Discordo. A maioria dos brasileiros defende a língua: vide a rejeição à linguagem neutra, subdialeto artificial, em estados como Santa Catarina, Rondônia e Paraná (leis de 2021-2022) e em municípios — o meu foi um desses. Não é “preciosismo”, é amor por Lácio, de norte a sul.

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Ser contra a linguagem neutra não tem a ver com não ter preciosismo, tem a ver com rejeitar e não participar de linguagens marginais, sem sentido útil e própria de um grupo alienado cheio de problemas mentais.

De qualquer forma, usar leis para proibir isso ao inves do puro bom senso e boicote é de uma grande mentalidade estatista, que é quase que igualmente ridícula...

E me parece que você não é libertário, inclusive.

> “Ser contra a linguagem neutra não tem a ver com não ter preciosismo, tem a ver com rejeitar e não participar de linguagens marginais, sem sentido útil e própria de um grupo alienado cheio de problemas mentais.”

Tem tudo a ver. Todas as suas propostas e argumentos são tão semelhantes quanto ao subdialeto neutro, artificiais e sem basilares.

> “De qualquer forma, usar leis para proibir isso ao inves do puro bom senso e boicote é de uma grande mentalidade estatista, que é quase que igualmente ridícula…”

Sim. Bom senso e boicote popular levaram a um contrato coletivo para rejeitar mudanças artificiais na língua e preservá-la. Esse contrato, debatido e votado, chama-se lei.

> “E me parece que você não é libertário, inclusive.”

Correto, sou católico. Como tal, defendo que todos se expressem livremente, do culto ao coloquial, em qualquer grau de complexidade. Tu, libertário, queres cercear essa expressão por capricho. Ironia, não?

a questao não é proibir a linguagem neutra per se.

é proibir NAS ESCOLAS. O prof primario ensinar e exigir linguagem neutra. Obvio, se gasta tempo com isso, menos tempo pra outras coisas.