O objetivo do socialismo é elevar o sofrimento a um patamar mais elevado.
Discussion
Todas essas vertentes socialistas, incluindo o nacional socialismo do Hitler, o fascismo e qualquer outro viés de doente mental tem um único ponto de origem numa coisinha chamada coletivismo. Aliás, a Ayn Rand tem um livrinho muito bom em forma de novela abordando isso: Cântico
Eu já bebi 4 taças de vinho e não estou coerente nos pensamentos ..
Então, pedi pro neurônio respinder pra mim sua colocação, segue,:
O coletivismo é uma ideologia que enfatiza o bem-estar da comunidade como um todo, em vez do indivíduo. Embora algumas vertentes socialistas possam ter elementos de coletivismo em sua filosofia, é importante reconhecer que nem todas as formas de socialismo ou outras ideologias são iguais.
A história do nacional-socialismo de Hitler, por exemplo, envolveu uma combinação complexa de fatores políticos, econômicos e sociais que vão além do coletivismo. O fascismo também é uma ideologia distinta com suas próprias características específicas.
Quanto ao livro "Cântico" de Ayn Rand, ele apresenta uma visão individualista e crítica ao coletivismo. No entanto, é importante lembrar que a literatura pode ser interpretada de diferentes maneiras e não deve ser considerada como a única fonte para entender completamente um assunto tão complexo como a política ou a história.
Mas, é fundamental abordar essas questões com cuidado, considerando diferentes perspectivas e evitando generalizações excessivas sobre qualquer ideologia política.
Esse neurônio específico se chama chatGPT por acaso? rsrs
Salientando que não tenho nada contra em usá-lo, mas é bom ter ciência do seu viés esquerdista (experimente, por exemplo, usar o mesmo input na TruthGPT do Elon Musk), já consegui encurralá-lo diversas vezes em questões lógicas. O uso bastante como auxílio em programação, mas na política e história, não passa de um professor de sociologia estruturado em bits.
Mas respondendo ao output errado do chatGPT: Não, o coletivismo não enfatiza o bem estar da comunidade, de um ponto de vista individualista, isso já é bastante plausível, inclusive o livro também aborda isso. O que o coletivismo coloca, em suma, é que o coletivo está sempre acima do indivíduo, o que é ilógico, já que o coletivo é formado de indivíduos, sem indivíduos, sem coletivo. O livro explora o estágio final desse pensamento. Essa noção negativa do individualismo vem justamente de coletivistas atrelados a viéses marxistas/socialistas e até de alguns liberais (estilo MBL). A noção de individualismo/egoísmo colocada pela Ayn Rand nada tem a ver com o teor coloquial que estamos acostumados, por causa, inclusive, de programação preditiva aplicada através do sistema educacional socialista como o daqui do Macaquil (não é a toa que coletivistas socialistas odeiem o homescholing) e pela própria mídia no geral. O individualismo roga pela soberania do indivíduo como agente social, o que casa perfeitamente com a noção de propriedade privada. Se você é contra a propriedade privada, você é contra o indivíduo. E não, nada tem a ver com liberdade ilimitada, toda liberdade é limitada pela propriedade privada, logo, o indivíduo não é soberano sobre a propriedade alheia, tampouco para violá-la, ou seja, não é soberano sobre outro, mas sobre si próprio e suas escolhas, desde que não viola o direito individual alheio, o que logo de cara percebe-se a incompatibilidade com o coletivismo. Não existe meio termo entre coletivismo e individualismo, ou se está de um lado ou se está do outro, se pensa em algo como equilíbrio, ele se encontra no individualismo. Há muito a se explorar nesse assunto, que se estende também à justiça, ética e o sofisma coletivista ambientalista, por exemplo, uma tentativa ardilosa de anular o direito individual sob pretextos pseudo-científicos, então não vou adentrar mais, suas taças certamente não permitiriam tanta paciência rsrs
Quanto ao nazismo e fascismo, recomendo fortemente o canal do Cosmopolítica do João Eigen no youtube (postei um vídeo recentemente), ele estudou e continua estudando a fundo as origens desses regimes, através de escritos daquela época, com citações dos próprios sujeitos em análise, coisa que você acha por aqui. Ele vem lanvando o chão com a comunada, basta ver o nível das contra argumentações nos comentários, também recomendo assistir sua participação no À Deriva e no Monark.