A polícia do pensamento tem um filtro seletivo através do qual julga uma ideia a partir de quem a pronuncia, e não sobre o objeto da questão.
Ninguém está livre disso, nem a esquerda, nem a direita.
Só conseguimos ter algum grau de sabedoria se temos a humildade de compreender que qualquer um pode cair nesse abismo de desonestidade intelectual, caso contrário, nos sentimos seguros simplesmente por pertencer ao grupo que consideramos o mais virtuoso, tal qual o religioso que se sente salvo meramente por pertencimento a uma instituição religiosa ao invés da graça de Cristo.