O BRASIL MUDARÁ POR DEMOCRÁCIA OU POR CRISE?
O Brasil é um país complicado,
Democraticamente, o eleitor médio brasileiro não vota por transformação estrutural, mas por proteção imediata. Isso não é ignorância; é racionalidade sob insegurança. Em um país onde a propriedade é frágil, a moeda é instável e o mercado é hostil, o indivíduo prefere o Estado como amortecedor. Logo, qualquer projeto que proponha reduzir o Estado antes de garantir autonomia real soa como ameaça, não como solução.
Além disso, a classe política brasileira, independentemente do rótulo ideológico, vive da intermediação estatal. Cargos, orçamento, subsídios, regulações e exceções são a matéria-prima do poder. Uma ruptura estrutural reduziria exatamente isso. Esperar que o sistema vote contra si mesmo é contraditório.
Falando sobre isso, é exatamente dizer “Você quer mudar pelo bem, ou pela dor?”
As pessoas são fáceis de entender, elas querem, previsibilidade, mas não querem ter previsibilidade em anos, querem ter previsibilidade em meses, e tudo isso alimenta esse sistema que nós vivemos.
As pessoas que recebem auxílios do PT ou qualquer outro governo, estão mascarando a pobreza, mas no final das contas, isso não corta o causador do problema, só o sintoma. O principal sintoma é: impressão de moeda e controle estatal levantado sobre distribuição de renda coercitiva sem melhora de produtividade real.
O Bitcoin mudará muita coisa das nossas vidas, de 2027 até 2030, aguardem.