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Leandro
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Sou eu

Ontem, na Jovem Pan, alguns apresentadores ou convidados estavam discutindo a taxação das compras de até $50 em produtos importados. Durante a transmissão ao vivo, uma das apresentadoras argumentou que a maioria das pessoas que fazem compras nesses aplicativos são de classe média, baseando-se, aparentemente, em dados de uma pesquisa da Ipsos.

Ela afirmou que uma pessoa de baixa renda não tem R$ 250,00 para gastar mensalmente em compras internacionais, já que mal consegue comprar itens básicos como picanha. Segundo ela, seria justo aplicar essa taxação para proteger a indústria nacional, que paga impostos e gera empregos.

Há cerca de quatro anos, meu salário era de aproximadamente R$ 2,5k. Naquela época, eu queria um celular bom com bom custo-benefício, mas as opções disponíveis no país eram muito caras. Decidi juntar dinheiro e importar um celular, torcendo para não ser taxado pela fiscalização. Naquele tempo, era uma verdadeira roleta russa. Quando o celular chegou, tive que pagar uma taxa de 60% porque o produto custava mais de $100,00. Mesmo assim, ficou R$ 150,00 mais barato do que comprar um similar no Brasil.

Embora eu não gaste $50 todo mês com compras, ter essa opção disponível me permitiu adquirir fones de ouvido e outros produtos de melhor qualidade por um preço mais acessível do que os disponíveis aqui. A única opção que tínhamos para ter acesso a produtos de qualidade está sendo taxada para desestimular a importação e proteger a indústria nacional. Quem não se lembra do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, justificando a taxação dizendo que nossa indústria está demitindo funcionários porque não consegue competir?

Além disso, 17 setores da economia estão sem o benefício da desoneração da folha de pagamento e correm o risco de cortar funcionários e outros custos. O governo está prestes a apresentar medidas "compensatórias", mas isso muda o quê?

O governo tem sistematicamente avançado contra a população, taxando tudo que pode, sem promover mudanças significativas no sistema. É dessa forma que os governantes se sustentam, tirando a melhor parte para eles mesmos. Todos os governos fazem isso.

Quando lembro do presidente da câmara falando sobre a motivação para a taxação, sinto náuseas. Ele poderia ter defendido a ideia de que, para melhorar a concorrência, seria justo baixar ou retirar os impostos dos setores da indústria nacional para estimular o consumo e o crescimento. Mas, no final das contas, parece que todos querem apenas prejudicar os brasileiros.

Acordei e o YouTube inteiro tá falando da TAXINHA de 20% sobre importação de produtos de até $50. Acontece que depois dessa taxa, ainda tem mais*17% de ICMS sobre o valor.

Enfim, imposto é roubo e os políticos adoram isso.

Por que aplicativos com Nostr não têm bloqueio por senha?

Essa pergunta é fundamental de ser respondida pelos desenvolvedores. WhatApp e Telegram têm a funcionalidade.

Uma rede que permite a transferência de valores satoshis fica vulnerável sem proteção com senha.

O Nostr não é apenas mais uma rede social; é um protocolo destinado a criar redes sociais. Para um usuário comum, qualquer plataforma que permita a publicação de informações, fotos, vídeos e interações como comentários é considerada uma rede social.

Minha empolgação recente com o Nostr é evidente, mas é difícil manter esse entusiasmo, mesmo com sua ênfase na liberdade. As sofisticadas técnicas de personalização de conteúdo das maiores redes sociais ainda não se manifestam aqui, o que é tanto surpreendente quanto intrigante.

ADESÃO

Seria benéfico se mais pessoas descobrissem e adotassem esse protocolo, porém, experiências passadas demonstram a resistência do que está estabelecido. As alternativas frequentemente se limitam a ser exatamente isso: uma opção secundária.

ALTERNATIVAS

O Telegram emergiu como uma alternativa ao WhatsApp, mas não conseguiu superá-lo no Brasil. Enquanto isso, o Signal, apesar de suas vantagens em termos de privacidade, ainda carece de adesão significativa.

No universo do compartilhamento de vídeos, o Osysee se destaca como uma alternativa atraente ao YouTube, mas ainda não conseguiu conquistar uma fatia substancial do mercado.

CONCLUSÃO

Quando nos deparamos com um "mundo novo", é natural querer compartilhar essa descoberta, mas devemos reconhecer que, no caso do Nostr e outras alternativas à liberdade de expressão, estamos testemunhando uma fragmentação das comunicações. Devemos nos habituar a explorar esses nichos de comunicação, entender por que os utilizamos e encontrar satisfação nas pequenas comunidades que podem surgir, mesmo que sejam menos populares.

Boa noite, galera!

Os R$ 50 bilhões que o governo federal liberou para o Rio Grande do Sul vem de onde? Olha, esse cara simplesmente desenha para leigos coisas difíceis de entender.

https://youtu.be/kDwvnXyUlBk

Necessito dividir essa reflexão!

Cara, o primal é muito bom. Mas algo que me incomoda ainda é que não transforma os links do YouTube em vídeos executáveis.

Família sólida e numerosa tem uma ponderação aí. Na época da minha avó, a família era numerosa porque precisavam de mão de obra para trabalhar na roça. Hoje ter família numerosa e não ter dinheiro, vivendo sem condições de estudar ou de ter o mínimo de dignidade é uma irresponsabilidade. Tenho apenas um irmão e meus não conseguiram dar uma vida assim pra gente. Eu nasci na pobreza e assim vivo tentando sair disso. Por não terem estudo nem conseguido crescer, sempre fizeram serviço braçal. Hoje estão velhos e dependem de mim pra ler documentos, contas, levar em consultas e ter uma blusa. Um conseguiu aposentar com salário mínimo e a mãe nunca conseguiu porque nunca teve orientação, nunca contribuiu e não tem direito a auxílio do governo porque a nossa renda passa por pouco de dois salários mínimos. A realidade é difícil, dá pra vencer muita coisa, mas não é igual essas frases de impacto de coaches e gente como o trez oitão, que por mais que fale coisas óbvias, não traz receita de bolo pra mudar minha situação financeira. Sigo trabalhando duro e vendo essa gente falar de um mundo melhor que todo mundo pode alcançar. Só que a realidade não muda na velocidade que você aperta um botão e clic!

Boa noite meus bons! 🌝😀

Hoje li uma matéria da BBC sobre o que está por vir no pós-enchente no Rio Grande do Sul. O artigo abordava três ondas de doenças infecciosas que a população poderá enfrentar, como dengue, leptospirose, hepatite A, diarreia e problemas respiratórios.

Ainda penso sobre como as pessoas vão se reconstruir. Aqui em Minas Gerais, por exemplo, quando a barragem da Vale se rompeu, ficamos sem água, foi um caos. Cidades inteiras ao longo do rio Doce foram afetadas até o Espírito Santo. Na minha região também sofremos, além disso, com vendavais, e a população ribeirinha com enchentes em todos os anos, sendo algumas mais graves que as outras.

Quanto às doenças que vieram após a contaminação ambiental do rio, muitos correram para pegar água em poços e até bicas próximos a esgotos, pois não tinham dinheiro para comprar água mineral, resultando em muitas contaminações. Uma professora da universidade em que trabalhei começou a pesquisar os mosquitos que começaram a aparecer no rio contaminado com rejeitos de minérios e suas implicações na saúde da população.

Quando penso no Rio Grande do Sul, tento entender como essas pessoas vão se reerguer, pois o Estado (governos federal, estadual e municipal) diz que ajuda, mas sabemos como é a coisa pública. Aqui na minha cidade mineira, liberaram milhões para enchentes e o dinheiro simplesmente sumiu. Vereadores e funcionários públicos foram investigados por anos, Ministério Público na cola de todo o mundo, e depois todos foram soltos 🤡.

O resultado é que a população não tem acesso ao dinheiro em situações assim quando mais precisam. Seguindo o mesmo padrão, acredito que o povo do RS terá que se virar sozinho, como já estão fazendo a maioria, com ajuda mais de voluntários que do governo, que não dá conta. Pondero se, no próximo ano, houver outra chuvarada, se o governo terá feito obras a tempo de evitar alagamentos e tragédias ou se tentará passar com um carro de som na rua quando armar chuva, e mandará milhares de pessoas evacuarem suas casas.

Duvido muito que o Estado Brasileiro consiga fazer algo substancial, pois uma simples ponte leva de 4 a 8 anos para ser entregue, imagine melhorar a infraestrutura de dezenas de cidades em menos de 9 meses. Eles nunca conseguem, a gente vê isso todos os dias. O governo é muito burocrático e lento. Esse povo ainda vive trabalhando com o empenho do século 16 para atender às demandas do século 21. Muito atrasado. Força para o Rio Grande do Sul!

Foto: Maurício Toneto/ Governo do RS

Em um duelo de apps, qual deles seria o melhor cliente do Nostr pra Android?

1) Primal

2) Freefrom

Boa noite pra quem tá chegando agora 🌝🌒

O Peter Turguniev é o cara mais estranho que já vi. É um ancap de nome e canal, mas a maioria das coisas que ele posta é pró governo Bolsonaro, sempre colocando na balança algo do tipo: "Olha, isso aqui é ancap. Não apoio Lule, mas é inegável que estava melhor". Sempre com o discurso do menos pior melhor. Pode ver quantidade de bolsonaristas se achando ancap no canal dele". O cara usando o Estado.

Isso aconteceu na minha cidade no meio da pandemia. Eu trabalhava na prefeitura quando ela publicou um documento assim. Lembro pq tive que pegar esse documento pra redigir uma nota. Eles fizeram uma requisição, e na época usou pra pegar luvas e máscaras descartáveis com um fornecedor não havia mais pra vender na cidade e os comerciantes não conseguiam importar devido aos outros países terem pago e reservado. A requisição da direito de pegarem, mas eles pagam o que pagam pelo texto legal. A requisição acabou meio que tirando do fornecedor/distribuidor a liberdade de vender pra quem quisesse considerando a urgência na nossa cidade e ele com o estoque armazenado (Não que eu ache isso bonito. Só estou relatando aqui).

Aqui tem um artigo sobre requisição administrativa.

https://raquelcarvalho.com.br/2019/03/29/requisicao-administrativa-aspectos-basicos-do-regime-juridico/#:~:text=Requisi%C3%A7%C3%A3o%20administrativa%20%C3%A9%20um%20ato,pagamento%20de%20indeniza%C3%A7%C3%A3o%20a%20posteriori.