como uma alternativa atraente ao YouTube, mas ainda não conseguiu conquistar uma fatia substancial do mercado.

CONCLUSÃO

Quando nos deparamos com um "mundo novo", é natural querer compartilhar essa descoberta, mas devemos reconhecer que, no caso do Nostr e outras alternativas à liberdade de expressão, estamos testemunhando uma fragmentação das comunicações. Devemos nos habituar a explorar esses nichos de comunicação, entender por que os utilizamos e encontrar satisfação nas pequenas comunidades que podem surgir, mesmo que sejam menos populares.

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