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A imoralidade não está em ser funcionário público em si, mas talvez de usar de suas prerrogativas e autoridade para prejudicar alguém ou omitir um benefício a quem precisa, digamos assim.
Ser anarcocapitalista ou libertário é uma ideia realmente estranha para o Cristianismo. Se houvesse ancaps na igreja do primeiro século, certamente os apóstolos iriam combater o pensamento deles. Até porque o próprio Reino de Deus é uma forma de Estado, descrito como uma extensão do trono do rei Davi, embora seja bem interessante saber como ele funcionará na prática, pois Cristo diz que também todos seremos reis ali, uma realeza sem súditos?
Eu cheguei no Nostr liberal e defendendo o Estado com unhas e dentes, defendendo o tributo, as obrigados positivas quando não estão em conflito com os mandamentos de Deus, essas coisas, mas e hoje sou um hater convicto do Estado como se apresenta hoje. Mudei minha visão cristã? Não mesmo, só tomei conhecimento da maldade do Estado e não tem como uma pessoa comum não se revoltar.
Não vejo mais sentido nas obrigações tributárias no cenário atual e nessa legislação positivista - e olha que eu gostava de Augusto Comte e da Constituição Brasileira.
Mas ainda consigo idealizar um Estado mínimo que é tankável. Eu até pagaria de forma voluntária, nada forçado, o dízimo do Estado, do qual a Bíblia fala que era o direito para os reis em Israel. Mas essa roubalheira de alíquotas que chegam a 80% para algumas pessoas é maldade, é ilegítimo.
Ainda estou estudando o libertarianismo, mas é quase certo que não vou aderir a todos os pontos.
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