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d3monsl4yer
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bom, mas valorizar além do visual não me parece uma qualidade modernista, quando dotes eram tbm critério kkk e digo mais, espero que volte essa moda. Ah, eu não gosto do diferente não, prefiro o estável, sossego, baixa preferência temporal 🤣

Espero que dê certo seu casamento, though

o pensamento modernista carrega uma premissa evolucionista de espécie de consenso civilizacional coletivista de uma caminhada rumo a um fim romântico vazio. Como seria um homem moderno? Racha a conta no primeiro encontro? Tenho a sensação de ter nascido no século errado kk

who turned off the lights on the iris client? My eyes

mas amam políticos, curioso, né? Ainda mais curioso é que relacionamento com agiota é opcional ... parece que as pessoas amam serem escravas.

a macacada do voto mulo e do L estão sofrendo? É a maneira mais eficaz de elevar o QI dessa galera. Eu já to plnejando em vazar dessa b. Sugiro o mesmo, isso aqui n tem salvação

po, man, se a gnt quiser ver essas noticias de merda, de cidadão de bem se fodendo e talz, a gnt liga na JP, revista oeste, carta capital e etc. A gnt já sabe que o Macaquil tá uma merda. A gnt quer ver bandido se fodendo, assaltante se dando mal, a gnt ta no nostr pra elevar o astral, pra melhorar a imunidade. Parece que é melhor assistir chapoilm

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Esse neurônio específico se chama chatGPT por acaso? rsrs

Salientando que não tenho nada contra em usá-lo, mas é bom ter ciência do seu viés esquerdista (experimente, por exemplo, usar o mesmo input na TruthGPT do Elon Musk), já consegui encurralá-lo diversas vezes em questões lógicas. O uso bastante como auxílio em programação, mas na política e história, não passa de um professor de sociologia estruturado em bits.

Mas respondendo ao output errado do chatGPT: Não, o coletivismo não enfatiza o bem estar da comunidade, de um ponto de vista individualista, isso já é bastante plausível, inclusive o livro também aborda isso. O que o coletivismo coloca, em suma, é que o coletivo está sempre acima do indivíduo, o que é ilógico, já que o coletivo é formado de indivíduos, sem indivíduos, sem coletivo. O livro explora o estágio final desse pensamento. Essa noção negativa do individualismo vem justamente de coletivistas atrelados a viéses marxistas/socialistas e até de alguns liberais (estilo MBL). A noção de individualismo/egoísmo colocada pela Ayn Rand nada tem a ver com o teor coloquial que estamos acostumados, por causa, inclusive, de programação preditiva aplicada através do sistema educacional socialista como o daqui do Macaquil (não é a toa que coletivistas socialistas odeiem o homescholing) e pela própria mídia no geral. O individualismo roga pela soberania do indivíduo como agente social, o que casa perfeitamente com a noção de propriedade privada. Se você é contra a propriedade privada, você é contra o indivíduo. E não, nada tem a ver com liberdade ilimitada, toda liberdade é limitada pela propriedade privada, logo, o indivíduo não é soberano sobre a propriedade alheia, tampouco para violá-la, ou seja, não é soberano sobre outro, mas sobre si próprio e suas escolhas, desde que não viola o direito individual alheio, o que logo de cara percebe-se a incompatibilidade com o coletivismo. Não existe meio termo entre coletivismo e individualismo, ou se está de um lado ou se está do outro, se pensa em algo como equilíbrio, ele se encontra no individualismo. Há muito a se explorar nesse assunto, que se estende também à justiça, ética e o sofisma coletivista ambientalista, por exemplo, uma tentativa ardilosa de anular o direito individual sob pretextos pseudo-científicos, então não vou adentrar mais, suas taças certamente não permitiriam tanta paciência rsrs

Quanto ao nazismo e fascismo, recomendo fortemente o canal do Cosmopolítica do João Eigen no youtube (postei um vídeo recentemente), ele estudou e continua estudando a fundo as origens desses regimes, através de escritos daquela época, com citações dos próprios sujeitos em análise, coisa que você acha por aqui. Ele vem lanvando o chão com a comunada, basta ver o nível das contra argumentações nos comentários, também recomendo assistir sua participação no À Deriva e no Monark.

*coisa que você NÃO acha por aqui

Esse neurônio específico se chama chatGPT por acaso? rsrs

Salientando que não tenho nada contra em usá-lo, mas é bom ter ciência do seu viés esquerdista (experimente, por exemplo, usar o mesmo input na TruthGPT do Elon Musk), já consegui encurralá-lo diversas vezes em questões lógicas. O uso bastante como auxílio em programação, mas na política e história, não passa de um professor de sociologia estruturado em bits.

Mas respondendo ao output errado do chatGPT: Não, o coletivismo não enfatiza o bem estar da comunidade, de um ponto de vista individualista, isso já é bastante plausível, inclusive o livro também aborda isso. O que o coletivismo coloca, em suma, é que o coletivo está sempre acima do indivíduo, o que é ilógico, já que o coletivo é formado de indivíduos, sem indivíduos, sem coletivo. O livro explora o estágio final desse pensamento. Essa noção negativa do individualismo vem justamente de coletivistas atrelados a viéses marxistas/socialistas e até de alguns liberais (estilo MBL). A noção de individualismo/egoísmo colocada pela Ayn Rand nada tem a ver com o teor coloquial que estamos acostumados, por causa, inclusive, de programação preditiva aplicada através do sistema educacional socialista como o daqui do Macaquil (não é a toa que coletivistas socialistas odeiem o homescholing) e pela própria mídia no geral. O individualismo roga pela soberania do indivíduo como agente social, o que casa perfeitamente com a noção de propriedade privada. Se você é contra a propriedade privada, você é contra o indivíduo. E não, nada tem a ver com liberdade ilimitada, toda liberdade é limitada pela propriedade privada, logo, o indivíduo não é soberano sobre a propriedade alheia, tampouco para violá-la, ou seja, não é soberano sobre outro, mas sobre si próprio e suas escolhas, desde que não viola o direito individual alheio, o que logo de cara percebe-se a incompatibilidade com o coletivismo. Não existe meio termo entre coletivismo e individualismo, ou se está de um lado ou se está do outro, se pensa em algo como equilíbrio, ele se encontra no individualismo. Há muito a se explorar nesse assunto, que se estende também à justiça, ética e o sofisma coletivista ambientalista, por exemplo, uma tentativa ardilosa de anular o direito individual sob pretextos pseudo-científicos, então não vou adentrar mais, suas taças certamente não permitiriam tanta paciência rsrs

Quanto ao nazismo e fascismo, recomendo fortemente o canal do Cosmopolítica do João Eigen no youtube (postei um vídeo recentemente), ele estudou e continua estudando a fundo as origens desses regimes, através de escritos daquela época, com citações dos próprios sujeitos em análise, coisa que você acha por aqui. Ele vem lanvando o chão com a comunada, basta ver o nível das contra argumentações nos comentários, também recomendo assistir sua participação no À Deriva e no Monark.

Todas essas vertentes socialistas, incluindo o nacional socialismo do Hitler, o fascismo e qualquer outro viés de doente mental tem um único ponto de origem numa coisinha chamada coletivismo. Aliás, a Ayn Rand tem um livrinho muito bom em forma de novela abordando isso: Cântico

SOCIALISMO E ANTISSEMITISMO: uma história esquecida

https://www.youtube.com/watch?v=b4kzxN5DM3g

certo, mas utopia é isso aqui: "mas sim com desconfiança, cobrança e fiscalização, pesquisando seus passado e pontuar e expor seus erros e crimes."

Desconfiar, cobrar, fiscalizar e pesquisar o passado do ladrão mor e do cabeça de piroca adiantou? Vou gastar energia com isso pra que? Pra fortalecer esse sonho utópico romântico coletivista? Prefito chegar no mercadinho da esquina e dizer na lata "sonegar é gostoso, já ouviu falar de monero?"

boicotar a apple ninguém quer, né? Onde já se viu, superar aquela ânsia de comprar uma buginganga telecom que tem o preço de um carro zero? Impossível!