Pré-candiatos à Presidência apoiam ação dos EUA contra Maduro

Nicolás Maduro

Pré-candidatos à Presidência do Brasil manifestaram apoio à captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a operação militar realizada pelos https://www.usa.gov/

em Caracas, neste sábado, 3.

Em publicação na plataforma X, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atribuiu a crise humanitária do país ao projeto autoritário iniciado com a ascensão de https://revistaoeste.com/tag/hugo-chavez/

. Nesse contexto, ele citou a “perseguição à imprensa, a repressão política e a eliminação da independência do Judiciário” como marcas do regime.

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em Oeste

“O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver”, destacou. “Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.”

No entanto, o senador afirmou que, apesar do cenário devastador, o povo venezuelano se destaca pela resistência “com fé, dignidade e coragem”, sustentando a convicção de que “nenhuma ditadura é eterna”. “A Venezuela voltará a ser livre!”, concluiu.

https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/2007448708124659971

https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/2007453551555907964

https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/2007446308152324400

Além de Flávio, os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) também comemoraram a prisão de Maduro. Para Caiado, este sábado deve “entrar para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista”.

https://twitter.com/ronaldocaiado/status/2007419790512853221

https://twitter.com/RomeuZema/status/2007441083131670771

Zema, por sua vez, afirmou que o regime de Caracas “isolou a Venezuela do mundo, destruiu a economia e expulsou milhões de cidadãos do próprio país”. Diante disso, destacou que a queda do ditador bolivariano “sirva para que o povo venezuelano finalmente reencontre a paz”.

https://twitter.com/RenanSantosMBL/status/2007450921282777309

Fundador do MBL propõe fechamento da fronteira com a Venezuela

Por fim, Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) e do Partido Missão, declarou que, em uma eventual conquista da Presidência da República, adotaria uma série de medidas voltadas diretamente ao cenário venezuelano.

Entre elas, mencionou o fechamento imediato da fronteira, o envio das Forças Armadas a Roraima para impedir a entrada de traficantes. Além disso, citou a preparação de um processo de remigração dos refugiados venezuelanos.

https://twitter.com/RenanSantosMBL/status/2007450921282777309

“Isso nos daria força para recobrar ALGUM respeito na América do Sul”, afirmou. “Vale lembrar: a covardia dos governos petistas nos cobrou um preço gigante. Estamos de joelho no próprio continente — e a culpa é toda nossa.”

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O post https://revistaoeste.com/politica/pre-candidatos-a-presidencia-apoiam-acao-dos-eua-contra-maduro/

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