> “Ser contra a linguagem neutra não tem a ver com não ter preciosismo, tem a ver com rejeitar e não participar de linguagens marginais, sem sentido útil e própria de um grupo alienado cheio de problemas mentais.”
Tem tudo a ver. Todas as suas propostas e argumentos são tão semelhantes quanto ao subdialeto neutro, artificiais e sem basilares.
> “De qualquer forma, usar leis para proibir isso ao inves do puro bom senso e boicote é de uma grande mentalidade estatista, que é quase que igualmente ridícula…”
Sim. Bom senso e boicote popular levaram a um contrato coletivo para rejeitar mudanças artificiais na língua e preservá-la. Esse contrato, debatido e votado, chama-se lei.
> “E me parece que você não é libertário, inclusive.”
Correto, sou católico. Como tal, defendo que todos se expressem livremente, do culto ao coloquial, em qualquer grau de complexidade. Tu, libertário, queres cercear essa expressão por capricho. Ironia, não?