A luz do entardecer, o silêncio da estação, à espera do último comboio do dia na direcção de Lisboa. O edifício antigo da estação parece ter sido deixado para trás nas obras de renovação. Não há bilheteira, nem sequer automática, ou outras indicações do que uns horários impressos e colados ao abrigo. As casas de banho estão entaipadas (bem, para os homens a coisa resolve-se nos arvoredos, mas estamos no século XXI, há soluções mais adequadas do que arbustos).

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