- Obviamente contra a existência do Estado, da política e do funcionalismo público.
- Sobre a importância e necessidade dos produtos físicos e analógicos, e de hábitos mais desconectados das redes e telas (que tendem a causar ansiedade, dependência e etc).
* E inclusive defendo de que a tecnologia analógica se desenvolva para reduzir o excesso de dependência no digital.
- Contra colocar qualquer pensamento ou crença num pedestal, principalmente sem ter qualquer contato com outras visões.
- Contra colocar o Bitcoin num pedestal, como algo 100% inabalável, quando que depende de muitos mecanismos para se manter.
- Contra a centralização da formação dos consensos linguísticos (pelo Estado e outros entes), e também contra a fragilidade e relativismo dos termos e palavras modernas, que induzem (muitas vezes propositalmente) as pessoas ao erro lógico e ortográfico.
- Contra esse forte viés cyberpunk de muitos libertários que induz aos problemas da própria distopia cyberpunk: Um mundo cheio de tecnologia, mas altamente hedonista e vazio de sentido.
- Contra a forte cultura corporativa que se espalhou para boa parte da sociedade, nos marketings e propagandas enganosos e nas influências vazias que só roubam atenção, "zumbificando" o mundo todo em entretenimento e consumismo. Junto, claro, à alta dependência nas corporações para fazer qualquer coisa: Malhar, comer, aprender, trabalhar...
