Sem Putin e Xi Jinping: quem vai participar da cúpula do Brics no Rio de Janeiro
A próxima reunião do https://brics.br/pt-br
, terá ausências notáveis entre as maiores lideranças mundiais. A lista de presenças, obtida na quinta-feira 3, revela mudanças relevantes entre os participantes de destaque.
Xi Jinping, presidente da China, não participará presencialmente do encontro, delegando a representação chinesa ao primeiro-ministro Li Qiang.
No caso da Rússia, Vladimir Putin optou por não viajar ao Brasil e acompanhará as discussões por videoconferência, em razão da falta de definição do https://revistaoeste.com/tag/governo-lula
sobre o mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional, ligado à guerra na Ucrânia.
Contexto do evento

Bandeiras dos países do Brics; grupo também inclui países como Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Etiópia | Foto: Reprodução/Twitter/X
Entre os chefes de Estado confirmados no evento, estão Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, e Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia. O anfitrião, Luiz Inácio Lula da Silva, também estará presente.
Outros líderes também devem se ausentar. O líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, por exemplo, não costuma viajar. O país ingressou no bloco em janeiro de 2024.
O Brics, formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, busca fortalecer a cooperação política e econômica entre seus membros.
Em 2024, o grupo ampliou sua composição, incluindo países como Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Etiópia, com o objetivo de incentivar uma ordem internacional menos dependente das nações ocidentais.
Participantes confirmados na cúpula do Brics
Confira, abaixo, a lista de autoridades que confirmaram presença na cúpula do Brics:
Li Qiang, primeiro-ministro da China;
Mustafa Madbouly, primeiro-ministro do Egito;
Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia;
Prabowo Subianto, presidente da Indonésia;
Faisal bin Farhan Al Saud, príncipe e ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita;
Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul;
Khalid bin Mohamed bin Zayed al Nahyan, príncipe de Abu Dhabi;
Maxim Ryzhenkov, ministro das Relações Exteriores da Bielorrússia;
Luis Alberto Arce Catacora, presidente da Bolívia;
Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente de Cuba;
Murat Nurtleu, ministro das Relações Exteriores do Cazaquistão;
Anwar bin Ibrahim, primeiro-ministro da Malásia;
Bola Ahmed Tinubu, presidente da Nigéria;
Jiraporn Sindhuprai, vice-ministra da Tailândia;
Jessica Alupo, vice-presidente de Uganda;
Sodiq Safoev, primeiro vice-presidente do Uzbequistão;
Pham Minh Chinh, primeiro-ministro do Vietnã;
Gabriel Boric, presidente do Chile;
António Guterres, secretário-geral da ONU;
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS;
Dilma Rousseff, presidente do banco do Brics; e
Yamandú Orsi, presidente do Uruguai.
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