Está cada vez mais difícil dar uma força para livrarias físicas. Tem se tornado comum cobrar 100 a 200 reais por um livro, o que é algo escandaloso se penso no fato de que às vezes importo volumes “caros” da Europa pagando 300 (e até sem recorrer à Amazon).
O leitor relativamente liso como eu fica espremido entre a pirataria e a rendição à Loja do Diabo.
Sobra por ora o meio termo de aguardar as promoções das próprias editoras (e das feiras on-line, como a da USP, a da Unesp etc.), o que se tornou hábito para mim e sei que também para muito mais gente.